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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Pedido de um jovem com recente diagnóstico.

Espero que através dessa reportagem suas dúvidas sejam esclarecidas.


Sobre a Doença de Parkinson

A doença de Parkinson afeta muitas pessoas. Se você for uma delas, você provavelmente sabe que esse distúrbio neurológico do movimento não tem cura.

Definição e Sintomas

A doença de Parkinson é um distúrbio neurológico do movimento progressivo e degenerativo que afeta muitos brasileiros. Embora ela se desenvolva tipicamente após os 65 anos de idade, aproximadamente 15% das pessoas com o problema desenvolvem a doença de Parkinson de início precoce antes de atingirem os 50 anos de idade.1
Conforme a doença de Parkinson progride, ela se torna cada vez mais incapacitante, tornando as atividades diárias como tomar banho ou vestir-se difíceis ou impossíveis. Muitos dos sintomas da doença de Parkinson envolvem o controle motor, a capacidade de controlar seus músculos e seu movimento.
Os quatro sintomas primários da doença de Parkinson são:
  • Tremor (agitação involuntária e rítmica de um membro, da cabeça ou do corpo todo) – O sintoma mais reconhecido da doença de Parkinson, o tremor, frequentemente começa com um tremor ocasional em um dedo, que eventualmente se espalha para o braço todo. O tremor pode afetar somente uma parte ou lado do corpo, especialmente nos primeiros estágios da doença. Nem todas as pessoas com doença de Parkinson têm tremores.
  • Rigidez (dureza ou inflexibilidade dos membros ou juntas) – A rigidez muscular experimentada com a doença de Parkinson frequentemente começa nas pernas e no pescoço. A rigidez afeta a maior parte das pessoas. Os músculos tornam-se tensos e contraídos e algumas pessoas poderão sentir dor ou dureza.
  • Bradicinésia ou acinésia (lentidão de movimento ou ausência de movimento) – A Bradicinésia é um dos sintomas clássicos da doença de Parkinson. Com o tempo, uma pessoa com a doença de Parkinson pode desenvolver uma postura curvada e um andar lento e arrastado. Eles também podem eventualmente perder sua capacidade de começar e continuar a se mover. Após alguns anos, eles podem experimentar acinésia, ou "congelamento", e podem não ser capazes de se mover de forma alguma.
  • Instabilidade postural (equilíbrio e coordenação prejudicada) – Uma pessoa com instabilidade postural pode ter uma posição curvada, com a cabeça inclinada e os ombros caídos. Essas pessoas podem desenvolver uma inclinação para frente ou para trás, e podem ter quedas que causam ferimentos. As pessoas com inclinação para trás têm tendência à "retropulsão", ou caminhar para trás.

Causas e Fatores de Risco

A doença de Parkinson é causada pela degeneração de uma pequena parte do cérebro chamada substantia nigra (substância negra). Conforme as células cerebrais da substantia nigra morrem, o cérebro começa a se privar da dopamina química.
A dopamina permite que as células cerebrais envolvidas no controle dos movimentos se comuniquem, e níveis reduzidos de dopamina levam aos sintomas da doença de Parkinson. De acordo com a National Parkinson Foundation (Fundação Nacional para a Doença de Parkinson), 80% das células produtoras de dopamina são perdidas antes mesmo que os sintomas motores da doença de Parkinson apareçam.2
A doença de Parkinson frequentemente se torna crescentemente incapacitante com o tempo. Se você sofre de doença de Parkinson, você pode ter problemas para executar atividades diárias como levantar-se de uma cadeira ou mover-se por uma sala. Conforme a doença progride, algumas pessoas precisam usar uma cadeira de rodas ou ficar permanentemente acamadas.

Referências

  1. Basic Information About Parkinson’s Disease (Informações Básicas Sobre a Doença de Parkinson). Disponível em:www.apdaparkinson.org. Acessado em 15 de julho de 2008.
  2. Parkinson Primer (Cartilha Sobre Parkinson). Disponível em:www.parkinson.org. Acessado em 14 de julho de 2008.
As informações contidas neste site não podem ser substituídas pela orientação médica. Sempre converse com o seu médico sobre diagnóstico e opções de tratamento.
Fonte: Meditronic

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Depoimento de Udo sobre uma experiência nova e vivenciada por ele...

Udo Antônio Hackbarth  e   MARIA SOLENI VOIGT ,fazem um lindo trabalho na Associação que eles criaram

INTOXICAÇÃO
Eu Udo Antônio Hackbarth, Parkinsionano, doença diagnosticada em 1999, aos 42 anos, portanto tomando remédio há 14 anos, e não simples remédios, mas drogas que se espalhavam por todo meu corpo e produziram incalculáveis danos a mim, desde compulsão por trabalho, compras e sexo, práticas inexplicáveis, como excesso de velocidade, subir em árvores altíssimas, já em estágio de Freesing adiantado. Em dezembro de 2012, eu me sentia fora das minhas faculdades mentais, então falando com um amigo, ele me sugeriu consultar um massoterapeuta, achando que talvez ele pudesse me ajudar. ...pensei comigo “quem está no inferno que custa dar um abraço no diabo”, mas para minha surpresa o terapeuta deu de dedo em riste e disse: VOCÊ NÃO TEM PARKINSON, desconfiei, mas era isso que eu queria ouvir. O mesmo disse que com 15 dias eu iria sentir uma pequena melhora, com 20 dias eu iria caminhar, só tomava remédios naturais para minha tranquilidade, mas não tive melhoras. A Soleni, conversando com um médico, cuja mãe tem Parkinson há 17 anos disse, ‘Textualmente’, se o Udo não tem Parkinson, minha mãe também não tem, mas ela tem. Então ele recomendou para administrar remédio de Parkinson, como se estivesse no inicio da Doença, doses pequenas, escondido de mim, porque eu não aceitava. Ela misturava com remédios naturais, fui tomando 01 comprimido em 06 pedaços por 06 dias, depois 01 comprimido em 04 pedaços por mais 06 dias. Daí o milagre, eu sem saber da prolopa/levodopa 200/50, levantei pela primeira vez sozinho. Que decepção! Eu tinha Parkinson. Pois eu não dava nenhum passo sem aquele ombro amoroso, lutei por 42 dias naquela esperança e nada, Então eu vi que tinha Parkinson. Essa minha desintoxicação se deveu ao fato de tomar por mês 1.210 comprimidos entre Prolopa/Levodopa 200/50, Sifrol 1mg, Contam 01 mg, 02 comprimidos de Rivotril 02 mg para dormir, 02 relaxantes musculares e remédio pra dor e mais um remédio para não afetar muito o estomago. Somando tudo aquela quantia absurda, só podia estar muito intoxicado. Resolvi dar a volta por cima. Sem ninguém saber, só eu e a Soleni, nenhum Médico, fui drástico, hoje tomo 300 comprimidos por mês no total. Resultado: Deus me protegeu, vivo como um cidadão normal, estou muito melhor, Graças ao bom Deus, e a certa dose de loucura.

Observação: Não tentem fazer nada sem a aprovação do seu médico

terça-feira, 12 de novembro de 2013


Doutor Cérebro - Neurologia cognitiva e comportamental


Nosso objetivo é informar o público leigo sobre as doenças neurológicas que envolvem a cognição e o comportamento. Além disso, pretende salientar que é possível fornecer um tratamento de alto rigor técnico-científico sem desprezar a dimensão humana da doença e do adoecimento.

Navegue pelas nossas seções de artigos:
 





http://www.doutorcerebro.com.br/portal/

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Pacientes de doenças como Parkinson, Alzheimer, câncer, autismo, síndrome de Down, depressão, alcoolismo e também outras patologias relacionadas ao sistema neurológico contam hoje com um complemento ao tratamento. A chamada Terapia Assistida por Animais (TAA) pode utilizar gatos, coelhos, tartarugas, chinchilas, cães e cavalos para amenizar os sintomas e ajudar na melhora dos doentes. Fundamentalmente, a TAA trabalha com a interação homem-animal para obter benefícios biopsicossociais, ou seja, vantagens físicas, psicológicas e também sociais daqueles que viram a vida mudar após a descoberta de uma doença.
Os resultados emocionais são visíveis ainda durante as sessões de TAA. Em Curitiba, o projeto “Amigo Bicho” leva essa alternativa para nove instituições, entre hospitais, escolas especiais e orfanatos. Na Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo (APPP) mensalmente voluntário "emprestam" os cães de estimação para atividades com portadores de Parkinson. De forma lúdica e com as reações inesperadas dos animais, as sessões com foco no aspecto motor ganham outra dimensão.
Célia Maria de Paula tem 71 anos e há 13 descobriu que tinha Parkinson. Além da medicação indicada pelo médico e da fisioterapia convencional, nos últimos quatro anos, ela aderiu a TAA. “Eu acho que está fazendo muito bem. Eu estou perdendo a coordenação motora nas mãos e já caí várias vezes na rua. As pernas já estão travando na hora que eu vou dar o passo, mas eu estou levando a sério. Também faço a fisioterapia e já fiz acupuntura, massoterapia, faço tudo o que eu posso”, conta a aposentada. Para Célia, a TAA tem proporcionado resultados significativos tanto no aspecto físico quanto no emocional. Desde que soube da doença, por orientação médica, ela procurou ler sobre o assunto.
Fonte:G1


terça-feira, 5 de novembro de 2013

TV SÈCULO 21..Uma vida normal com Parkinson.

http://www.youtube.com/watch?v=Du_LrF0-JS8.

Esse programa foi um belo trabalho feito pela TV Século 21. Existem  vários blocos com amigos da Associação Campinas Parkinson, com a médica da Unicamp, Dra. Ana Elise, Fisioterapeuta, Fono  entre outros profissionais. O bom dessa iniciativa foi exatamente mostrar como podemos ser iguais a vocês no dia a dia. Seria bom se tivéssemos essa abertura em outros canais para que o Parkinson fosse tratado de uma maneira mais leve, pois a doença em si é pesada. Porém,  vive-se  bem com as atividades físicas, remédios e boa vontade de viver e aceitar o que remediado está.

Conheça mais sobre Parkinson.

http://www.youtube.com/watch?v=rEiW8EnA7-s

domingo, 3 de novembro de 2013

Muito bom.Leiam.

Prevalência dos transtornos do controle dos impulsos e outros comportamentos compulsivos na Doença de Parkinson - Dissertação de Mestrado

Dissertação de mestrado apresentada por Guilherme Teixeira Valença em 2010. http://www.possaude.ufba.br/web/arquivos/2232011122146.pdf
Orientador: Jamary Oliveira Filho
Resumo: PREVALÊNCIA DOS TRANSTORNOS DO CONTROLE DOS IMPULSOS E OUTROS COMPORTAMENTOS COMPULSIVOS NA DOENÇA DE PARKINSON. Anormalidades comportamentais frequentemente surgem como complicações da evolução da doença de Parkinson (DP). Muitos fatores estão implicados no desenvolvimento dos achados não motores em DP, incluindo o uso medicamentos antiparkinsonianos. Observa-se que essa terapia pode piorar ou, até mesmo ser a causa primária dos sintomas não motores. Portanto, um complexo de entidades nosológicas neuropsiquiátricas desinibitórias que se relacionam com a estimulação dopaminérgica excessiva ou aberrante são cada vez mais reconhecidas. Estes comportamentos estão conectados por sua natureza repetitiva, recompensadora, excessiva, compulsiva e incluem os transtornos do controle dos impulsos (TCI), hobismo, punding, walkabout e síndrome de desregulação dopaminérgica (SDD). O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência e os fatores clínicos, demográficos e medicamentosos associados por meio de um questionário (QUIP) para esses comportamentos. Nós estudamos 152 pacientes com DP sem demência de um ambulatório de movimentos anormais, idade média 67,3(+/-10,4); 86(56,6%) eram homens. TCI ocorreram em 28(18,4%) dos pacientes com DP(jogo 1,3%; hipersexualidade 11,8%; compra 10,5%; compra 7,9%). O uso dos pramipexole foi o principal fator associado aos TCI (P<0 1="" 22="" 8="" 9="" a="" achamos="" agentes="" ainda="" aos="" as="" associadas="" associados="" com="" comportamentos="" compulsivos.="" compulsivos="" conclus="" de="" del="" demais="" dopamin="" dos="" dose="" dp="" e="" em="" estes="" estiveram="" fator="" foi="" foram="" frequentemente="" hobismo="" idade="" identificados="" importante.="" independentes="" levodopa="" mais="" no="" o="" ocorreram="" outros="" p="" paciente="" pacientes="" passado="" pelo="" portadores="" pramipexole="" preditores="" punding="" question="" quip="" rgicos="" rio="" sdd.="" tabagismo="" tci.="" tci="" total="" tratados="" uso="" vari="" veis="" walkabout="">Palavras-chave: 1. Doença de Parkinson 2.Transtornos do controle dos impulsos 3.Comportamento compulsivo
Banca examinadora: Prof. Nicolaus Albert Schriefer, Departamento de Bioregulação ICS/UFBA; Prof. André Muniz, Serviço de Neurologia do Hospital São Rafael e Profa. Ângela Scippa, Departamento de Neuropsiquiatria do HUPES/UFBA.
Clique aqui para baixar o texto completo




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