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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

sábado, 29 de dezembro de 2012

 
Dalva Molnar
 
Uma amiga para toda hora, um exemplo de sabedoria. Uma mulher forte, que faz com que as dificuldades que esse mal lhe proporciona se transformem em palavras e ações de conforto para aqueles amigos que por vezes, até em melhores condições que ela, não tem a paciência e galhardia com que ela enfrenta o parkinson. Para mim, um símbolo de nossa luta constante e uma honra privar de sua amizade. Aproveito para desejar a todos UM FELIZ 2013, com muitas realizações, paz e saúde.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Quero desejar a todos um Feliz Natal, lembrando da importância dessa data e que, através das nossas acões e boas atitudes possamos, quem sabe, mudar o mundo. Fazendo  uma retrospectiva do que foi a vida daquele que veio para nos salvar, o dia é de celebração pelo seu nascimento, mas não só de excessos de comidas e bebidas, consumismos e presentes. É também momento de oração.
Assim sendo, quando a sua mesa hoje a noite estiver farta, reserve um pouco para aqueles que nada tem. Procure dar uma volta e olhe em baixo dos viadutos, que sempre haverá alguém para saborear algo do melhor que você tiver nessa ceia. Não basta só dar. Bom é você dividir o caro, o gostoso, o trabalhoso. É aí que está o mérito e a verdadeira caridade. E sempre peço a "Papai Noel", na virada do ano a cura para todos os males que atormentam a humanidade e que Nicolá traga, nos nossos sonhos, um insight para os cientistas e nos brinde com uma palavrinha bem curta e tão esperada. A CURA DESSE MAL QUE TANTO NOS ATORMENTA.

Livro de Ivaldo Bertazzo ensina exercícios corporais que estimulam o cérebro.

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1202728-livro-de-ivaldo-bertazzo-ensina-exercicios-corporais-que-estimulam-o-cerebro.shtml
Folha online.Equilíbrio ne Saúde.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Miguel Nicolelis fala sobre cérebro

'Entendemos hoje que o cérebro sempre tem um 'ponto de vista' adquirido pelo acúmulo das suas experiências passadas', afirma o pesquisador
Por Flavio Lobo São Paulo
Abrir no Link abaixo.

Quem se propõe a fazer uma breve apresentação de Miguel Nicolelis se vê diante de pelo menos dois desafios. Um deles é resumir as aspirações do neurocientista, o outro, sintetizar as suas realizações.

(No vídeo ao lado, reportagem do Fantástico aborda projeto de Nicolelis)
As metas que norteiam este médico paulistano, formado na Universidade de São Paulo (USP), que se tornou chefe de um dos mais importantes laboratórios de neuroengenharia do mundo, impressionam pela grandeza. Nicolelis busca uma nova compreensão do cérebro capaz de mudar a ideia que o homem faz de si mesmo e, ao mesmo tempo, propiciar avanços que beneficiem pessoas que sofrem de paralisia e de doenças como Alzheimer e esquizofrenia. Está decido a fomentar o desenvolvimento de regiões e populações pobres por meio da criação de polos de produção científica e de um modelo de educação que revolucione a formação básica de milhões de estudantes.

O segundo desafio ao apresentar Miguel Nicolelis é ser sucinto quanto a suas credenciais e conquistas. Autor de diversos trabalhos publicados nas mais prestigiadas revistas científicas do mundo, ele já fixou vários marcos na história das ciências do cérebro.
Globo Universidade - Você é um dos principais protagonistas de uma revolução teórica que vem mudando a forma de compreender e estudar o cérebro. Qual é a essência dessa revolução?
Miguel Nicolelis – Nos últimos 20 anos, estamos deixando de achar que o neurônio isolado, a célula isolada, é a unidade funcional do cérebro. Rompemos com a visão reducionista, de que para entender o cérebro, a gente tem que picar ele em pedacinhos. O doutor César Timo-Lária, que foi meu orientador, costumava dizer que assim você vira o especialista que sabe tudo do nada. E é a pura verdade. O pessoal achou que ia pegar o cérebro, ia cortar, chegar à proteína da sinapse, e ia explicar como tudo funciona. O neurônio é a unidade anatômica, mas para o cérebro produzir qualquer tipo de comportamento, tem que haver atividade coerente de um grande número de células, que formam um circuito neural. O cérebro, basicamente, é um sistema que produz o que ele produz como consequência de uma série de propriedades emergentes desses bilhões de neurônios que se intercomunicam. Tentar entendê-lo olhando um neurônio de cada vez é como querer entender a Floresta Amazônica examinando folha por folha. Não há como você reconstruir a floresta a partir dessas unidades porque a interação no ecossistema é muito mais complexa do que se pode perceber ao examinar a folha. Mais recentemente, em vez de ver o cérebro como um decodificador das grandezas físicas que vêm do ambiente, impactam no corpo e informam o cérebro – que então tem que gerar um código, como se fosse um computador –, estamos criando o que eu chamo de “visão relativística do cérebro”. Entendemos hoje que o cérebro sempre tem um “ponto de vista” adquirido pelo acúmulo das suas experiências passadas e o que ele faz continuamente é checar suas hipóteses, seus modelos de realidade. Estamos, portanto, substituindo uma concepção do cérebro como decodificador por uma visão do cérebro como um grande modelador, um simulador da realidade. A diferença é como do dia para a noite. Uma verdadeira revolução conceitual. Muda a forma como pensamos a nossa identidade, como corpos, seres vivos, indivíduos, e também como encaramos as doenças neurológicas. Por isso acho que vem por aí uma sequência de novas terapias para doenças neurológicas. Tratamentos que vão emergir de uma nova visão de como o cérebro opera.

GU – Você pode dar um exemplo disso, de uma nova abordagem em relação a uma doença específica?

AVC silencioso pode levar à doença de Parkinson

Embora condições tais como um acidente vascular cerebral grave têm sido associados à doença de Parkinson, para muitos doentes os tremores e outros sintomas da doença parecem vir do nada.

Cientistas da Universidade de Manchester, descobriram que um pequeno derrame, também conhecido como um acidente vascular cerebral silencioso, pode causar a doença de Parkinson.

Ao contrário de um grave acidente vascular cerebral, um acidente vascular cerebral silencioso pode não apresentar sintomas externos de ter ocorrido. Isso acontece quando um vaso sanguíneo no cérebro está bloqueado para apenas uma quantidade de tempo muito curto e muitas vezes os pacientes não sabem que eles foram vítimas de um.

No entanto, parece agora que um dos efeitos duradouros de um golpe silencioso pode ser a morte de neurónios dopaminérgicos na substantia nigra do cérebro, que é uma região importante para a coordenação do movimento.

"No momento, não sabemos por que os neurônios dopaminérgicos começam a morrer no cérebro e, portanto, por que as pessoas contraem a doença de Parkinson. Houve sugestões de que o estresse oxidativo e envelhecimento fossem responsáveis. O que queríamos fazer em nosso estudo foi olhar para o que acontece no cérebro fora da área imediata onde um derrame silencioso ocorreu e se isso poderia levar a danos que possam resultar em doença de Parkinson, "disse o Dr. Emmanuel Pinteaux, que liderou a pesquisa.

Os pesquisadores da Faculdade da Universidade de Ciências da Vida induziram um leve acidente vascular cerebral semelhante a um derrame silencioso na área estriado do cérebro de ratos. Eles descobriram que não havia inflamação e danos no cérebro no estriado após o acidente vascular cerebral, o que eles esperavam. O que os pesquisadores não esperavam era o impacto em outra área do cérebro, a substância negra.

Quando analisada a substantia nigra eles registraram uma rápida perda de substância P (uma substância química chave envolvidos no seu funcionamento), assim como a inflamação.

A equipe então analisou mudanças no cérebro, seis dias após o acidente vascular cerebral leve e encontrou neurodegeneração na substância negra. Neurônios dopaminérgicos tinha sido morto. (segue…, em inglês, tradução Hugo)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Tratamento de câncer


E outras doenças ganha impulso com a nanotecnologia

A nanotecnologia, utilizada na medicina para diferentes tratamentos de saúde, tem se tornado indicada para o combate a doenças que vão do câncer de pele ao mal de Parkinson e de Alzheimer, graças ao desenvolvimento de novas técnicas para sua aplicação. Uma série de pesquisas realizadas pelo Grupo de Fotobiologia e Fotomedicina do Centro de Nanotecnologia e Engenharia Tecidual da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto, tem resultado em diferentes possibilidades de tratamento, viáveis técnica e economicamente.


Fonte: PlanetaUniversitário.com

sábado, 15 de dezembro de 2012

Pesquisa que transforma células do cérebro

Nova pesquisa, divulgada no mês passado, na revista Cell Stem Cell, pode ajudar a tratar danos neurológicos e doenças neurodegenerativas como a de Parkinson e o Alzheimer. Desenvolvido por pesquisadores alemães, o estudo aponta um método de gerar novos neurônios humanos por meio de outros tipos de células.
O objetivo foi converter células presentes no cérebro, mas que não são nervosas, em neurônios, para reparar os danos do cérebro doente. O grande desafio dos cientistas foi encontrar células que pudessem ser convertidas em neurônios. Os pesquisadores analisaram amostras de células retiradas de 30 voluntários e puderam comprovar que é possível reprogramar células que têm, entre outras funções, a de manter a estrutura que protege o cérebro contra substâncias químicas presentes no sangue.
Essa estrutura, apesar de proteger, atrapalha a ação de medicamentos porque impede a sua passagem, criando uma barreira. Como, por exemplo, é o caso de medicamentos destinados a amenizar a depressão. Essas células são chamadas de pericitos e, quando transformadas em neurônios, têm a capacidade de produzir sinais elétricos e de se comunicar com outros neurônios, integrando-se ao sistema nervoso do corpo.
A conversão só foi possível acontecer devido a outras pesquisas já desenvolvidas, que identificaram a reprogramação de diferentes células a partir da ação de proteínas conhecidas como fatores de transcrição.
Apesar do avanço, os pesquisadores disseram que serão necessários outros testes, entretanto, o estudo já comprovou que é possível adotar a estratégia de reprogramação neuronal para a reparação de tecidos vivos. Para a doença de Parkinson essa pode ser uma alternativa viável no futuro, já que esses neurônios convertidos podem substituir os neurônios degenerados.
A doença de Parkinson é degenerativa e progressiva do sistema nervoso, com evolução lenta, costuma atingir pessoas entre os 50 e 79 anos. Entre os seus sintomas, os mais comuns são tremores, lentidão dos movimentos e rigidez. O tratamento é realizado com medicação e terapias alternativas, entretanto, a progressão da doença é inevitável.
Fonte; Internet

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

laços da medicina com a ind farmacêutica


Nos últimos meses, um tema polêmico tem aparecido mais frequentemente na mídia: o potencial prejuízo que o “inevitável” laço entre medicina e indústria farmacêutica pode causar nos pacientes.
Muitos artigos e estudos têm argumentado que a indústria farmacêutica se utiliza de táticas e estratégias imorais e nada éticas para vender remédios que absolutamente não ajudam os doentes.

O estudo analisou 2.047 artigos sobre pesquisas biomédicas desacreditadas e retraídas de publicações científicas, e constatou que a maior razão para a sua retração não foram erros honestos (não propositais), mas sim pura fraude.
Enquanto isso, um médico inglês, Benjamin Goldcare, denunciou um comportamento condenável da indústria farmacêutica: em busca de proteger os próprios interesses econômicos, os laboratórios farmacêuticos nem sempre liberam os remédios ao mercado com a garantia de que farão bem aos pacientes.
Para vender esses remédios ineficazes, as empresas forjam ou só publicam estudos acadêmicos e resultados de testes favoráveis sobre eles, escondendo totalmente o fato de que alguns apresentam efeitos colaterais perigosos.
Se você acha que já ouviu o suficiente, prepare-se para conhecer a pior parte de tudo isso: tal comportamento não é ilegal.
No Brasil, a entidade que libera remédios para uso comercial é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), um órgão ligado ao Ministério da Saúde. Existem 23 laboratórios oficiais ligados à Anvisa que fornecem medicamentos para o Sistema Único de Saúde (SUS).
As centenas de laboratórios privados, no entanto, estão sob observação menor (para não dizer sem observação


Fonte:

Nota do blog.
A função do blog é de informar, publicando  reportagens que considero de interesse geral.
Sugestão de um amigo comum, Hamilton Guerra.

FELIZ NATAL

Melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz
                                                                                                                                                                                        FELIZ NATAL -  A MERRY CHRISTMAS                           



Eu estou pensando em você hoje porque é Natal, e eu lhe desejo felicidade.
E amanhã, porque será o dia seguinte ao Natal,
Eu ainda lhe desejarei felicidade.
Eu posso não ser capaz de lhe falar sobre isto diariamente,
Porque eu posso estar ausente, ou nós podemos estar muito ocupados.
Mas isso não faz diferença.
- Meus pensamentos e meus desejos estarão com você da mesma forma.
Qualquer alegria ou sucesso que você tenha, me fará feliz. Me iluminará por todo ano.
Eu desejo a você o Espírito do Natal.


SÃO OS MEUS VOTOS  E QUE TODAS FAMÍLIAS AO REDOR DO MUNDO CONSIGAM  TRAZER A UNIÃO DOS POVOS, A TÃO SONHADA PAZ,  SAÚDE, TOLERÂNCIA E QUE EM TODOS IDIOMAS VOCÊS CAPTEM MINHA ENERGIA
E AMOR! 

Maconha embala aula

Maconha embala aula de ioga na Califórnia

Este é o terceiro ano em que Liz McDonald dá um curso aos sábados intitulado "420 Remedy Yoga". O estúdio dela, "Brazilian Yoga", fica em Atwater Crossing, um centro boêmio próximo de Glendale, Califórnia. Como cortesia para seus alunos de Glendale, alguns dos quais podem estar perambulando em estado de graça, McDonald começa sua aula às 16h25.

O número 420 é código para "fumar maconha". O termo se originou em Marin County, no início dos anos 1970, quando um grupo de estudantes de ginásio se reunia às 16h20 para começar a fumar seus baseados.

Naquela época, anos depois de Richard Alpert ter mudado seu nome para Ram Dass, os experimentos com drogas andavam de mãos dadas com a busca pelo ser/consciência/alegria, busca essa que é também um dos fundamentos da ioga e da meditação.

Num sábado recente, McDonald iniciou sua aula devagar. Os alunos se deitaram no chão, ao som de jazz relaxante com toques indianos, enquanto ela os incentivava a imaginar que suas esteiras eram tapetes mágicos particulares.

Eles passaram algum tempo se alongando preguiçosamente, alguns deles olhando para as lanternas brancas penduradas das vigas, como se estivessem apreciando pela primeira vez as qualidades etéreas do papel de arroz.

McDonald foi andando entre os alunos, ajustando as posturas deles com pressões suaves. Seu cachorrinho Prince a acompanhava; de vez em quando ele imitava a dona, encostando seu focinho nos alunos.

Uma hora e meia mais tarde a aula terminou com a tradicional "postura do cadáver", em que os alunos ficam deitados de bruços, com as palmas para cima, e parecem unir-se ao chão debaixo deles.

Os praticantes de ioga que curtem deixar seus pensamentos voar longe e que vivem no Colorado e no Estado de Washington, cujos eleitores recentemente aprovaram a legalidade da maconha em doses pequenas para uso recreativo, podem começar a ver outras aulas como a de Liz McDonald. (A posse de maconha ainda é um delito federal, de modo que o período atual é de transição complexa.) (…)

A ioga e o consumo de ervas estão vinculados desde a antiguidade. Os sutras da ioga, escritos em sânscrito antes da era de Cristo, são vistos como o texto fundador da prática.

Os sutras citam as ervas como um dos cinco métodos que podem ser usados para erguer o véu da ignorância, ou seja, a barreira entre o consciente e o inconsciente. Mas William Sands expressou ceticismo, dizendo que as "ervas" em questão poderiam ser algo tão pouco polêmico quanto o cardamomo. "As pessoas que interpretam as 'ervas' dos sutras como sendo maconha estão buscando um argumento para justificar o que querem", disse ele.

Contudo, Mark Haskell Smith, romancista e autor do livro de não ficção "Heart of Dankness: Underground Botanists, Outlaw Farmers, and the Race for the Cannabis Cup", tem certeza que os sutras não fazem alusão ao cardamomo. Praticante de ioga há 20 anos, Smith disse que ocasionalmente fuma maconha quando faz ioga. Quando o faz, contou, "consigo mergulhar mais fundo nos ássanas", ou posturas.

"Parte do objetivo da ioga é relaxar o corpo", ele comentou. "E a maconha ajuda muitas pessoas a relaxar." Íntegra na fonte: Folha de S.Paulo.

Cientistas reprogramam células de urina para gerar neurônios

Pesquisa chinesa pode ser útil no tratamento de doenças como Alzheimer e Parkinson

10 de dezembro de 2012 | Cientistas chineses afirmam ter conseguido reprogramar células de urina humana em células cerebrais (progenitoras neurais), em uma pesquisa que pode contribuir para futuros avanços no tratamento de males degenerativos como Alzheimer e Parkinson.

A pesquisa, publicada na mais recente edição do periódico Nature Methods, afirma que células de urina foram isoladas de três doadores, de 37, 10 e 22 anos, e reprogramadas para gerar células progenitoras neurais (NPCs), que são precursoras das células cerebrais. Estas NPCs, por sua vez, foram capazes de se subdividir e "gerar com eficiência neurônios funcionais" distintos in vitro.

Os mesmos cientistas haviam identificado no ano passado que a urina humana contém células do rim "que podem ser reprogramadas em células-tronco pluripotentes induzidas (iPSCs)". Agora, dizem ter avançado neste método.

"Ainda faltam análises, mas reportamos que as células sobrevivem e se dividem quando transplantadas ao cérebro de um rato recém-nascido", diz o estudo, liderado por Duanquing Pei, da Academia Chinesa de Ciências.

Células progenitoras neurais são potenciais fontes de neurônios para pesquisa, com a vantagem de se dividirem e, por conta disso, poderem ser "expandidas" em laboratório antes que sejam divididas em neurônios.

Pesquisa e teste de medicamentos. "Há um grande interesse em gerar progenitoras neurais de indivíduos com doenças degenerativas", diz comunicado da Nature Methods.

"E como as células a serem reprogramadas são derivadas de (processos) não-invasivos, da urina de doadores, os autores da pesquisa propõem que o procedimento deve ser praticável para gerar progenitoras neurais específicas para determinadas doenças", acrescenta a publicação.

"Neurônios derivados dessas células podem ser úteis para pesquisas em males neurodegenerativos e para o teste de novos medicamentos", conclui o comunicado.

A pesquisa de Duanquing Pei lembra que ainda não há medicamentos eficientes para combater diversas doenças neurológicas.

Há importantes avanços no campo de células-tronco, mas o método é alvo de questionamentos por alas mais conservadoras porque as células são obtidas de embriões humanos. Além disso, existe o risco de rejeição do sistema imunológico. A vantagem da pesquisa chinesa é evitar esses dilemas.

Além disso, reportagem da revista Nature aponta que o estudo pode ajudar pesquisadores a produzir mais rapidamente células específicas para cada paciente, em número maior.

"Progenitoras neurais proliferam em cultura, então os pesquisadores podem produzir diversas células para seus experimentos", diz a reportagem.

Um geneticista consultado pela revista afirma que outra vantagem de obter células dessa forma é que a urina pode ser coletada de quase qualquer paciente. Fonte: O Estado de S.Paulo. No Globo G1.
Editado com LibreOffice Writer

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

dinâmica

O interessante do blog é exatamente a dinâmica que podemos dar. No meu caso, quando coloquei o nome no blog foi exatamente para poder ter a opção de não só falar de Parkinson. Acho importante as reportagens que publico sobre várias doenças neurológicas e degenerativas, como acho também interessante informar sobre o diabetes e outras tantas doenças. O ideal mesmo era que pudéssemos viver num mundo sem doenças, sofrimentos e discrepância sociais, culturais, morais e todos os "AIS" da vida.
Bem, outro dia me perguntaram se meu blog era só sobre o "Mal de Parkinson"?
Respondi que não. O diálogo foi interessante. A interlocutora ficou me olhando e disse: Mas vc é portadora,  não seria mais interessante vc só falar desse mal? 
Olha, tem cada cabeça pequena nesse mundo. Tem horas que me acho há mil anos luz a frente de algumas pessoas. Como se eu comesse Parkinson, vivesse Parkinson, transasse Parkinson. Minha indignação foi tanta que falei. Espera  aí., então se cada um que tiver uma doença, fizer um blog e só postar sobre sua doença? O mundo vai ficar negro. Vai virar o buraco de Ozônio, e educadamente argumentei: olha companheira, eu não sou mulher de fazer uma coisa só. Sou geminiana, sou baiana (Porque na Bahia se brinca assim: baiano não nasce, estreia) e eu tenho uma coisinha aqui na veia, que corre igual no seu corpinho, que se chama "Sangue".
Primeiro, não pedi a ninguém essa doença intrusa na minha vida.
Segundo, ela não me pertence. Devolvo ao universo todos os dias e vivo todo momento da minha vida intensamente, e não gosto de baixo astral. Se você acha que o meu blog não está legal, não acesse, por favor! Deixe para fazer isso quem gosta e acha bom. Agora, não falo de mortes, desgraças, pois acredito que tragédia gera tragédia. Nosso pensamento é forte, se eu gosto de ser alegre, eu vou lá esta cultivando   TRISTEZAS?
 A doença por se só é muito desagradável e a gente nem pode esquecer totalmente dela,  pois, ela se faz lembrar. Acho que pessoas devem procurar viver com mais tranquilidade.
Eu amo meu blog, meio bagunçado igual a dona. Mas é meu (It's Mine).
Todo radicalismo acaba em brigas, guerras e outras coisas. Desde os primórdios da humanidade se mata em nome de Cristo. Agora eu vou brigar por causa da Doença de parkison? Euzinha aqui? Mais nem morta. Eu posso brigar se alguém falar dos Beatles, Eric Clapton, Simon, dos meus filhos, amigos .
Se você é boa, criticam, se é megera, também. Se é chata, vixe Maria! Se é legal tentam tripudiar na sua cabecinha. Então galera como viver? Como agradar a Gregos e Troianos?

domingo, 9 de dezembro de 2012

Campanha tenta expressar como se sente portador de Parkinson

The Assembly cria impressos para conscientização sobre a doença

Anúncio impresso que tenta expressar, sem o uso de nenhuma tecnologia, como um portador do Mal de Parkinson se sente
06/12/2012 - São Paulo - Você consegue imaginar como se sente alguém com Parkinson? A agência The Assembly criou um anúncio impresso que tentasse expressar, sem o uso de nenhuma tecnologia, como um portador do Mal de Parkinson se sente.

Preparar uma xícara de chá, fazer uma torrada ou apenas colocar uma meia: as tarefas mais simples do dia a dia se tornam grandes desafios. As peças fazem parte da campanha de conscientização da doença na Grã-Bretanha, que começa na próxima segunda-feira.

A campanha é resultado de uma parceria que começou em julho deste ano, quando a agência foi encarregada de ampliar a presença da Parkinson’s UK na mídia, alcançando mais pessoas afetadas pela doença. Além dos impressos, a The Assembly também irá fazer ativações em redes sociais. Fonte: Revista Exame.

Editado

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Pedalar pode atenuar os sintomas de Parkinson

Pedalar pode atenuar os sintomas de Parkinson

O simples ato de pedalar pode contribuir para atenuar os sintomas da doença de Parkinson, que provocam tremores e uma gradual perda de mobilidade. A descoberta é de uma equipa de cientistas do Cleveland Clinic Lerner Research Institute, no Ohio, EUA.
A investigação desta relação começou graças a um acaso quando Jay Alberts, o responsável pela pesquisa, participou numa corrida solidária de bicicleta pelo estado de Iowa para chamar a atenção da comunidade para a doença de Parkinson.

Em comunicado, Alberts explica que nessa corrida participou uma paciente que, ao acompanhar o seu ritmo acelerado, registou, no final da prova, melhorias nos sintomas.
Segundo o investigador, esta “feliz coincidência” orientou o objeto de estudo deste trabalho que tentou analisar qual a ligação entre as regiões do cérebro que estão associadas ao Parkinson e o exercício físico.
Durante a investigação foram analisados 26 pacientes portadores desta patologia. Durante três vezes por semana, por um período de oito semanas, os pacientes utilizaram bicicletas para fazer exercício, sendo que um grupo pedalou ao ritmo normal e o outro a um ritmo acelerado.
No grupo que pedalou com mais velocidade verificou-se uma melhoria nas regiões do cérebro que estão associadas ao movimento e mobilidade, comprovando que pedalar com mais velocidade produz efeitos positivos no cérebro e pode constituir-se "como uma terapia de baixo custo para a doença de Parkinson".
Agora os cientistas estão a tentar perceber se outras formas de exercício têm os mesmos efeitos no cérebro e se os pacientes de Parkinson podem, de forma segura, utilizar equipamento para pedalar como um tratamento complementar.
De destacar que esta correlação entre a atividade física e os sintomas do Parkinson não é uma novidade, visto que, no início do ano foi publicado um estudo que concluiu que a técnica de exercício chinesa Tai Chi ajudava os pacientes de Parkinson a controlar melhor os seus movimentos.

Para já, esta descoberta ainda é preliminar, por isso, não foi publicada em nenhuma revista científica, tendo sido, no entanto, apresentada no encontro anual da Radiological Society of North America (RSNA), em Novembro.

Clique AQUI para aceder ao comunicado da RSNA (em inglês).

[Notícia sugerida por Vítor Fernandes e Raquel Baêta]
Fonte: Boas Notícias.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

 

  • Um amigo querido postou no Facebook. Achei muito bonito.
  • Um presente para para vocês.
     
    O DESPERTAR...
    "Às vezes é preciso perder para dar valor. 
Chorar para aprender a amar.
Confiar para se entregar.
Ouvir para nunca gritar.
Todos irão sofrer um dia, para saber o verdadeiro sentido da felicidade!
Se sentir saudades procure,
Se sentir vontade faça,
Se tiver medo lute,
Se perder esqueça, mesmo que doa,
Se gostar viva!
Mais Lembre-se que nunca é tarde para recomeçar."

(Autor Desconhecido)
    ‎"Às vezes é preciso perder para dar valor.
    Chorar para aprender a amar.
    Confiar para se entregar.
    Ouvir para nunca gritar.
    Todos irão sofrer um dia, para sabe...
    r o verdadeiro sentido da felicidade!
    Se sentir saudades procure,
    Se sentir vontade faça,
    Se tiver medo lute,
    Se perder esqueça, mesmo que doa,
    Se gostar viva!
    Mais Lembre-se que nunca é tarde para recomeçar."Autor Desconhecido

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Não se acostume

Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

Fernando Pessoa

Nova pesquisa de Miguel Nicolelis faz macaco movimentar e sentir braço virtual apenas com a mente

Estudo, publicado na edição online da revista 'Nature', abre caminho para a criação de uma nova geração de próteses robóticas controladas pelo cérebro

Jones Rossi
Cientista e professor Miguel Nicolelis em seu laboratório na Duke University em Durham, Carolina do Norte
O cientista Miguel Nicolelis em seu laboratório na Duke University, em Durham, Carolina do Norte: sua nova pesquisa fez macacos moverem um braço virtual usando apenas sinais do cérebro (Gilberto Tadday)
Mais uma etapa do ambicioso projeto Walk Again, coordenado pelo cientista brasileiro Miguel Nicolelis, que pretende criar uma veste robótica capaz de fazer um tetraplégico voltar a andar, foi revelada nesta quarta-feira. Em estudo publicado na edição online da revista Nature, Nicolelis e sua equipe relatam a experiência em que fizeram um macaco controlar um braço virtual usando apenas o pensamento. Mas a pesquisa foi além: o macaco recebeu de volta sinais táteis, como se o braço virtual pudesse sentir a textura dos objetos de verdade, feito inédito na história da ciência. Continua
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/nova-pesquisa-de-miguel-nicolelis-faz-macacos-movimentarem-braco-virtual-apenas-com-a-mente

sexta-feira, 30 de novembro de 2012


GSK condenada a pagar doente de Parkinson por efeitos colaterais de Requip

Christine Jambart comforts her husband, Didier, in the courthouse in Rennes. Source: AFP

November 29, 2012 - Ele era um membro honrado da comunidade, um marido amoroso e um pai responsável - até que lhe foi prescrito um tratamento para a doença de Parkinson. Dentro de dois anos, Didier Jambart havia se tornado viciado em jogo e em sexo gay que vendeu brinquedos de seus filhos para arrecadar dinheiro e exibiu-se na internet.

Em uma decisão inédita, um tribunal de recurso concedeu ao Sr. Jambart quase 200.000 euros (247.000 dólares) por danos da GlaxoSmithKline, a gigante farmacêutica britânica.

Sr. Jambart, 52 anos, estava em lágrimas ante os juízes manteve a afirmação de que sua vida havia se tornado "um inferno" depois que ele começou a tomar Requip, uma droga fabricada pela GSK. "Este é um grande dia", disse ele depois que o tribunal rejeitou o recurso da empresa contra uma decisão anterior para conceder-lhe 117.000 €.

Com a constatação de que havia "séria, precisa e corroborada" evidência para culpar a sua transformação com Requip, eles aumentaram o nível de danos a 197,468.83 euros.

Com Christine, sua mulher, em pé ao seu lado, o Sr. Jambart acrescentou: "Foi uma batalha de sete anos para obter o reconhecido, com os meios limitados de que dispomos, que a GlaxoSmithKline mentiu para nós e quebrou nossas vidas por razões comerciais.

"Estou feliz que a justiça tenha sido feita. Estou feliz por minha esposa e meus filhos. Estou nas últimas e vou ser capaz de dormir à noite e com a vida p'rá frente. Mas não é como se tivéssemos ganhado na loteria. Isto nunca vai substituir os anos de dor ".

O tribunal ouviu que o Sr. Jambart, um gerente de banco, vereador e pai de dois filhos de Nantes, no oeste da França, havia tentado cometer suicídio oito vezes depois de desenvolver uma paixão por jogos de azar e sexo quando ele começou a tomar Requip para a doença de Parkinson em 2003.

Ele disse que tinha esvaziado sua conta bancária, vendido brinquedos de seus filhos e roubado dinheiro de colegas de trabalho, amigos e vizinhos. Ele jogou um total de 82.000 euros, na sua maioria as apostas em corridas de cavalos na internet, ouviu o tribunal.

Sr. Jambart disse que também esteve envolvido em uma busca frenética por sexo gay - exibindo-se em sites na internet e organizando encontros, um dos quais resultou em ele ser estuprado. "Eu desenvolvi um hipersexualidade que se manifestou na forma de uma busca de prazer com homens e exibicionismo na internet", disse ele ao Oeste France, o jornal local de Nantes. "Minha família não entendia o que estava acontecendo - eu, um ex-vereador e gerente de banco."

Ele disse que seu comportamento voltou ao normal quando se deparou com um site que fez a ligação entre Requip e vícios em 2005 e parou de tomar a droga. "Minha vida era um inferno. Ela ainda é porque você não pode se esquecer de uma catástrofe como essa."

O tribunal ouviu que avisos sobre efeitos colaterais do Requip foram tornados públicos em 2006. O Sr. Jambart disse que a GSK deveria ter informado aos pacientes mais cedo.

"Requip é um bom remédio. Oferece soluções inegáveis ​​para as pessoas com doença de Parkinson", disse ele. "Mas as regras do jogo devem ser transparentes. Requip tem efeitos indesejáveis ​​e não é honesto, não dizer isso."

Jacques-Antoine Robert, advogado da GSK, disse ao tribunal em Rennes que a empresa tinha "sérias dúvidas" sobre o pedido de J. Jambart de ter desenvolvido dependência depois de tomar a droga. (em inglês) Fonte: The Australian.au. Em español no Ocio Gay.es. Em português no Globo G1.

Nota do blog.
Acredito plenamente pois eu após tomar "SIFROL", passei a ter compulsão por comer doces e não posso pois sou diabética. Passei também a comprar tudo que vejo desenfreadamente. Não consigo controlar.São anos de agonia.Agora partirei para um tratamento psicológico.  São os ossos do ofício. È o saldo que Mr. Parkinson deixou para mim.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

No decorrer da minha vida conheci e ouvi muitas historias por aí e ainda ouço. Como gosto de escrever, registro os fatos pitorescos e interessantes, como neste conto.







09/07 2012

Um dia, em algum lugar do planeta, o homem sentirá o seu coração falar e agir com a razão, sem o ódio a lhe dominar. Por essa minha passagem sobre a vida, achei um dia que conhecesse “gente”, sentimentos, razão. Percebo que existem pessoas que cultuam o ódio e as paixões avassaladoras, trôpegas e às vezes, doentias.

O amor, na acepção da palavra, poucos mortais aqui na terra podem desfrutar.

A vida é como um sonho, difícil de acordar. Pensamos estar dormindo e vivemos a sonhar. A vida passa, o sonho acaba e o despertar é bem difícil. E aí, não queremos enxergar o sonho que virou pesadelo e desejamos que o pesadelo acabe para podermos dormir novamente e começar tudo de novo e, quem sabe, o sonho se realizar.

A VIDA É ASSIM... OU QUASE

O pobre, não é feliz porque pensa que só o rico é capaz de obter momentos de felicidade. Por sua vez, o rico pensa que é feliz porque tem tudo, mas, ele inveja o bom viver de um casal pobrezinho que ele acha que é feliz. E o rico pensa...!  Passa a mão no bigode, coça a testa, dá uma coçadinha no saco (para variar), pois o “cérebro “do homem fica um pouco no saco. Quer ver? Quando um ”Varão” tem que tomar uma atitude séria, repare bem nele. É um gesto instintivo: ele leva a mão na braguilha e consulta Mr. Saco, dando a famosa coçadinha e tenta resolver o problema que, também, deixou de ser problema, pois ele, além de não resolver, vai consultar sua mulher que, por sua vez, tá de saco cheio, mas o Varão pergunta:- -----.

Oi querida, que acha daquele casal pobrezinho que conhecemos?

---Você acha que eles são felizes? ---e a mulher com ar sarcástico pensa... (será que eles fazem amor todos os dias????  E o pensamento da mulher é The Flash, pois ela não precisa consultar esse apêndice Mr. Saco, e, como um raio lhe responde. --Acho sim. Mas ele, não satisfeito com a resposta da mulher, olha pro lado,  numa esquina da rua e vê um homem jovem bonito, bem definido: era um policial qualquer.

--Ele diz---

E esse policial? Coitado, nesse sol, em pé, deve ganhar uma miséria. Você acha que ele é feliz? - Ela olha, e vê o policial por outro prisma e, antes de responder ao marido pensa... Cara, que homem lindo, elegante, poxa, ele deve namorar sua mulher com maestria e deve fazer amor todos os dias. Esse é daqueles que põe a mão na cabeça pra não perder o juízo quando ama, de tanta vitalidade. E de chofre ela responde: Mesmo ganhando pouco, nesse sol horrível ele deve namorar sua mulher sim. Retado, o maridão fala: que tesão pode ter um policial?  Ganhando uma miséria dessas? E a mulher, sabiamente responde: Pois a felicidade consiste em coisas simples e quanto menos preocupação o homem tem melhor ele vive. Se você inverter a pergunta ele poderá pensar... Pô ,esse cara com tanto dinheiro para administrar deve passar dia e noite administrando o lucro, olhando a Bolsa de Valores, o que subiu, o que desceu,  com certeza  ele deve  broxar sim.  E, captando o pensamento do policial o maridão falou:
___Aceita cara, o meu convite: vamos fazer uma experiência-Eu do lado de lá, como um policial e você do lado de cá, administrando a minha vida financeira. Só assim, com igualdade de condição poderemos responder a minha mulher e tentaremos reescrever uma nova vida.


quarta-feira, 28 de novembro de 2012


De cada 2 hombres 1 mujer padece Parkinson

El Jefe de la Unidad del Hospital General Dr. Gea González dicta ponencia en la UDLAP y alerta sobre la enfermedad de Parkinson
Miércoles 28 de Noviembre de 2012 - Puebla, Pue.- “De cada 2 hombres una mujer padece Parkinson debido a que las mujeres tienen una protección por los estrógenos, hormonas responsables de las características sexuales femeninas”, comentó Oscar Arias Carrión, jefe de la Unidad de Trastornos del Movimiento y Estimulación Magnética transcraneal del Hospital General Dr. Gea González, durante la ponencia que dictó ante estudiantes de la Universidad de las Américas Puebla.

En la conferencia titulada "Enfermedad de Parkinson: de la investigación básica a la clínica y de vuelta", Oscar Arias explicó que el Parkinson es un trastorno neurodegenerativo y progresivo que no tiene cura ni se sabe cuáles son las causas de la enfermedad, “pero lo que sí se sabe es que ataca a personas mayores de 60 años”.

Afirmó que los síntomas de esta enfermedad son: presentación de temblor cuando se está en reposo, rigidez muscular y lentitud en los movimientos. “También encontramos que la difusión olfativa se presenta en más del 90 por ciento de los pacientes con Parkinson”, enfatizó Arias.

Explicó que el Parkinson pone a la persona en una situación de discapacidad porque cuando el paciente tiene temblor o movimientos abruptos ya no es independiente, por lo que ya no puede hacer actividades solo, como por ejemplo comer. Entonces necesita del soporte de la familia para que continúe su vida.

Destacó que en México no se tienen cifras del número de personas que sufren esta enfermedad, “pero en países como Estados Unidos y Europa encontramos que un 4 por ciento de la población mayor de 60 años padece el Parkinson”.

Finalmente, Oscar Arias comentó que uno de los problemas por el cual no se tiene un avance en las curas de esta enfermedad es debido a que se ha detectado que la mayoría de los pacientes no consumen medicamentos. “En nuestro país el paciente no tiene el poder adquisitivo económico necesario para solventar los gastos de medicina que se necesitan para controlar la enfermedad, ya que o comen o compran su medicamento. En estos casos es necesario desarrollar programas de gobierno que ayuden al paciente en la compra de medicinas o con visitas médicas”. Fonte: El Golfo.mx.
Editado com LibreOffice Writer

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Homem ateia fogo ao próprio corpo e morre na cidade de Altos

Um homem identificado como Agnelo Clementino de Sousa, 61 anos, morreu na manhã desta segunda-feira (19) após atear fogo no próprio corpo. O caso foi registrado na localidade Cuntrinda, localizada no município de Altos (37 km de Teresina).

Segundo a polícia, a família informou que ele estaria sofrendo de depressão, após descobrir que estava com a doença de Mal de Parkinson.

Segundo o chefe de investigação Francisco Carlos, da delegacia de Altos, o homem que residia em Teresina no bairro Dirceu Arcoverde, teria informado à família que iria passar alguns dias em uma fazenda de sua propriedade na cidade de Altos.
“Uma filha dele informou que o senhor Agnelo estaria sofrendo de depressão após ter descoberto que estaria com a doença Mal de Parkinson e que não aceitava que estava doente. Uma testemunha declarou que pessoas ouviram um estrondo e quando foram ver o que era já viram ele em chamas. Até tentaram apagar, mas não adiantava mais”, relatou Francisco Carlos.
A perícia foi acionada e confirmou que a vítima teria realmente ateado fogo no próprio corpo. O Instituto Médico Legal também foi chamado e fez a remoção do corpo até a cidade de Teresina.

Sobre o Mal de Parkinson
O Mal De Parkinson é uma doença no cérebro que provoca tremores, dificuldades para caminhar, se movimentar e se coordenar.
A doença se desenvolve com mais frequência em pessoas com mais de 50 anos. É um dos distúrbios nervosos mais comuns entre os idosos. Ás vezes, o mal de Parkinson ocorre em adultos jovens. Ele afeta homens e mulheres.

Geísa Chaves (Especial para o Cidadeverde.com

Nota do Blog:
Como a finalidade é informar publiquei essa triste notícia por ser um blog voltado para   Parkinson. Lamento pela família, lamento por um  ser humano ter chegado a esse extremo. Essa doença costuma dar depressão forte .Que ele descanse em paz .
 

Descubren el gen que regula el "horario" de la muerte

19 Nov 2012 - Un grupo de científicos ha descubierto una variación genética que afecta al reloj del cuerpo humano tan profundamente que incluso predice en qué momento del día es más probable que un individuo muera.

El autor principal del estudio, Andrew Lim, del Departamento de Neurología del ‘Beth Israel Deaconess Medical Center’ en Boston, Massachusetts, dijo haber descubierto esta variación genética por casualidad mientras investigaba con sus colegas el desarrollo de Parkinson y la enfermedad de Alzheimer.

Los médicos investigaron los patrones de sueño de más de 1.000 personas sanas de unos 65 años de edad que también hicieron evaluaciones anuales neurológicas y psiquiátricas. Los doctores encontraron una molécula cerca de un gen llamado ‘Periodo 1' que tiene como base la adenina (A) o la guanina (G) que responden a nuestro hábito de despertarnos.

Los resultados también demostraron que, sobre esta base, las personas se dividen en tres tipos: AA, GG y AG mixto, y resultó que las personas con genes de AA y AG morían antes de las 11 am, y los GG tendían a morir antes de las 6 pm.

Según el artículo publicado en la revista Annals of Neurology, los investigadores esperan que los hallazgos puedan utilizarse en el futuro para hacer conclusiones más útiles como, por ejemplo, en qué momento del día los pacientes con problemas del corazón o con un derrame cerebral deberían tomar medicamentos para que resulten más eficaces o cuando deben ser controlados más de cerca los pacientes hospitalizados. Fonte: En Linea Directa.mx.

sábado, 17 de novembro de 2012

EN ANIMALES SANOS / Una proteína de la enfermedad de Parkinson provoca la propagación de enfermedades y la muerte neuronal

MADRID, 16 Nov. (EUROPA PRESS) - Una proteína de la enfermedad de Parkinson provoca la propagación de patologías y la muerte de las neuronas dopaminérgicas en animales sanos, según un estudio de investigadores de la Facultad de Medicina Perelman de la Universidad de Pensilvania (Estados Unidos), publicado en 'Science', que ha reconstruido pasos importantes en los que el Parkinson se transmite entre células y provoca la muerte de las células nerviosas.

Su línea de investigación también concluye que este tipo de progresión de la enfermedad es una vía común para cualquier otra patología neurodegenerativa como el Alzheimer, la enfermedad de Huntington, la parálisis supranuclear progresiva y la esclerosis lateral, posiblemente amiotrófica.

El equipo descubrió que una inyección sintética, mal plegada y fibrilar de a-sinucleína (a-Syn) --la proteína de la enfermedad de Parkinson-- en el cerebro de ratones normales recapitula la muerte celular que se ve en pacientes humanos con enfermedad de Parkinson. Esta patología se caracteriza por la abundancia de grumos de a-Syn en las neuronas y la pérdida masiva de la producción de dopamina del cerebro, pero la relación de causa-efecto entre la formación de grumos de a-Syn y la neurodegeneración no está clara.

En resumen, los investigadores hallaron que, en ratones sanos, una sola inyección del sintético, misfolded a-Syn fibrillas, condujo a la transmisión célula a célula de las proteínas patológicas a-Syn y la formación de grupos de a-Syn de Parkinson, conocidos como cuerpos de Lewy, en regiones interconectadas del cerebro.

Además, los ratones inyectados fueron peor en las pruebas de habilidades motoras de la fuerza de agarre, equilibrio y coordinación en comparación con los animales del grupo de control. El experimento se terminó antes de que los defectos cognitivos se detectaran, que es común en alrededor del 80 por ciento de los pacientes de Parkinson durante el curso de la enfermedad. Fonte: Europa Press.es.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Trauma craniano e pesticidas podem levar a mal de Parkinson

A combinação de traumatismos na cabeça e exposição a pesticidas pode estar ligada a um risco maior de desenvolvimento do mal de Parkinson, sugere um novo estudo.
Os achados não provam que ficar inconsciente por causa de uma pancada na cabeça ou ser exposto a certos produtos químicos causam diretamente a doença, que afeta cronicamente o movimento e a coordenação motora.
Mas as descobertas estão alinhadas com estudos anteriores que ligam ferimentos na cabeça e certas toxinas - além de histórico familiar e outros fatores ambientais - à doença.
Para o novo estudo, pesquisadores chefiados por Pei-Chen Lee, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, compararam 357 pessoas com diagnósticos recentes de Parkinson com um grupo representativo de 754 pessoas sem a doença, todos vivendo no centro da Califórnia, uma região agrícola.
Os pesquisadores perguntaram a todos eles se tinham sofrido ferimentos traumáticos na cabeça - pelos quais ficaram inconscientes por mais de cinco minutos - e usaram os endereços de casa e do trabalho para determinar a proximidade de áreas que foram borrifadas com pesticidas desde 1974.
As respostas obtidas mostraram que quase 12% das pessoas com mal de Parkinson tinham ficado inconscientes por pancadas na cabeça e 47% foram expostos a um herbicida chamado "paraquat" perto de casa ou do trabalho.
Em comparação, quase 7% dos participantes do grupo controle tinham histórico de ferimentos na cabeça e 39% estiveram em áreas atingidas pelos pesticidas.
Individualmente, traumas cerebrais e viver ou trabalhar perto de regiões expostas a agrotóxicos estavam ligados a um risco moderadamente maior de desenvolver o mal de Parkinson. Juntos, os resultados mostraram um risco três vezes maior.
Os dados foram apresentados na revista científica "Neurology" e levaram em conta o risco mínimo de cada paciente desenvolver a doença, a partir da idade, gênero, raça, educação, histórico familiar de Parkinson e se eram ou foram fumantes.
Para os pesquisadores, faz sentido que uma lesão na cabeça tenda a aumentar a inflamação no cérebro e tornar mais permeável a barreira que normalmente separa a circulação do sangue e o cérebro. Essas mudanças poderiam tornar os neurônios do cérebro mais vulneráveis aos efeitos de pesticidas, aumentando, em últim instância, o risco de mal de Parkinson.
Folha Equilíbrio e Saúde

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Run for Parkinson's Brasil.

  •   Acessem O Run for Parkinson's Brasil. È um grupo que está se formando e vindo com muita força.
    Iris Sena Castro Scarabucci Quero me desculpar se fui muito objetiva e franca. É que existem momentos que precisamos levar uma sacudidinha e temos que lutar muito para aceitarmos esse "MAL". Não é acomodar não. Nós ainda temos a chance de tomar remédios e temos uma vida limitada, mas temos uma vida. Existem pessoas que não tem essa chance por terem doenças piores. Mas quero a cura sim. Os cientistas estão muito devagar. Eles deviam conhecer aquela música do Almir Sater "Ando devagar porque já tive pressa".... que é o nosso hino, para nos entender. É péssimo a gente ter limitações, seja ela qual for. Agora uma coisa eu consigo fazer: Minha alegria de viver, não tem "Dr. James Parkinson " que tire de mim. Meu segredo é sorrir e brincar, até fazer piada dessa situação. Chamo os Parkinsonianos amigos de treme treme. Até fiz uma paródia. Postarei a qualquer momento para vocês. Resumindo: cantem, escrevam seus males, angústias. pretensões, queixas e botem tudo para fora. Dancem, a música cura todos os males da alma. Lembrem dos Menudos "não se reprima. não se reprima, Ô, ô ,ô, ô. Valeu galera. Vai aí um desabafo meu também. Somos máquinas e a nossa parte de combustível são ainda a Prolopa e o Sifrol, entre outros. Sempre dando um jeitinho no chassi. Graças a Deus. Ao menos esse recurso ainda temos.
  • quarta-feira, 14 de novembro de 2012


    El contacto habitual con pesticidas y haber sufrido heridas en la cabeza, factores de riesgo para contraer la enfermedad de Parkinson

    Un nuevo estudio demostraría que las personas que han sufrido un traumatismo en la cabeza o que han vivido o trabajado cerca de zonas en las que se usa el pesticida Paraquat, uno de los herbicidas más comúnmente empleados en todo el mundo

    14 de Noviembre 2012 - Parkinson y Paraquat
    En el estudio participaron 357 enfermos de Parkinson y 754 personas sanas, todos residentes en una zona agrícola de California. Los participantes también informaron de cualquier herida o traumatismo en la cabeza que les hubiera dejado sin sentido más de cinco minutos. A continuación, los investigadores midieron la presencia del pesticida en 500 metros a la redonda de la residencia y del lugar de trabajo de los participantes en el estudio.

    Los resultados más destacados del estudio fueron los siguientes:

    Los enfermos de Parkinson el doble de probabilidades de haber sufrido una herida o traumatismo en la cabeza con pérdida de consciencia superior a cinco minutos que las personas sanas: un 12% (42 personas) sobre 357 enfermos de Parkinson. Por el contrario, un 7% (50 personas) de las personas sanas habían sufrido heridas en el cráneo.

    Los enfermos de Parkinson tenían un 36% más de posibilidades de haber quedado expuestos a Paraquat. Sobre 357 enfermos, un total de 169 habían estado expuestos al pesticida (un 47%). Sobre 754 personas sanas, 291 (un 39% por ciento) habían estado en contacto regular con Paraquat.

    El estudio, llevado a cabo por científicos de la Escuela de Salud Pública y del Departamento de Neurología de la Universidad de California en Los Ángeles (UCLA) fue publicado ayer en la revista Neurology, órgano oficial de la Academia Americana de Neurología.

    Pesticidas y enfermedades neurodegenerativas

    Este estudio viene a confirmar otros que ya relacionaban los pesticidas (especialmente los organoclorados) con ciertas enfermedades neurodegenerativas, entre ellas el Parkinson. En Francia, un decreto ley reconoce al Parkinson como una enfermedad profesional debido a su relación con el uso de pesticidas en agricultura. En febrero de 2012, el agricultor francés Paul François ganó un juicio contra la compañía multinacional fabricante del pesticida Lasso, que había sido retirado del mercado francés en 2007. Fonte: Medicina 21.es.
    Editado com LibreOffice Writer

    segunda-feira, 5 de novembro de 2012

    Alongar realmente previne ou diminui o risco de lesões?


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    Por Natasha Roman                    5.11.2012 as 13:00                         
    Quem pratica exercício, já deve ter ouvido falar várias vezes da importância de se alongar antes de fazer qualquer atividade. Porém, essa afirmação é controversa, dado que algumas evidências científicas não a apoiam.
    Diferentes pesquisas já demonstraram que as pessoas que se alongam antes de fazer exercício não são menos propensas a se machucar do que aquelas que não alongam.
    Em um desses estudos, o fisioterapeuta Rod Pope, da Universidade Charles Sturt, na Austrália, examinou mais de 2.600 recrutas do exército nacional durante seus treinamentos.
    Ele descobriu que, embora fosse assumido que o alongamento agia na prevenção de lesões, não havia nenhuma evidência para sugerir que isso realmente aconteceu.
    Por conta disso, Pope recomendou que o exército australiano não tornasse mais obrigatório o alongamento antes do exercício, porque pode ser uma perda de tempo.
    Outra pesquisa feita por Daniel Pereles analisou se o alongamento era benéfico para corredores amadores, que gostam do exercício, mas não são atletas. 2.729 voluntários com pelo menos 13 anos de idade participaram do estudo.
    As taxas de lesão no grupo que alongou e no que não alongou foram as mesmas: 16%. Os fatores de risco mais significantes para lesões foram histórico de lesão crônica ou lesões recentes nos últimos quatro meses, e índice de massa corporal (IMC – uma medida da gordura corporal baseada na altura e peso).
    Além disso, os corredores que mudaram para ou abandonaram um regime de alongamento antes da corrida aumentaram o risco de se machucar.
    Apesar desses resultados negativos para o alongamento, outros estudos focam nas vantagens que ele pode ter.
    Com o alongamento, as pessoas podem se sentir melhores (mais relaxadas) e a prática pode de fato ajudar a preparar os músculos para o exercício em pessoas com certas condições.
    Também, estudos defendem que a flexibilidade, além de ajudar seu corpo a atingir o nível de condicionamento físico ideal, pode até mesmo contribuir para livrar as pessoas de condições como artrite e doenças mais graves.
    Muito apoiada cientificamente também é a afirmação de que ioga ou alongamento intenso podem aliviar o desconforto de pessoas que sofrem de dores crônicas nas costas.
    Por fim, estudos sugerem que alongamento pode ser parte importante da rotina de exercícios na terceira idade, que mantém uma pessoa idosa com o mesmo condicionamento físico de um jovem.[LifesLittleMysteries]

    Atividade física na terceira idade pode prevenir encolhimento do cérebro

    http://www.estadao.com.br/noticias/geral,atividade-fisica-na-terceira-idade-pode-prevenir-encolhimento-do-cerebro,950129,0.htm

    Nota: Gostaria de ter publicado na íntegra essa e outras reportagens tão informativas publicadas no jornal O Estado De São Paulo, porém, a maioria das matérias de nosso interesse tem restrições para reprodução. Acredito que a informação do link não trará maiores problemas .
    Nota do Blog.
    É um depoimento de uma amiga guerreira a Dalva
    Molnar, com Parkinson há 16 anos. Ela não se acovarda e desafia a doença com maestria.
    Minha foto

    PARKINSON - DICAS PARA VIVER MELHOR DOENÇA DE PARKINSON é uma doença degenerativa do sistema nervoso central (SNC) e afeta mais de 6 milhões de pessoas no mundo todo, com este número apresentando uma tendência de crescimento. O Parkinson afeta as habilidades motoras, de fala, controle muscular, movimento e equilíbrio. Os pacientes acometidos pela doença muitas vezes tremem e são incapazes de controlar os movimentos de seus membros. domingo, 16 de maio de 2010 MEXA-SE / Benefícios para todos Orientada, a prática de exercícios físicos pode ajudar no tratamento de portadores de doenças crônicas, aumentando a qualidade de vida 17 de abril de 2010 | Portadores de doenças crônicas muitas vezes temem que a prática de exercícios físicos possa agravar os males que sofrem. Programas individualizados para esses pacientes, porém, crescem como alternativas para uma vida mais saudável. Os benefícios da prática de atividades físicas são indiscutíveis. O hábito de fazer exercícios, seja ao ar livre ou em academias, é defendido por cientistas e recomendado por médicos como um dos melhores caminhos para uma vida saudável. Quem sofre de doenças crônicas, porém, costuma ter dúvidas sobre se pode ou não se exercitar. Diabéticos, hipertensos, asmáticos ou portadores de males degenerativos como Alzheimer e Parkinson nem sempre sabem que mexer o corpo pode ser parte do tratamento da patologia, desde que os exercícios sejam personalizados e voltados para as necessidades e limitações de cada um. Tanto médicos quanto os profissionais dedicados ao atendimento dessas pessoas não têm dúvidas: a atividade física não é apenas benéfica para manter o corpo em forma, ela melhora a resistência e o bem-estar daqueles que se tornaram reféns de doenças sem cura, reduzindo a chance de complicações e aumentando a qualidade de vida dos pacientes. O cardiologista José Roberto Barreto explica que, dependendo do problema, as restrições existem, mas jamais devem impedir a prática. Para os hipertensos, por exemplo, atividades com muito peso ou carga não são indicadas. De maneira geral, os exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida e natação, são mais recomendados. Para os pacientes idosos, é importante também a musculação. – Ela impede a atrofia muscular. A prática deve ser encarada como parte do tratamento. Trinta minutos de atividades, três vezes por semana, trazem benefícios importantíssimos – garante o médico. O cardiologista considera que a prática esportiva é fundamental para controlar o estresse, fator comum em pacientes crônicos. – Em muitos casos, conseguimos até suspender a prescrição de medicamentos como ansiolíticos e tranquilizantes, além de reduzir as drogas que controlam a doença em si – observa Barreto. O endocrinologista Marco Antônio Vivolo afirma que a prática de atividade física também é uma aliada no controle do diabetes tipo 2, a quarta maior causa de mortes no mundo – representa cerca de 3,8 milhões de óbitos por ano. Com uma dieta balanceada, os exercícios auxiliam na redução e no controle da glicemia (concentração de glicose no sangue). Eles aceleram o metabolismo, queimam calorias e controlam o peso, além de melhorarem a circulação sanguínea. Fonte span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;">

    domingo, 4 de novembro de 2012

    Novembro Verde

    Acabo de receber de um amigo esse pedido de divulgação. Vamos prestigiar.

    Amigos,
    "‘Novembro Verde’ chama a atenção do País para as doenças degenerativas e busca recursos para pesquisas e tratamentos": creio que, de alguma forma devemos nos engajar, mesmo que seja apenas divulgando, pois é causa justa.



    Hugo E Gutterres

    sábado, 3 de novembro de 2012

    Cientistas descobrem causa do colesterol alto

    Resistina

    Cientistas canadenses descobriram que uma proteína chamada resistina faz com que os níveis elevados do mau colesterol (lipoproteína de baixa densidade, ou LDL) aumentem o risco de doenças do coração.

    A resistina é secretada pelo tecido adiposo do corpo.

    O estudo mostra que a resistina aumenta a produção de LDL nas células do fígado humano, e que também degrada receptores de LDL no próprio fígado.

    Como resultado, o fígado torna-se menos capaz de limpar o mau colesterol do corpo.

    Resistina e estatinas

    Como resultado de sua ação no fígado, a resistina acelera o acúmulo de LDL nas artérias, aumentando o risco de doenças cardíacas.

    A pesquisa também mostrou que a resistina impacta negativamente os efeitos das estatinas, o principal medicamento de redução de colesterol disponível hoje, usado no tratamento e prevenção de doenças cardiovasculares.

    Até 40% das pessoas que tomam estatinas são resistentes ao seu impacto na diminuição do LDL no sangue.

    "A maior implicação dos nossos resultados é que os níveis elevados de resistina no sangue podem ser a causa da incapacidade das estatinas para reduzir o colesterol LDL dos pacientes," afirma a Dra Shirya Rashid, da Universidade McMaster, e orientadora do estudo.

    A pesquisadora acredita que a descoberta poderá levar a novas drogas revolucionárias, visando inibir a resistina e, assim, aumentar a eficácia das estatinas.

    Colesterol alto

    O colesterol alto é um dos principais fatores de risco para doenças cardíacas e derrames.

    A condição pode levar a um acúmulo de placas nas paredes das artérias, com seu consequente estreitamento, causando uma condição chamada aterosclerose, que pode tornar mais difícil para o sangue fluir através do coração e de todo o corpo.

    Estar acima do peso também aumenta a probabilidade de pressão alta e diabetes, agravando os riscos de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral.
    Fonte Diário da Saúde.