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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Depoimento de Udo sobre uma experiência nova e vivenciada por ele...

Udo Antônio Hackbarth  e   MARIA SOLENI VOIGT ,fazem um lindo trabalho na Associação que eles criaram

INTOXICAÇÃO
Eu Udo Antônio Hackbarth, Parkinsionano, doença diagnosticada em 1999, aos 42 anos, portanto tomando remédio há 14 anos, e não simples remédios, mas drogas que se espalhavam por todo meu corpo e produziram incalculáveis danos a mim, desde compulsão por trabalho, compras e sexo, práticas inexplicáveis, como excesso de velocidade, subir em árvores altíssimas, já em estágio de Freesing adiantado. Em dezembro de 2012, eu me sentia fora das minhas faculdades mentais, então falando com um amigo, ele me sugeriu consultar um massoterapeuta, achando que talvez ele pudesse me ajudar. ...pensei comigo “quem está no inferno que custa dar um abraço no diabo”, mas para minha surpresa o terapeuta deu de dedo em riste e disse: VOCÊ NÃO TEM PARKINSON, desconfiei, mas era isso que eu queria ouvir. O mesmo disse que com 15 dias eu iria sentir uma pequena melhora, com 20 dias eu iria caminhar, só tomava remédios naturais para minha tranquilidade, mas não tive melhoras. A Soleni, conversando com um médico, cuja mãe tem Parkinson há 17 anos disse, ‘Textualmente’, se o Udo não tem Parkinson, minha mãe também não tem, mas ela tem. Então ele recomendou para administrar remédio de Parkinson, como se estivesse no inicio da Doença, doses pequenas, escondido de mim, porque eu não aceitava. Ela misturava com remédios naturais, fui tomando 01 comprimido em 06 pedaços por 06 dias, depois 01 comprimido em 04 pedaços por mais 06 dias. Daí o milagre, eu sem saber da prolopa/levodopa 200/50, levantei pela primeira vez sozinho. Que decepção! Eu tinha Parkinson. Pois eu não dava nenhum passo sem aquele ombro amoroso, lutei por 42 dias naquela esperança e nada, Então eu vi que tinha Parkinson. Essa minha desintoxicação se deveu ao fato de tomar por mês 1.210 comprimidos entre Prolopa/Levodopa 200/50, Sifrol 1mg, Contam 01 mg, 02 comprimidos de Rivotril 02 mg para dormir, 02 relaxantes musculares e remédio pra dor e mais um remédio para não afetar muito o estomago. Somando tudo aquela quantia absurda, só podia estar muito intoxicado. Resolvi dar a volta por cima. Sem ninguém saber, só eu e a Soleni, nenhum Médico, fui drástico, hoje tomo 300 comprimidos por mês no total. Resultado: Deus me protegeu, vivo como um cidadão normal, estou muito melhor, Graças ao bom Deus, e a certa dose de loucura.

Observação: Não tentem fazer nada sem a aprovação do seu médico

terça-feira, 12 de novembro de 2013


Doutor Cérebro - Neurologia cognitiva e comportamental


Nosso objetivo é informar o público leigo sobre as doenças neurológicas que envolvem a cognição e o comportamento. Além disso, pretende salientar que é possível fornecer um tratamento de alto rigor técnico-científico sem desprezar a dimensão humana da doença e do adoecimento.

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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Pacientes de doenças como Parkinson, Alzheimer, câncer, autismo, síndrome de Down, depressão, alcoolismo e também outras patologias relacionadas ao sistema neurológico contam hoje com um complemento ao tratamento. A chamada Terapia Assistida por Animais (TAA) pode utilizar gatos, coelhos, tartarugas, chinchilas, cães e cavalos para amenizar os sintomas e ajudar na melhora dos doentes. Fundamentalmente, a TAA trabalha com a interação homem-animal para obter benefícios biopsicossociais, ou seja, vantagens físicas, psicológicas e também sociais daqueles que viram a vida mudar após a descoberta de uma doença.
Os resultados emocionais são visíveis ainda durante as sessões de TAA. Em Curitiba, o projeto “Amigo Bicho” leva essa alternativa para nove instituições, entre hospitais, escolas especiais e orfanatos. Na Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo (APPP) mensalmente voluntário "emprestam" os cães de estimação para atividades com portadores de Parkinson. De forma lúdica e com as reações inesperadas dos animais, as sessões com foco no aspecto motor ganham outra dimensão.
Célia Maria de Paula tem 71 anos e há 13 descobriu que tinha Parkinson. Além da medicação indicada pelo médico e da fisioterapia convencional, nos últimos quatro anos, ela aderiu a TAA. “Eu acho que está fazendo muito bem. Eu estou perdendo a coordenação motora nas mãos e já caí várias vezes na rua. As pernas já estão travando na hora que eu vou dar o passo, mas eu estou levando a sério. Também faço a fisioterapia e já fiz acupuntura, massoterapia, faço tudo o que eu posso”, conta a aposentada. Para Célia, a TAA tem proporcionado resultados significativos tanto no aspecto físico quanto no emocional. Desde que soube da doença, por orientação médica, ela procurou ler sobre o assunto.
Fonte:G1