ASSISTA OS VÍDEOS


EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

sexta-feira, 2 de março de 2012

UM PRESENTE PARA VOCÊS



OLHA SÓ QUE POR DO SOL.


BOM FINAL DE SEMANA!

                                                        


Óleo quente pode causar doenças

A UPV / EHU detecta que o óleo quente pode causar doenças como câncer, Alzheimer ou de Parkinson


Em um comunicado, a EHU UPV / Tem sido relatado que a investigação foi realizada em três tipos de óleo (oliva, girassol e linho), cobrindo uma vasta gama de composições.

Uma pesquisa conduzida na Faculdade de Farmácia da UPV / EHU descobriu a presença de "aldeídos oxigenados alfa-beta insaturada" substâncias consideradas como potenciais agentes causadores de doenças como câncer, Alzheimer ou de Parkinson em óleos submetidos a aquecimento repetido. O trabalho revelou que o óleo de girassol gera mais quantidade de compostos nocivos do que o azeite.

Em um comunicado, a EHU UPV / Tem sido relatado que a investigação foi realizada em três tipos de óleo (oliva, girassol e linho), cobrindo uma vasta gama de composições. Os dois primeiros foram submetidos a aquecimento a 190 graus, em tempos de oito horas, até um total de 40 horas, enquanto que o terceiro é mantido 20 horas. O trabalho focado no estudo da evolução da composição dos óleos ao longo do aquecimento.

Até agora, sabia-se que uma das alterações sofridas pelos óleos sob estas condições é que as suas cadeias de triglicéridos são quebradas, gerando assim moléculas mais pequenas, alguns dos quais escapa para a atmosfera e outros retida no óleo. Estas moléculas são compostas de uma natureza variada, e os encontrados em concentrações mais elevadas são aldeídos.

O que revelou o estudo da UPV / EHU é que entre esses aldeídos, não "alfa-beta insaturados oxigenados", que quando ingeridos podem reagir com proteínas, hormônios, enzimas e outros componentes do organismo, modificando estrutura e, por vezes função.
Nem todos os óleos gerar a mesma quantidade destes aldeídos tóxicos. Os resultados mostram que os óleos poli-insaturados, isto é, de girassol e de linho, são a maior quantidade de aldeídos tóxicos gerados e os que o fazem em menos tempo. Em contraste, os óleos ricos em grupos monoinsaturados, tais como azeite, gera menos quantidade destes compostos nocivos e sua formação requer mais tempo.

 Fonte: Ecoticias




quinta-feira, 1 de março de 2012



PESQUISA
Alzheimer pode ter tratamento
Experimento em ratos conseguiu regredir a doença
Na última sexta-feira, o ex-técnico da seleção brasileira e destaque nos campos de futebol Dunga viveu a dura despedida de seu pai, Edelceu Verri, 72 anos. Por uma década, o pai do atleta lutou contra o mal de Alzheimer. Assim como ele, nos Estados Unidos, cerca de 5,1 milhões de pessoas sofrem da doença. Por isso, o país está investindo em pesquisas mais promissoras direcionadas ao mal neurodegenerativo.

O Alzheimer não tem cura, e o tratamento, até agora, só se concentra nos sintomas. Um artigo publicado há duas semanas animou a comunidade científica – que, apesar de destacar a importância dos resultados, alerta sobre a necessidade de mais estudos antes de se desenvolver uma terapia que consiga frear ou mesmo reverter os estragos feitos no cérebro. Ainda assim, as conclusões da pesquisa foram animadoras.

Uma delas, publicada na revista especializada Science, conta que os pesquisadores da Faculdade de Medicina de Case Western, em Cleveland, constataram que a substância bexaroteno, presente em remédios anticancerígenos, conseguiu recuperar funções cerebrais em ratos que foram manipulados geneticamente para desenvolver o Alzheimer. Segundo a pesquisa, foi possível, inclusive, reverter os sintomas; entre eles, o mais drástico: a perda de memória.

Gary Landreth, principal autor do estudo, conta que decidiu usar esse medicamento porque a droga age em células localizadas no núcleo do cérebro. Para verificar o efeito do medicamento, os cientistas continuaram a injetar o bexaroteno em ratos.

– Conseguimos reverter com sucesso todas as características patológicas e comportamentais típicas de roedores manipulados para desenvolver o Alzheimer – comemora Landreth.

Além da memória, os ratinhos recuperaram o olfato, cuja perda é o principal sinal de Alzheimer em humanos.

– Nosso próximo passo é verificar se o bexaroteno tem o mesmo efeito em seres humanos. Estamos dando os passos iniciais para transformar essa descoberta em um tratamento e esperamos obter resultados de um teste clínico até o ano que vem –, disse à agência France Press Daniel Wesson, professor adjunto de neurociência e segundo autor do estudo.

O problema do bexaroteno é que ele tem efeitos colaterais, como aumento das taxas de colesterol e triglicerídeos, disfunções que elevam a probabilidade de se ter doenças cardiovasculares e diabetes. A solução, segundo os pesquisadores, seria oferecer doses menores.
FONTE: CORREIO BRAZILIENS

NOTA DA AUTORA DO BLOG.
Estou sempre publicando  reportagens sobre o MAL DE ALZHEIMER.
Motivo: Perdi minha mãe há exatamente 3 anos e tres meses e ela sofria desse mal terrível. A causa da morte não foi essa.
Toda doença é ruim, porém tem umas piores que outras. Esse mal é muito chocante pois a pessoa perde a identidade e a dignidade também. Você vê o seu ente querido passar a ser alguém que você não conhece. Pergunta as mesmas coisas  o dia inteiro, sofre dos efeitos colaterais dos medicamentos tendo sonhos tipo "vívidos' onde ela não está dormindo e nem totalmente acordada. Agride quem está perto, chora e a gente nada tem a fazer a não ser muita paciência, resignação diante daquele quadro estarrecedor. Mexe com toda a família em particular mexeu comigo e meu marido pois ela morava conosco. Montamos uma estrutura com cuidadora, fisioterapeuta e todo o nescessário, mas ela só aceitava a maioria das coisas e cuidados vindos da minha parte e do meu marido. Ela as vezes repetia o padrão e  escovava os dentes várias vezes. Teve noite de eu contar 10 vezes. Esquece que comeu, toma banho inúmeras vezes ao dia. Quantas vezes ela burlava a segurança ia para o banheiro e caia, se machucava e esquecia. Era de cortar o coração. Quantas vezes ela levantava a noite, caia e uma das vezes quebrou o braço. Levantávamos assustados com a cuidadora que dormia também pois não aguentava ficar acordada. No hospital ela me pergumtava depois de ser operada o que estávamos fazendo ali? Eu explicava e ela perguntava muitas vezes a mesma coisa. É isso aí moçada. Vale a pena viver sim, de preferência na plenitude dos seus atos e faculdades mentais.