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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Níveis altos de ferro no sangue podem reduzir risco da doença de Parkinson

Pesquisa analisou mutações genéticas e mostra redução no risco de desenvolvimento do distúrbio


POR MINHA VIDA - PUBLICADO EM 06/06/2013

Níveis altos de ferro no sangue podem reduzir risco da doença de Parkinson

A doença de Parkinson é um distúrbio nervoso que provoca tremores e dificuldades para caminhar, se movimentar e se coordenar. Segundo um novo estudo publicado no dia 4 de junho no jornal PLOS Medicine níveis elevados de ferro no sangue podem estar associados a um menor risco de desenvolvimento da doença. 

Irene Pichler da Academia Europeia de Bolzano (EURAC), na Itália, e um grupo de pesquisadores internacionais investigaram se haviam evidências sobre a associação dos níveis de ferro e o risco da doença de Parkinson. Estudos anteriores mostraram uma possível ligação entre níveis de ferro baixos no sangue em pessoas com a doença de Parkinson em comparação com quem tinha níveis controlados do mineral. 

Os pesquisadores estimaram o efeito de níveis de ferro no sangue sobre o risco da doença de Parkinson por meio de três mutações em dois genes, HFE e TMPRSS6. A investigação contou com 22 mil pessoas da Europa e Austrália, além da análise de um estudo feito com 20.809 pessoas com Parkinson e 88.892 pessoas para o grupo de controle. Ao cruzar os dados dos três grupos, eles obtiveram uma redução de 3% do risco de doença de Parkinson para cada aumento de 10 ug / dl de ferro no sangue. 

Essa constatação é importante porque sugere que o aumento dos níveis de ferro no sangue pode ter um efeito protetor contra a doença de Parkinson, embora o mecanismo que explique porque isso acontece permaneça obscuro. Os autores afirmam que são necessários mais estudos sobre os mecanismos param serem propostas as recomendações específicas de trata
Mude os hábitos e trate os sintomas 
O doença de Parkinson é uma disfunção na área do cérebro responsável pelos movimentos, principalmente os chamados automáticos, que são aqueles que fazemos sem pensar - como respirar, andar ou levantar de uma cadeira. Alguns hábitos como ginástica facial e musculação podem tratar os sintomas de quem já tem a doença. Confira: 


 
  • idosa usando um andador - Foto Getty Images
  • casal de idosos praticando o tai chi chuan - Foto Getty Images
  • idosa levantando halteres - Foto Getty Images
  • pássaro de origami - Foto Getty Images
  • casal de idosos cantando - Foto Getty Images
  • idoso fazendo uma careta - Foto Getty Images
  • casal de idosos lendo e usando o computador - Foto Getty Images
  • idosos jogando baralho - Foto Getty Images
 
 
DE 8
idosa usando um andador - Foto Getty Images
Exercícios diários
Para que o paciente com Parkinson possa executar movimentos automáticos, é necessária a prática de diversos exercícios diários. O objetivo desse treino é fazer com que o movimento passe a ser feito de maneira consciente, e não mais automática. A fisioterapeuta da Associação Brasil Parkinson explica que o portador da doença deve passar a fracionar os movimentos, prestando atenção em cada gesto. "Para ele não é mais simplesmente andar, é levantar uma perna, colocá-la para frente, depois levantar a outra perna e assim por diante", diz. 

Mariana explica que podem ser usadas peque Saúdenas pistas tanto visuais quanto auditivas na hora de executar uma tarefa. "É possível riscar várias linhas no chão, de forma que o paciente pule cada uma delas quando for andar, assim como podemos fazer uma contagem para cada movimento", diz. Ela afirma que essas pistas são uma forma de substituir a função automática por uma função consciente. "Pular a faixinha ou contar o passo faz com que o paciente se conscientize da tarefa, executando-a com mais rapidez e facilidade
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Fonte: Minha Vida Saúde

Benefícios e Riscos – Terapia DBS (Deep Brain Stimulation - Estimulação Cerebral Profunda)

Embora não exista atualmente cura para a doença de Parkinson, a Terapia de Estimulação Cerebral Profunda para essa doença pode tratar alguns dos seus sintomas.1 A DBS não cura a condição subjacente. Se a terapia for descontinuada, os seus sintomas retornarão.

Benefícios

A DBS reduz comprovadamente alguns dos sintomas associados à doença de Parkinson.1
A Terapia DBS está atualmente aprovada para tratar doença de Parkinson, tremor essencial e distonia.* Desde 1997, mais de 50.000 pacientes do mundo inteiro têm-se beneficiado da Terapia DBS.2
A Terapia de Estimulação Cerebral Profunda é:
  • Eficiente – O Sistema DBS estimula regiões específicas do cérebro. Em estudo clínico, 87% dos pacientes demonstraram melhoras no escore motor no estado SEM medicação ao final da avaliação de 12 meses.2
  • Ajustável – Os parâmetros de estimulação podem ser ajustados pelo seu clínico para satisfazer suas necessidades específicas.
  • Reversível – Diferentemente de outros tratamentos cirúrgicos, a Terapia DBS (DBS Threrapy) não envolve a remoção de nenhuma parte do seu cérebro. O sistema DBS pode ser desligado ou removido. Continua ...http://www.medtronicbrasil.com.br/your-health/parkinsons-disease/device/benefits-risks/index.htm