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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

'Regulação da maconha medicinal reduziria danos', diz Fernando Henrique

JAMIL CHADE / GENEBRA - O Estado de S.Paulo

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, líder da Comissão Global de Políticas sobre Drogas, defende o uso da maconha para fins medicinais, desde que governos adotem políticas de regulação e os efeitos científicos sejam comprovados. Nesta semana, ele levou o debate pela primeira vez ao Leste Europeu e apontou para a crise que a região enfrenta. Em Varsóvia, na Polônia, reuniu ex-chefes de governo, especialistas e empresários para debater modelos que possam fazer avançar sua constatação de que a guerra contra as drogas fracassou e novas estratégias precisam ser encontradas. A seguir, trechos da entrevista de FHC ao Estado.
Para FHC, guerra contra as drogas fracassou - Marcos de Paula/Estadão
Marcos de Paula/Estadão
Para FHC, guerra contra as drogas fracassou

Qual a situação das drogas no Leste Europeu?

Além da violência, existe forte crise de saúde pública e abuso de direitos humanos. O problema central é o consumo de drogas injetáveis - heroína - e sua relação com a pandemia de HIV. Na Rússia e em outros países da região, a epidemia de HIV continua crescendo. Hoje, 1 em cada 100 adultos é HIV positivo na Rússia e 80% dos novos casos estão ligados ao uso de drogas injetáveis ou sexo com parceiros que usam drogas. E faltam políticas amplas de redução de danos e tratamento.
A ONU constata que o Brasil tem se transformado em plataforma da passagem da droga entre Andes e Europa. O governo atua de forma suficiente? Como frear esse uso do território nacional?
Isso não é novo. O Brasil, além de ter se tornado um grande consumidor, é um país de trânsito de drogas. A maioria dos países tem se preocupado com suas fronteiras e investido em inteligência, mas temos visto que o foco excessivo na redução da oferta não resolve o problema das drogas. Enquanto houver demanda, os traficantes darão um jeito de fornecer as drogas. Por isso defendemos uma estratégia mais equilibrada, que possa reduzir os danos.
O sr. é a favor de liberar maconha para uso medicinal? A comissão tem uma posição sobre isso?
Hoje, 17 Estados norte-americanos e países como Holanda e Israel têm programas de fornecimento de maconha medicinal para pacientes com esclerose múltipla, ansiedade e efeitos colaterais como náuseas e perda de peso causadas por quimioterapia e tratamentos para HIV. Os mais modernos estudos demonstram que drogas lícitas como álcool e tabaco causam mais danos à saúde que maconha. A recomendação é que os governos experimentem com modelos de regulação da maconha para reduzir os danos sociais de sua proibição e permitir o acesso ao medicamento nos casos clínicos comprovados.
Que impacto teria a regulação?
A regulação corta o vínculo entre traficantes e consumidores e facilita o acesso a tratamento para os que necessitam. Regular não é liberar, mas criar controles e restrições sobre a produção, comércio e consumo de uma substância, para desencorajar e controlar de fato esse mercado, que hoje está nas mãos de organizações criminosas. A espetacular redução no consumo de tabaco na Europa e na América mostra que prevenção e regulação são mais eficientes que proibição e punição.
Fonte: O Estado de S. PAULO

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Hospital das Clínicas lança programa com modelo de prato saudável



Um programa de alimentação saudável, lúdico e de fácil compreensão, foi lançado nesta quarta pelo Hospital das Clínicas da USP e pelo InCor (Instituto do Coração).
O projeto batizado de Meu Prato Saudável tem o objetivo de ensinar as pessoas a fazer escolhas melhores e em porções do tamanho ideal.
"Fizemos uma tradução da pirâmide alimentar com fotos de pratos balanceados", explica Mitsue Isosaki, diretora técnica do serviço de nutrição e dietética do InCor.
Metade do "prato saudável" deve ser repleta de salada e verduras cozidas. A outra deve ser preenchida com uma porção de proteínas (um bife ou filé de frango, por exemplo), carboidratos (arroz, batata ou massas) e proteína vegetal (feijão, grão-de-bico, soja ou lentilha). A ideia é usar alimentos comuns na mesa do brasileiro.
O programa foi apresentado na estação Sé do metrô.
Luiz Carlos Murauskas/Folhapress
Usuário do metrô brinca com jogo do prato saudável na Sé
Usuário do metrô brinca com jogo do prato saudável na Sé
Quem passava por lá podia usar jogos em tablets para montar um prato ideal. Alimentos de resina foram usados por nutricionistas para mostrar o tamanho das porções. Também foram distribuídas cartilhas com receitas.
A estratégia de divulgação conta ainda com um site (www.meupratosaudavel.com.br), aplicativos para celular e redes sociais.
O objetivo é expandir o Meu Prato Saudável para todo o país -nos próximos anos, ele será implantado no Rio e em Minas Gerais.
Há ainda um filhote do programa, o Meu Pratinho Saudável, dirigido às crianças de até 12 anos e que deverá ser levado às escolas por meio de uma parceria com a Secretaria Estadual de Educação.
O programa lembra o My Plate, lançado pelo governo dos EUA em 2011. Mas, em vez da divisão por cores, o prato brasileiro usa fotos dos alimentos para facilitar a compreensão, segundo Isosaki.
MARIANA VERSOLATO--Folhaonline.com

Estudo da UFMG aponta terapia que diminui proliferação de células de câncer


Pesquisadores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) desenvolveram uma forma de terapia gênica que "aprisiona" o cálcio do núcleo das células cancerosas, diminuindo a taxa de proliferação delas. A novidade é que quando essa técnica é associada à radioterapia, ela aumenta a eficácia do tratamento com radiação, permitindo o uso de apenas metade da dosagem normalmente necessária e diminuindo a reincidência da doença.
Essa pesquisa, ainda em fase pré-clínica (ou seja, antes do teste em doentes humanos), tem o potencial para promover tratamentos mais efetivos para os cânceres de cabeça e pescoço.
A pesquisa foi publicada na revista científica de livre acesso "Journal of Cancer Sciences & Therapy".
"Foi surpreendente conseguir desenvolver um sistema de irradiação in vitro que se aproxima ao máximo do protocolo de radioterapia utilizado em pacientes", disse à Folhaa principal autora do estudo, a doutoranda Lídia Andrade.
Para Maria de Fátima Leite, orientadora de Lídia e coautora do estudo, "a grande descoberta dessa pesquisa é que o tamponamento do cálcio no núcleo da célula, associado à radioterapia, mostra-se mais eficiente do que a radioterapia ministrada isoladamente".
APRISIONANDO CÁLCIO
Em seus testes in vitro, os pesquisadores inocularam com vírus modificados geneticamente culturas de um tipo de células tumorais de pele conhecidas pela tendência a desenvolverem resistência à radioterapia. Esse vetor viral carregava a receita de uma proteína que "aprisiona" o cálcio presente no interior do retículo nucleoplasmático.
Essa organela se encontra dentro no núcleo da célula e é responsável pelo armazenamento e liberação de cálcio. A identificação dessa função foi feita em 2003 pela coautora Maria de Fátima Leite em parceria com pesquisadores americanos.
Depois de quase dez anos da descoberta dessa organela nuclear, Maria de Fática Leite diz que "é com imensa alegria que meu grupo de pesquisa e eu estamos presenciando esta possibilidade real de aplicação direta de dados de pesquisa básica em biologia celular para a saúde das pessoas".
O cálcio age como um sinalizador no núcleo, principalmente promovendo a divisão celular. Com menos cálcio agindo, o crescimento tumoral é diminuído.
CÉLULAS NO RAIO-X
Os pesquisadores submeteram as culturas experimentais ao procedimento de radioterapia desenvolvido por eles, que mimetiza ao máximo o protocolo diário de tratamento de radioterapia para os casos de câncer de cabeça e pescoço. Eles viram que, em uma semana de irradiação, a combinação de ambas as terapias, genética e radiológica, é melhor do que cada uma delas em separado.
"Percebemos que o tamponamento utilizado como adjuvante da radioterapia não só reduz a quantidade de células tumorais mas também a dosagem de radioterapia necessária", relata Lídia Andrade. Com isso, é possível reduzir os efeitos colaterais da radioterapia.
Para Rafael Bento Soares, doutor em biotecnologia pela USP, a coisa mais interessante da pesquisa é o método desenvolvido para mimetizar o tratamento normal de radioterapia. "Isso pode possibilitar um maior avanço para testar o efeito da radiação em combinação com outras terapias para outros tipos de doenças", disse ele à Folha.
Até então, os pesquisadores trabalhando com radiação em culturas de célula usam um modelo que não reflete a situação real do paciente na radioterapia. Segundo Fátima Leite, o método elaborado por Lídia Andrade é muito simples. "Ela o padronizou cuidadosamente criando um protocolo que realmente mimetiza uma radioterapia e pode ser usado por qualquer pesquisador do mundo", afirmou.
Causado pelo tabagismo crônico, consumo de álcool e até vírus HPV tipo 16, o câncer de cabeça e pescoço está em oitavo no ranking mundial dos cânceres que mais matam. Pelo fato de os homens fumarem e beberem mais e irem menos ao dentista, eles são os mais acometidos pela doença, que atinge as regiões do lábio, língua, glândulas salivares e céu da boca.
Fonte-Folha,com Equilíbrio e Saúde

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Células de defesa ajudam a piorar o quadro em doenças como Alzheimer e Parkinson

Estudo brasileiro mostra que o sistema imunológico provoca a quebra de fibras amiloides em pedaços menores e mais prejudiciais para o organismo

16/10/2012 - Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descreveu pela primeira vez o processo que transforma fibras amiloides, presentes em doenças como Parkinson e Alzheimer, em pedaços menores e mais tóxicos. A pesquisa está disponível no portal do periódico Journal of Biological Chemistry, e será publicado na edição impressa de novembro.

CONHEÇA A PESQUISA
Título original: Amyloid fibrils trigger the release of neutrophil extracellular traps (NETs), causing fibril fragmentation by NET-associated elastase
Onde foi divulgada: revista Journal of Biological Chemistry
Quem fez: Estefania P. C. Azevedo, Anderson B. Guimarães-Costa, Guilherme S. Torezani, Carolina A. Braga, Fernando L. Palhano,Jeffery W. Kelly, Elvira M. Saraiva e Debora Foguel
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Resultado: A pesquisa mostrou que a presença de amiloides no organismo ativa uma resposta do sistema imunológico, que envia neutrófilos ao local. A partie da NETose, o neutrófilo libera a enzima elastase, que fragmenta as fibras amiloides em partes menores e mais tóxicas.

Amiloidose é o termo que designa todas as doenças caracterizadas pelo acúmulo de amiloides, que são aglomerados de proteínas que seguem uma ordenação específica, formando uma fibra. O que muda em cada doença é o tipo de proteína que se acumula e o local do organismo em que isso ocorre. “No Parkinson, os amiloides se depositam em uma região específica, que controla o movimento, por isso o paciente apresenta tremores. No caso do Alzheimer, esses agregados se encontram no hipocampo, em uma região que controla a memória, então o sintoma da doença depende de onde está aquela estrutura amiloide”, disse ao site de VEJA Debora Foguel, professora do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ e integrante do grupo de pesquisadores. (segue...) Fonte: Boainformacao.
Editado com LibreOffice Writer

Esperança para terapia celular: cadáveres podem prover células-tronco

A terapia celular começou a ser estudada muito tempo atrás, história que foi contada recentemente no anúncio do Prêmio Nobel de Medicina de 2012 a John B. Gurdon e Shinya Yamanaka.
Com o potencial de usar uma célula-tronco saudável para substituir outra célula danificada, a terapia celular pode ter inúmeras aplicações, como reconstruir membros perdidos ou sarar o músculo cardíaco após um infarto.
Células-tronco são células estaminais pluripotentes presentes em um embrião nos primeiros dias após a concepção, e podem ser transformadas em quaisquer células existentes no organismo adulto: células nervosas, musculares, do fígado, etc.
Baseado nessa explicação resumida, você já deve ter percebido que essas células estaminais não são exatamente as coisas mais fáceis de se conseguir. Se o aborto já é um tema polêmico por si só, “violar” um embrião para estudar células-tronco
foi o foco da controvérsia por um bom tempo, até que ficou provado que células adultas poderiam ser “reprogramadas” para “voltarem” a serem “células estaminais”, capazes de formar qualquer tecido (essa foi a descoberta que deu o Nobel aos pesquisadores).
Ainda assim, a pesquisa com humanos precisa ser cautelosa. No caso do Nobel, os estudos científicos vencedores foram feitos com animais. Usar cobaias vivas poderia mesmo levantar questões éticas e preocupações, já os mortos… já estão mortos.

Cadáveres têm células vivas

Muito tempo depois de nossos sinais vitais cessarem, pequenas bolsas de células vivem por dias, até semanas.
Um estudo neurocientífico do Instituto Lieber para o Desenvolvimento Cerebral em Baltimore (EUA) conseguiu colher essas células vivas dos escalpos e dos cérebros de cadáveres humanos (mortos há dias) e reprogramá-las em células-tronco.
Em outras palavras: pessoas mortas podem produzir células vivas que podem ser convertidas em qualquer célula ou tecido do corpo. Sendo assim, esse incrível avanço poderia ajudar a tornar disponível de uma vez por todas a terapia celular.
Além disso, o estudo pode lançar luz sobre uma variedade de transtornos mentais, como autismo, esquizofrenia e transtorno bipolar, que podem decorrer de problemas com o desenvolvimento cerebral.

A pesquisa

Células maduras podem ser induzidas a se tornarem células imaturas, conhecidas como células estaminais pluripotentes.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que este mesmo processo pode ser realizado com os chamados fibroblastos, retirados da pele de cadáveres humanos.
Os fibroblastos são as células mais comuns do tecido conjuntivo nos animais, e sintetizam a matriz extracelular, as “bases” complexas entre as células.
Fibroblastos coletados de cadáveres podem ser reprogramados em células-tronco pluripotentes induzidas, utilizando produtos químicos conhecidos como fatores de crescimento que estão relacionados com a atividade das células-tronco.
As células reprogramadas podem então desenvolver-se em uma grande variedade de tipos de células, incluindo neurônios encontrados no cérebro e na medula espinhal.
Mas há uma dificuldade: bactérias e fungos na pele podem causar estragos no cultivo das células em laboratórios, tornando o processo complicado.
Nesse estudo, os cientistas coletaram fibroblastos dos escalpos e dos cérebros de 146 doadores humanos de cérebro para estudo científico, e cresceram células-tronco pluripotentes induzidas a partir deles.
Os corpos estavam mortos de 10 horas a dois dias antes dos cientistas coletarem as amostras, e os cadáveres tinham sido mantidos sob refrigeração no necrotério, mas não congelados.
Os pesquisadores descobriram que os fibroblastos retirados do revestimento do cérebro ou da dura-máter eram 16 vezes mais propensos a crescerem com sucesso do que os retirados do couro cabeludo. Isto era esperado, uma vez que o couro cabeludo é propenso à contaminação por fungos e bactérias.
Surpreendentemente, as células do couro cabeludo se proliferaram mais e cresceram mais rapidamente do que as células da dura-máter. “Isso faz sentido – a pele está em constante renovação, enquanto esse processo na dura-máter é muito mais lento”, disse Thomas Hyde, neurologista e neurocientista que participou do estudo.

Aplicações

Segundo os pesquisadores, cadáveres podem fornecer tecidos do coração, cérebro e outros órgãos para estudo que os pesquisadores não podem obter de forma segura a partir de pessoas vivas.
“Por exemplo, podemos comparar os neurônios derivados de fibroblastos com neurônios reais do mesmo indivíduo”, disse Hyde. “Isso nos diz quão confiável um determinado método para derivar neurônios a partir de fibroblastos é. Isso pode ser crucial se, por exemplo, quisermos criar neurônios que produzem dopamina para tratar alguém com Parkinson”.
Estudar como as células-tronco pluripotentes induzidas se desenvolvem em vários tecidos diferentes também pode lançar luz sobre distúrbios causados por problemas de desenvolvimento.
“Estamos muito interessados nos principais distúrbios neuropsiquiátricos como esquizofrenia, transtorno bipolar, autismo e retardo mental”, disse Hyde. “Ao compreender o que se passa de errado com as células cerebrais nestes indivíduos, poderíamos ajudar a corrigi-las”.[LiveScience, ABCNews]

domingo, 14 de outubro de 2012

Unicamp cria núcleo sobre Parkinson e faz 1ª cirurgia pelo SUS na região

Procedimento faz incisão na cabeça e paciente permanece acordado.
Em hospitais particulares, a cirurgia chega a custar R$ 200 mil.

A cirurgia para tratamento de Mal de Parkinson será oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em um novo ambulatório criado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). No Hospital Estadual de Sumaré (SP), o aposentado Paulo Costa, de 68 anos, passou pela primeira cirurgia desse tipo feita pelo SUS da região. O procedimento cirúrgico, chamado de palidotomia, chega a custar R$ 200 mil em hospitais particulares.
A equipe médica, formada por anestesistas, radiologistas e pelo menos cinco neurocirurgiões, faz uma pequena incisão no topo da cabeça do paciente e alcança o centro do cérebro. Analisando um mapa do cérebro, os médicos calculam o ponto exato da estrutura cerebral profunda para um pequeno estímulo que melhore o controle motor.
 
O paciente permanece acordado durante todo o procedimento. "É fundamental durante a cirurgia que a gente converse pra ver como está indo o procedimento e evitar que a gente lese o paciente", afirma o neurocirurgião Bruno Scarpim.
Após duas horas de cirurgia, o aposentado foi encaminhado para a recuperação. "Se isso perdurar bastante tempo, vai ser uma glória, vai ser fantástico", diz Costa. O aposentado voltou a estudar, mas não conseguiu permanecer por dificuldades de locomoção. "Eu estava na escola. Mas eu fui obrigado a parar, tudo é difícil. Quero aprender a escrever bem.", conta.
Parkinson
A doença de Parkinson não tem cura e afeta a coordenação motora por conta da morte das células que produzem a dopamina. Sem essa substância, os neurônios não conseguem transmitir as mensagens para as outras partes do corpo.
Para ler mais notícias do G1 Campinas e Região, clique em g1.globo.com/campinas
Unicamp cria núcleo sobre Parkinson e faz primeira cirurgia pelo SUS na região de Campinas (Foto: Reprodução EPTV)Unicamp faz primeira cirurgia pelo SUS na região de Campinas (Foto: Reprodução EPTV)

 

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Pesquisadores identificam neurônios que controlam formação da memória

A descoberta de pesquisadores brasileiros e suecos pode ajudar no tratamento de doenças como mal de Alzheimer, esquizofrenia e epilepsia.


Michele RinconNatal

 
 

Pesquisadores brasileiros e suecos identificaram um grupo de neurônios que controla a formação da memória e da lembrança. A descoberta pode ajudar no tratamento do mal de Alzheimer, da esquizofrenia e epilepsia.
Os camundongos transgênicos de laboratório produzem uma proteína de alga sensível à luz, que faz com que os neurônios estudados fiquem coloridos. A luz foi emitida, por fibra óptica, direto no hipocampo, a região do cérebro onde estão as células da memória.
De acordo com o pesquisador Richardson Leão, "o hipocampo é uma salada de células, tem vários e vários tipos de células diferentes. O primeiro passo do nosso trabalho foi encontrar características num determinado tipo de células que daria pra gente separar elas geneticamente".
O estudo durou dois anos e foi feita por pesquisadores do Rio Grande do Norte, do Instituto do Cérebro e também por pesquisadores da Suécia.
O professor Richardson Leão escreveu um dos artigos da pesquisa, assunto da última edição da revista 'Nature Neuroscience'. Ele fala do grupo de neurônios responsável por controlar a formação memória e pela lembrança em si. O professor explica como o camundongo reagiu aos estímulos:
"Quando essas células estão ativadas, elas fazem com que as memórias sejam evocadas, elas te ajudam a lembrar e quando elas estão inativadas, elas desligam essa via da lembrança e te ajudam a aprender”.
As possibilidades abertas com este estudo incluem o tratamento de doenças degenerativas como o mal de Alzheimer, a epilepsia e a esquizofrenia. Os pesquisadores descobriram que as células responsáveis pela memória são sensíveis à nicotina. O desafio será pesquisar um medicamento com fórmula parecida com a da nicotina, sem os efeitos nocivos da substância.
“Essas células, elas vão ser ativadas pela nicotina. Então quando ativas, elas vão melhorar a evocação de memória, elas vão melhorar a lembrança. O que a nicotina vai fazer, ela vai fazer o mesmo efeito que a gente conseguiu fazer com estimulação de luz. A nicotina vai facilitar a lembrança e dificultar o aprendizado naquele determinado momento, naquele determinado circuito”, completa o pesquisador.
Os estudos vão continuar com outros roedores, para melhorar a análise do comportamento diante do estímulo das células.
Fonte:  G1-Jornal Hoje.

Quarta feira, 10  de outubro de 2012

GPI Recarregável Brio™



O GPI (Gerador de Pulsos Implantável) recarregável Brio é o menor GPI recarregável do mercado(1,2). Sua tecnologia avançada de recarga proporciona pelo menos 10 anos de terapia sustentada em altos parâmetros. O GPI Brio proporciona terapia de longo prazo com um sistema de recarga que é confiável, fácil de usar e permite intervalos longos entre recargas. Em adição, o tamanho reduzido do GPI Brio ajuda a proporcionar flexibilidade de implante e melhor estética.

Visão Geral do Produto
Tamanho pequeno de 18 cm3.

O sistema aperfeiçoado de antena permite uma profundidade de implante de até 2,5cm, resultando em uma recarga mais simples para o paciente, oferecendo o potencial de maior conforto e opções de posicionamento.

O GPI Brio oferece intervalos maiores entre recargas para reduzir a complexidade da terapia e auxilia o paciente a manter a continuidade da terapia.

A entrega de estimulação com corrente constante proporciona estimulação consistente ao longo da vida do dispositivo, o que pode reduzir o número de consultas para reprogramação.

Indicações, Contra-indicações, Advertências, Precauções e Eventos Adversos em Potencial.

Favor ler o manual do produto para a descrição completa das Indicações, Contra-indicações, Advertências, Precauções, Eventos Adversos em Potencial e Instruções de Uso.

Referências
1. Brio Deep Brain Stimulation System Clinician’s Manual, May, 2009.
2. Medtronic Activa® RC Model 37612 Implant Manual, 2007
Fonte: Delta Medical Brasilia.

domingo, 7 de outubro de 2012

Nota do Blog. EXCELENTE REPORTAGEM

QUANDO-DEVO-PROCURAR-UM-MEDICO-OU-LEVAR-UM-FAMILIAR,182679,250,0.htm

http://tv.estadao.com.br/videos,
.

Alzheimer: perguntas e respostas


Tire suas dúvidas sobre a doença

Wanise Martinez - O Estado de S.Paulo

O que é?

 - Divulgação
Divulgação

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que provoca a morte acelerada dos neurônios em todas as regiões do cérebro. É um processo difuso que danifica desde as áreas da memória até os centros motores, responsáveis pela locomoção. À medida que a doença evolui, as funções cerebrais vão ficando cada vez mais comprometidas e outros campos vão sendo afetados, como a linguagem, a razão e a habilidade de cuidar de si próprio.

Qual a causa da doença?
Não se sabe ao certo a origem do problema. Estudos apontam que algumas mudanças nas células cerebrais poderiam interferir nas funções cognitivas do paciente, mas não há nada concreto. A idade seria um dos grandes fatores de risco para desenvolver o Alzheimer, mas a predisposição genética também, o que pode justificar casos de desenvolvimento precoce.

Pelo que se sabe até aqui, a doença começa quando há erros no metabolismo de proteínas, como o beta-amiloide, o que provoca acúmulo de placas tóxicas. Também pode haver alterações na proteína tau, o que destrói o esqueleto celular. Ambos os processos levam a uma morte acentuada de células nervosas no cérebro.

Quais são os principais sintomas?
O primeiro deles é a perda da memória recente - como os eventos vividos horas antes. É importante apontar que um esquecimento ocasional não deve ser entendido como sinal da doença. Lapsos de memória só sinalizam a doença quando interferem nas atividades diárias da pessoa.

Além da perda da memória progressiva, o paciente também começa a ter dificuldade para raciocinar, se planejar e, com o tempo, até se comunicar e se locomover. Em boa parte dos casos, surgem ainda a agitação, a ansiedade e a depressão.


Como é feito o diagnóstico?
Não há um exame específico capaz de apontar o Alzheimer. O médico costuma diagnosticar o mal após realizar testes neurológicos e cognitivos para descartar outras doenças. O profissional também leva em conta informações sobre as mudanças de comportamento do paciente, colhidas em entrevistas com ele e com sua família.


Há tratamento para o Alzheimer?
Sim. Existem medicamentos que ajudam a impedir o avanço rápido da doença em seus primeiros anos, mas não há cura. Após o diagnóstico e a orientação médica, o tratamento é iniciado com doses baixas, de modo a diminuir os efeitos colaterais que podem surgir. Os familiares também passam por um processo de orientação em que aprendem mais sobre o que é a doença e como lidar com o paciente.


Existem estudos recentes sobre a doença?
Uma alternativa apontada pelas novas pesquisas seria o efeito neuroprotetor do lítio. A substância impede a atuação de processos metabólicos que causam o Alzheimer, como a formação das placas de beta-amilóide e as alterações da proteína tau - que seriam alguns dos prováveis mecanismos da doença.


Quantas pessoas sofrem de Alzheimer?
Estima-se que 10% das pessoas com mais de 65 anos e 25% daquelas com mais de 85 anos podem apresentar Alzheimer. No Brasil, dos 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos, cerca de 6% apresentam a doença, ou seja, em torno de 1,2 milhão. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esse número deve crescer bastante até 2030, devido ao envelhecimento da população global e ao aumento de casos relacionados à demência.

Fontes: Academia Brasileira de Neurologia (Abneuro), Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) e Wagner Gattaz, professor do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Cientistas descobrem que célula pode gerar novos neurônios.

Pesquisadores descobriram uma forma de gerar novos neurônios humanos a partir de outro tipo de célula adulta encontrada no cérebro. O estudo é um passo adiante nas terapias para o tratamento de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. A descoberta foi divulgada nesta quarta-feira e será publicada na edição de amanhã da Cell Stem Cell, da Cell Press.
"Este trabalho tem como objetivo converter células que estão presentes em todo o cérebro, mas elas próprias não são células nervosas em neurônios", afirma Benedikt Berninger, da Universidade Johannes Gutenberg de Mainz. "O principal objetivo que temos em mente é que isso pode, um dia, permitir que induzamos a conversão dentro do próprio cérebro e, assim, proporcionar uma nova estratégia para reparar o cérebro lesionado ou doente", complementa.
As células que fizeram a mudança de uma "identidade" para a outra são conhecidas como pericitos. Essas células, encontradas em estreita associação com vasos sanguíneos, são importantes para manter a barreira entre sangue e cérebro intacta, e tem sido demonstrado que elas participam no processo de cicatrização em outras partes do corpo. "Agora, se pudéssemos marcar essas células e fazer com que elas produzam células nervosas, poderíamos aproveitar esta resposta à lesão.
Testes mostraram que os neurônios recém convertidos poderiam produzir sinais elétricos e alcançar outros neurônios, fornecendo evidências de que as células convertidas poderiam integrar redes neurais. "Embora haja muito a se aprender sobre a adaptação de uma estratégia de reprogramação neuronal direta para reparação significativa in vivo, nossos dados fornecem um forte apoio para a noção de que a reprogramação neuronal de células de origem pericíticas dentro do cérebro danificado possa se torar uma abordagem Fonte: Jornal do Brasil.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Médico britânico estará no Rio para palestra sobre Parkinson

03/10/12 - Estudantes de medicina fiquem atentos! A Estácio vai receber o britânico Andrew Lees, considerado um dos maiores especialistas em Mal de Parkinson do mundo, na segunda-feira. O médico vai fazer uma palestra e haverá também debate de casos clínicos. O evento é aberto à comunidade médica, alunos e docentes da Estácio, e será em inglês, sem tradução.

Andrew Lees é professor de Neurologia do Queen Square e Diretor da Reta Lila Weston, Instituto para Estudos Neurológicos da UCL desde 1998. O médico é também diretor do Banco de Cérebros Queen Square e do Koe Sara – Centros de Pesquisa paralisia supranuclear progressiva (PSP). O médico alcançou reconhecimento internacional por seu trabalho sobre o Mal de Parkinson e distúrbios do movimento.

Palestra com o médico Andrew Lees
Data: 8 de outubro
Horário: 9h
Local: campus da Estácio nos Arcos da Lapa - Rua Riachuelo, 27, Centro/RJ
Fonte: Extra G1.

Saúde mental

Baixo nível de hormônio IGF-1 está ligado ao aparecimento de Alzheimer em homens

Hormônio agiria prevenindo os processos que desencadeiam o Alzheimer

Memória: Homens com baixos níveis de determinado hormônio correm maior risco de serem diagnosticados com algum problema cognitivo, inclusive com Alzheimer
Memória: Homens com baixos níveis do hormônio IGF-1 correm maior risco de serem diagnosticados com algum problema cognitivo, inclusive com Alzheimer (Thinkstock)
Uma pesquisa feita no Hospital Broca, em Paris, na França, concluiu que baixos níveis de um fator de crescimento conhecido como IGF-1 (sigla em inglês para insulin-like growth fator), hormônio associado à longevidade, estão relacionados ao aparecimento de Alzheimer entre homens — mas não entre mulheres. O estudo, aceito para publicação no periódico Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, mostra que esse hormônio pode ser útil nas abordagens de novos tratamentos contra a demência.

 

O IGF-1 já foi apontado por outros estudos como benéfico para a cognição — além de contribuir para outros fatores, como promover uma melhora da saúde muscular e dos ossos. Segundo pesquisas anteriores, esse hormônio se opõe aos principais processos que ocorrem no organismo responsáveis por desencadear o Alzheimer.
Leia também: Pesquisadores identificam enzima que pode combater Alzheimer
A pesquisa atual mediu os níveis de IGF-1 em 694 idosos com uma idade média de 78 anos. Dos participantes, 481 tinham queixas de problemas de memória e foram diagnosticados com Alzheimer ou comprometimento cognitivo leve. Segundo os resultados, os homens que receberam algum desses diagnósticos apresentavam menores níveis de IGF-1 do que os outros participantes do sexo masculino. No entanto, não houve diferença significativa nos níveis do hormônio entre mulheres com e sem problemas de cognição.
"Como ainda não existe um tratamento que cure a doença de Alzheimer, focar nos fatores modificáveis para desenvolver novas terapias é essencial. Nossa pesquisa mostra uma possível utilidade do IGF-1 no tratamento do problema, particularmente em fases iniciais", diz Emmanuelle Dron, que coordenou o estudo.
Fonte: Veja.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Depressão não é tristeza?

A teoria tradicional diz que a depressão é uma deficiência de serotonina – um neurotransmissor relacionado a funções como o humor, o sono e o apetite – e, para combatê-la, tudo o que os antidepressivos fazem é aumentar a quantidade dessa substância no cérebro. Mas duas questões nessa teoria intrigam os cientistas há algum tempo. A primeira é que, pouco depois de tomar esses remédios, o cérebro já está cheio de serotonina e, no entanto, nada acontece. O segundo é que os efeitos esperados só vão aparecer um mês depois. Um mês é exatamente o tempo que o cérebro leva para produzir novos neurônios e fazê-los funcionar. Foi daí que se suspeitou que existe uma relação entre a depressão e a queda na produção de novas células no cérebro.
Outros indícios reforçaram a hipótese: o estresse – um dos principais fatores que desencadeiam a depressão – também inibe a neurogênese, como se o cérebro estivesse mais preocupado em sobreviver ao fator estressante que em produzir neurônios para o futuro. Mas a primeira evidência concreta veio em 2000, quando cientistas americanos mostraram que os principais tratamentos antidepressivos aumentam a neurogênese em ratos adultos. No ano seguinte, percebeu-se também que bloquear o nascimento de neurônios em ratos tornava ineficazes os antidepressivos. Agora a esperança é encontrar uma forma de estimular a neurogênese e, com isso, aliviar a depressão. Ao que indicam esses estudos, essa doença pode não ser só um estado de tristeza, mas, sim, o efeito da falta de neurônios novos e da conseqüente perda da habilidade de se adaptar a mudanças.
 
 
 Nota. Bem interessante a reportagem:

A revolução do cérebro.

Memória em dia: alimentos que estimulam o cérebro

A fisetina é uma substância que se encontra no morango, pêssego, uva, kiwi, tomate, maçã e também na cebola e espinafre. Segundo o Instituto Salk, na Califórnia (EUA), essa substância vem sendo considerada fundamental para manter a memória jovem, porque sua função é estimular a formação de novas conexões entre os neurônios (ramificações) e fortalecê-las. Os alimentos deste grupo contêm substâncias que facilitam a comunicação entre os neurônios, aumentando também a capacidade de pensar, se concentrar, aprender e memorizar. Confira abaixo alguns nutrientes e minerais amigos do cérebro:

- Zinco, Selênio, Ferro e Fósforo: Sais minerais que participam de inúmeras trocas elétricas e mantêm o cérebro acordado e ativo (elétrico). Presente em todas as sementes e grãos, em raízes e nas folhas verde escuro, iogurtes.

- Vitamina E: Poderosa ação antioxidante. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Vitamina C: Famosa ação antioxidante. Presente nas sementes frescas e cruas que foram pré-geminadas, assim como na maioria das frutas.
- Vitaminas do complexo B: Regulam a transmissão de informações (as sinapses) entre os neurônios, presente nas sementes e nas fibras dos alimentos integrais e proteínas.

- Bioflavonoides: São polifenois com forte ação antioxidante. Além das sementes, são encontrados também no limão, frutas cítricas, uva e nas folhas verde escuro.

- Colina: Participa da construção da membrana de novas células cerebrais e na reparação daquelas já lesadas. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Acetil-colina: Um neurotransmissor, fundamental para as funções de memorização no hipocampo. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Fitosterois: Estimulante poderoso do sistema de defesa do organismo, reduzindo proliferação de células tumorais, infecções e inflamações. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Fosfolipídeos (entre eles a Lecitina): Funcionam como um detergente, desengordurando todos os sites por onde passa. Além disso, participam na recuperação das estruturas do sistema nervoso e da memória. Presente em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.
- Ômega-3: Funciona como um antiinflamatório poderoso, evitando a morte dos neurônios. Existem somente três fontes: os peixes de águas frias e profundas e as sementes de linhaça e prímula.

- Carboidratos: A glicose é a energia exclusiva do cérebro. Por isso, ficar muito tempo sem comer carboidratos diminui a atividade mental. Carboidratos complexos (pão, batata, grãos) são absorvidos mais lentamente, fornecendo energia de forma regular. Já o açúcar dos doces é absorvido tão rapidamente que é armazenado como gordura, sem fornecer energia de modo constante.

- Cafeína: É um potente estimulante do sistema nervoso central. Tem efeitos positivos, como aumento da disposição física e diminuição do sono. Em excesso, causa danos à memória. Café e chá verde.

- Triptofano: Aminoácido que atua no sono e na performance cerebral. Pode ser encontrado no leite, queijo branco, nas carnes magras e nozes
Fonte; Uol.com.br
 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A utilização de Pramipexole e o risco de pneumonia

29 September 2012 - Os doentes com doença de Parkinson têm um risco elevado de pneumonia e ensaios randomizados "sugerem" que este risco pode ser aumentado com o agonista da dopamina pramipexol. Mas é incerto que os agonistas da dopamina pramipexol ou outros aumentem o risco de pneumonia. (segue.., em inglês) Fonte: Bio Med Central.http://www.biomedcentral.com/1471-2377/12/113/abstract