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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

ALZHEIMER: A estimulação cerebral profunda "reverte" a doença

Cientistas no Canadá levantaram uma perspectiva tentadora - revertendo a doença de Alzheimer.




Encolhimento do cérebro, função em declínio e perda de memória havia sido pensado para ser irreversível.
Eles usaram uma técnica conhecida como estimulação cerebral profunda - a aplicação de eletricidade diretamente para as regiões do cérebro. Em dois pacientes, o centro de memória do cérebro inverteu seu declínio esperado e realmente cresceu.
Estimulação cerebral profunda tem sido utilizado em dezenas de milhares de pacientes com Parkinson, bem como tendo um papel emergente na síndrome de Tourette e depressão.
No entanto, precisamente como isso funciona ainda é desconhecida.
O procedimento é feito sob anestesia local. Uma ressonância magnética identifica o alvo dentro do cérebro. A cabeça é mantida em uma posição fixa, uma pequena região do cérebro é exposto e eletrodos finos são posicionados próximos à região do cérebro a ser estimulada.
Os eletrodos são ligados a uma bateria que é implantado sob a pele próximo à clavícula.
Prof John Stein, da Universidade de Oxford, disse: "A maioria das pessoas diria que não sei por que isso funciona."
Sua teoria é que, em Parkinson, as células do cérebro ficam presos em um padrão de descargas elétricas, seguido por silêncios, então explode e silêncios e assim por diante. Freqüência de estimulação contínua de alta, em seguida, interrompe o ritmo. No entanto, ele reconhece que "nem todos vão aceitar essa conta".


Mistério


Como a estimulação cerebral profunda pode ter um papel na doença de Alzheimer é ainda mais de um desconhecido.
Um paciente com a cirurgia ter Parkinson implantar eletrodos na doença de Alzheimer, o hipocampo é uma das primeiras regiões a encolher. É o centro de memória convertendo memória de curto prazo para memória a longo prazo. Danos leva a alguns dos primeiros sintomas da doença de Alzheimer - perda de memória e desorientação.
Pela fase tardia de Alzheimer células cerebrais estão mortas ou a morrer em todo o território do cérebro.
O estudo da Universidade de Toronto levou seis pacientes com a doença. Estimulação cerebral profunda foi aplicada ao fórnix - uma parte do cérebro que passa mensagens para o hipocampo.
O pesquisador Prof Andres Lozano, disse que seria de esperar o hipocampo a encolher por cinco por cento em média em um ano em pacientes com Alzheimer.
Após 12 meses de estimulação, ele disse que um paciente teve um aumento de cinco por cento e outro teve um aumento de oito por cento.
Continue lendo a história principal
"Sua doença de Alzheimer foi revertida "
Andres Lozano
Universidade de Toronto


"Como um grande negócio é de 8%? É enorme. Nós nunca vimos o hipocampo crescer na doença de Alzheimer em qualquer circunstância. Foi uma descoberta surpreendente para nós", disse ele à BBC.


"Esta é a primeira vez que a estimulação cerebral em um ser humano tem se mostrado a crescer uma área de seu cérebro.
Quando ele veio para os sintomas, ele disse: "Em um dos pacientes, ele é melhor após a estimulação de um ano do que quando começou, então sua Alzheimer foi revertida, se quiser."


Primeiros dias


Os resultados foram apresentados na Society for Neuroscience conferência em novembro, mas eles ainda têm de ser publicado em uma revista acadêmica.
Prof Lozano disse que experimentos em animais mostraram que este tipo de estimulação podem criar novas células nervosas.
Prof Stein disse que estava "muito encorajados" pelos resultados iniciais, mas a chave estaria mostrando "se a sua memória melhorou".


"Não é inesperado que pode haver algum salvador do cérebro que está morrendo, se você pode mantê-lo ir", acrescentou.


Milhares de pacientes com Parkinson tiveram estimulação cerebral profunda. Dr. Marie Janson, da Research Alzheimer UK, disse que "seria muito significativo" se você pudesse reverter o encolhimento do cérebro e que "se você pudesse retardar o aparecimento da doença de Alzheimer há cinco anos você iria reduzir pela metade o número de pessoas afetadas".
Para testar se isso realmente está trabalhando, ao invés de ser um resultado acaso, os pesquisadores vão realizar um teste maior.
Prof Lozano diz que por agora: "uma palavra de cautela é apropriado, estes são dias muito cedo e um número muito pequeno de pacientes estão envolvidos."
A partir de abril estão com o objetivo de matricular cerca de 50 doentes com Alzheimer. Todos serão implantados com eletrodos, mas eles vão ser ligado em apenas metade deles. Os pesquisadores, então, ver se há alguma diferença no hipocampo entre os dois grupos.
Eles estão procurando especificamente em pacientes com Alzheimer moderado por causa dos seis pacientes com a condição, foi apenas a dois com o mais suave que os sintomas melhoraram.
Uma teoria que eles estão considerando é que depois de um certo nível de danos pacientes chegar a um ponto sem retorno.
Fonte: BBC. uk.

PROGRAMA ORIENTE-SE - TV SÉCULO 21

GOSTARIA DE PARABENIZAR TODA A EQUIPE DO PROGRAMA ORIENTE-SE - PRODUÇÃO, REPORTAGEM, EDIÇÃO, APRESENTAÇÃO (RENATA ADMIRAL), CONVIDADOS, ENFIM, TODOS QUE SE ENVOLVERAM PARA LEVAR AOS TELESPECTADORES UM PROGRAMA DE ALTÍSSIMO NÍVEL SOBRE  PARKINSON. OS PROFISSIONAIS PRESENTES ABORDARAM OS TEMAS E DIRIMIRAM DÚVIDAS COM LINGUAGEM SIMPLES, ACESSÍVEL A TODOS OS NÍVEIS.
IMPORTANTE O DESTAQUE DADO À ASSOCIAÇÃO CAMPINAS PARKINSON (ACP) E
SEUS ASSOCIADOS, MOSTRANDO AS DIVERSAS FORMAS POSSÍVEIS DE, SENÃO SUPERAR, PELO MENOS ILUDIR O "INIMIGO" ATRAVÉS DE VÁRIAS FORMAS DE SUPERAÇÕES PESSOAIS. 
ESSE É O VERDADEIRO PAPEL DA TELEVISÃO: INFORMAR E EDUCAR. PARABÉNS! 

domingo, 27 de novembro de 2011

Filme de terror faz cérebro reviver experiências ruins

As situações de estresse agudo, como assistir a um filme de terror, levam o cérebro a lembrar de experiências ruins e a reorganizar seu modo de funcionamento, afirma um grupo de pesquisadores em artigo na revista "Science" desta semana.


"O estresse agudo altera a forma como nosso cérebro funciona. Esta mudança de estado cerebral pode ser entendida como uma redistribuição estratégica dos recursos que são vitais quando a sobrevivência está em jogo", disse o coordenador do estudo, Erno Hermans, da Universidade de Nova York.

Os cientistas expuseram 80 voluntários a materiais cinematográficos que causavam aversão e outros do gênero para comparar as reações cerebrais e analisar os compostos salivares em cada uma das situações.

Quando o cérebro se altera, os sentidos se aguçam e o medo cria um estado de alerta que fortalece as lembranças das experiências estressantes, além de prejudicar nossa capacidade de análise.

Este tipo de pesquisa já havia sido realizado anteriormente com animais expostos a estresse agudo.

INTERFERÊNCIA

As reações neuroquímicas liberam vários hormônios e neurotransmissores que são capazes de alterar algumas propriedades celulares e de grande escala em regiões cerebrais.

A ativação do eixo HPA (hipotálamo-hipófise-adrenal), que resulta no aumento da liberação sistêmica dos corticosteroides, é o selo distintivo da resposta à tensão. No entanto, a equipe de Hermans concluiu que o bloqueio do cortisol não influenciou na reorganização da rede cerebral.

"Mostramos que a atividade dos neurotransmissores na primeira fase de resposta à tensão provoca uma reorganização de recursos neuronais. Estes estabelecem uma rede que contém áreas envolvidas na reorientação da atenção, no aumento do alerta perceptivo e no controle automático dos hormônios", acrescentou.

Outra das conclusões do estudo é que as situações de estresse agudo tornam difícil pensar lentamente, enquanto se ativam no cérebro as regiões implicadas na atenção e no alerta, assim como no sistema hormonal.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

REPORTAGEM SOBRE PARKINSON COM PARKINSONIANOS DE CAMPINAS

Uma reportagem na TV SÉCULO  21.
PROGRAMA: ORIENTE-SE (AO VIVO)
ASSUNTO: DOENÇA DE PARKINSON
DATA: 26 DE NOVEMBRO DE 2011
HORÁRIO: DE 09:30 ÀS 11:30 HS

Serão apresentadas entrevistas realizadas com parkinsonianos vinculados
à Associação Campinas Parkinson (ACP), falando sobre suas atividades
diárias, seus passatempos, suas histórias de vida.
Entrevistados:
Dalva Molnar, Presidente da ACP
Omar Rodrigues, Vice Presidente da ACP
Iris Scarabucci
Alcides Maiorino
Rita Maiorino
George Shepard

link das retransmissoras da TV


      http://www.tvseculo21.org.br/tv/Default.aspx?

link para assistir ao vivo

      http://www.tvseculo21.org.br/tv/?









quinta-feira, 24 de novembro de 2011



17/11/2011
às 20:29 \ Sem categoria

Mais um passo

Células- tronco embrionárias humanas formam neurônios produtores de dopamina em modelos de Parkinsanimais on
Com o envelhecimento da população a incidência de doenças da “maior idade”- ou melhor idade- vem aumentando substancialmente. A doença de Parkinson (DP) é uma delas. Segundo estimativas, nos Estados Unidos há 1 milhão de pessoas vítimas dessa doença – embora esses dados não sejam conhecidos com precisão para a nossa população. A idade de início geralmente se dá após os 50 anos, mas cerca de 5% das pessoas com DP tem menos de 40 anos. A DP é causada pela morte dos neurônios dopaminérgicos (ND), produtores de dopamina. Uma pesquisa recente coordenada pelo Dr. Lorens Studer, com células-tronco embrionárias (publicada na revista Nature de novembro) revela um avanço muito importante.
Quais são as consequências da perda dos neurônios dopaminérgicos?

A morte das células nervosas produtoras de dopamina ou neurônios dopaminérgicos localizadas em uma região do cérebro chamada de substantia nigra causa tremores, rigidez, lentidão de movimentos que caracterizam a DP. Alguns pacientes também apresentam cansaço, dor e depressão que podem piorar com a progressão da doença. Os tratamentos atuais são drogas que aumentam os níveis de dopamina. Em alguns pacientes são implantados eletrodos no cérebro que transmitem impulsos elétricos para aliviar as dificuldades de movimento. Entretanto todos esses procedimentos têm uma eficiência limitada e, portanto, a busca de tratamentos efetivos tem sido objeto de muitas pesquisas.
Os avanços com as células-tronco
Células-tronco embrionárias (CTE) ou pluripotentes têm sido objeto de muitas pesquisas científicas por terem o potencial de diferenciar-se em qualquer tecido e serem uma fonte promissora em medicina regenerativa de doenças que comprometem neurônios ou células nervosas. É o caso da doença de Parkinson. Já foi possível demonstrar in vitro – no laboratório – que CTE conseguem se diferenciar em ND, mas com uma eficiência limitada. Uma pesquisa recente, publicada na revista Nature ( 6 de novembro), coordenada pelo cientista Lorens Studer em Nova York (The Memorial Sloan-Kettering Cancer Centre) mostram resultados promissores usando uma nova estratégia para obter neurônios dopaminérgicos a partir de CTE. Essas células conseguiram ter uma longa sobrevida ao serem enxertadas no cérebro de camundongos, ratos e macacos com DP e melhorar o quadro clínico de camundongos e ratos com DP. Trata-se de mais um grande passo.
Um dos grandes desafios é produzir a célula certa
De acordo com os cientistas responsáveis por essa nova pesquisa coordenada pelo Dr. Studer, as células que haviam sido obtidas no passado produziam alguma dopamina, mas não o suficiente. Os efeitos clínicos em modelos animais eram limitados. Não se conheciam quais eram os sinais ou os segredos para induzir os neurônios derivados de CTE a serem eficientes neurônios dopaminérgicos. De acordo com esse novo estudo, os pesquisadores descobriram qual era o segredo, quais eram as moléculas responsáveis por dar o sinal certo para as células se diferenciarem em neurônios produtores de grande quantidade de dopamina.
O próximo passo eram os experimentos in vivo”
Uma vez obtidos os ND – o próximo passo era observar seu efeito em modelos animais, in vivo”. Para isso transplantaram essas células em camundongos e ratos nos quais havia sido induzida a DP. Nos dois modelos observaram que os ND obtidos no laboratório enxertaram-se no cérebro dos animais, permanecendo ali de maneira estável um longo tempo após o transplante. E a outra boa notícia é que os animais apresentaram melhora clínica.
Qual era o outro desafio?
O próximo desafio era conseguir obter essas células em grandes quantidades, uma condição indispensável se quisermos fazer terapias em humanos. E esse foi mais um importante resultado desse grupo. Eles conseguiram cultivar e obter quantidades suficientes para injetar no cérebro de dois macacos (macacos Rhesus), também com DP adquirida. Para poder localizar as células depois do enxerto elas foram marcadas com uma proteína fluorescente (GFP). Um mês depois do transplante, lá estavam elas, para felicidade dos cientistas e, é claro, de todos aqueles que torcem pelo sucesso dessas pesquisas.
Em resumo
A grande novidade desse trabalho é que os pesquisadores aparentemente descobriram a fórmula para produzir neurônios dopaminérgicos eficientes, mostraram que essas células permanecem no cérebro dos animais injetados um longo tempo depois do transplante e melhoram o quadro clínico em camundongos e ratos com doença de Parkinson induzida. Além disso, não houve formação de tumores ou aumento de crescimento neuronal nos três modelos animais injetados. Ainda serão necessárias novas pesquisas antes de iniciar-se ensaios clínicos em seres humanos. Mas certamente foi dado mais um passo muito importante. Além disso elas mostram – mais uma vez – a importância da luta para poder aprovar as pesquisas com CTE. Os resultados começam a aparecer.
Por Mayana Zatz

Aposta no setor de biotecnologia: A guerra das Doenças Neurodegenerativas

Por Stock Scribbler.
November 22, 2011 | Enquanto a Europa se desintegra e a economia dos EUA claudica, sofremos sob o baixo crédito de nossa sociedade cada vez mais globalizada. A tecnologia moderna ligou-nos de muitas maneiras, mas tornando indústrias após indústrias obsoletas no processo. O sistema financeiro, tal como o conhecemos, está se deteriorando, e ninguém tem uma solução definitiva. No entanto, há sempre exceções à regra, e em termos gerais, os cuidados com saúde é que são exceção. Apesar de cortes corporativos e burocráticos, o setor da biotecnologia deve permanecer competitivo e inelástico, enquanto outras indústrias aguentam a pressão do tempo.

Somos ainda mortais, e ainda ficamos doentes. A autêntica fonte da juventude escapa à raça humana. Podemos fazer transplantes de órgãos, realizar a cirurgias a laser e prescrever remédios milagrosos à esquerda e direita, mas o tratamento de algumas doenças sem efeitos colaterais importantes continua a mistificar o mundo médico. O exemplo óbvio é o câncer em todas as suas formas. Mas, e quanto a doenças neurodegenerativas como a doença de Parkinson e de Alzheimer?

Seis milhões de americanos sofrem destas doenças fatais e a doença de parkinson, sozinha, representa um mercado global de $ 3 bilhões de dólares. Segundo o Harvard NeuroDiscovery Center, "Porque as doenças neurodegenerativas se estabelecem principalmente do meio ao final de vida, a incidência esperada é subir com o envelhecimento da população. (Em 2030, 1 em cada 5 americanos terão mais de 65 anos de idade.) Se não for controlada daqui a 30 anos, mais de 12 milhões de americanos vão sofrer de doenças neurodegenerativas. Encontrar tratamentos e curas para doenças neurodegenerativas é uma meta de urgência cada vez maior."

Parte desse desafio pode ser cumprida, pois várias empresas atualmente clamam por descobertas na pesquisa para tratamento da doença de parkinson. Estas empresas de biotecnologia não estão apenas no caminho para salvar vidas com as fases de ensaios clínicos para novos fármacos. Eles também estão aumentando o valor dos acionistas e ajudando a manter um setor inteiro de entidades de capital aberto. Aqui estão alguns dos contendores:

É claro, grandes laboratórios como Novartis AG (NVS) e Sanofi-Aventis (SNY) estão no jogo. O Comtan (entacapone) medicação da Novartis, é o rolo compressor suíço (...)

A Sanofi-Aventis, uma das cinco maiores empresas farmacêuticas existentes, está trabalhando no tratamento dos sintomas de parkinson. O sistema nervoso central como uma de suas seis grandes áreas de foco, esta empresa com sede em Paris está pronta para capitalizar sobre as populações em envelhecimentodos países desenvolvidos. (...)

A Valeant Pharmaceuticals International (VRX) também está na briga de empresas com o Xilopar - uma terapia prescrita uma vez por dia com suplemento oral para pacientes com parkinson tratados com levodopa / carbidopa. (...)

Amarantus Biosciences Inc. (OTC-AMBS) e Addex Pharmaceuticals (SIX-ADXN) são também empresas no páreo financiadas em parte por concessões da Michael J. Fox Foundation for parkinson Research. Esse dinheiro para investigação, não só fornece a essas empresas um endosso de ouro, mas talvez as ferramentas para descobrir o próximo tratamento revolucionário.

Desde o final de março, a empresa de modulação alostérica Addex Pharmaceuticals está de joelhos envolvida em ensaios clínicos de Fase II para avaliar o dipraglurant em pacientes de parkinson e espera resultados no próximo ano. Isto é porque a terapêutica líder em parkinson, a levodopa, induz a uma desordem de movimento ainda mais debilitante conhecida como discinesia induzida por levodopa - (PD LID). (...)

A Amarantus Biosciences, Inc., uma biotecnologia de quatro anos da Califórnia, é talvez ainda mais emocionante, com ações subindo. A empresa atualmente é comercializada na Bolsa de Valores EUA (...) com uma capitalização de mercado de 9,72 milhão dólares, mas os números devem subir com o desenvolvimento clínico de "nova proteína potente" por parte da Amarantus. O tratamento é chamado MANF e é dirigida à morte celular (apoptose), responsável pela doença de parkinson.

A verdadeira beleza da MANF patenteada é que poderia resolver uma série de outras grandes doenças relacionadas com a apoptose, incluindo a doença de Alzheimer, epilepsia, degeneração macular e lesão cerebral traumática. O CEO Gerald declarou em notícias anteriores que AMBS pretende continuar o arquivamento de patentes e construindo uma forte carteira de propriedade intelectual de seu estoque de 88 linhagens de células chamado de "linhas celulares PhenoGuard".

Apesar do estado alarmante da macro economia de outros setores, todas as empresas mencionadas acima têm objetivos claros e objetivos. Eles continuam a ser relevantes e necessários na era tecnológica pós-moderna. O risco é suficientemente baixo (assimétrico) e o potencial de sustentabilidade a longo prazo é alto. Na medida em que este jornalista financeiro pode dizer, os investidores da saúde devem considerar seriamente aumentar investimentos no movimento de biotecnologia. (em inglês) Fonte: Seeking Alpha.
Obs.: Termos técnicos em inglês do mercado financeiro de capitais foram omitidos e/ou estão sujeitos a revisão.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Diário de bordo


Como gosto de viajar, sempre que puder dividirei experiências. Recentemente fui a Buenos Aires. Dei uma volta até o Tigre, uma festa maravilhosa na Casa Suteba. Comemorando casamento de amigos queridos. Afinal, nem só de Parkinson vive a humanidade. Catei "James" pelas mãos e fui. Foi maravilhosa a viagem, principalmente porque estava na companhia da minha filha, que mora longe de mim. Como eramos uma turma grande, pra começar ficamos todos num Hostel... divertidíssimo. Imaginem uma turma de 18 pessoas num Hostel?
Tudo em Buenos Aires me encanta mas, falo desses dois bairros que gosto muito. Tem lugares mil. Puerto Madero, Recoleta, Palermo .. .de outra vez, comentarei de outros bairros. Vamos em doses homeopáticas, ok? Senão, fica muito extenso.
San Telmo - Um bairro lindo e especial. .
San Telmo é o bairro mais antigo de Buenos  Aires. É conhecido como um bairro boêmio e por manter casas lindas em  estilo colonial.
No bairro de San Telmo existem muitos edifícios importantes por seu valor histórico e arquitetônico.

A partir do século XVIII a região recebeu grande contribuição dos jesuítas que construíram, sobre a
rua Humberto 1º, um complexo constituído pela igreja de Nossa Senhora de Bethlem, a Paróquia de San Pedro Telmo, uma das mais antigas da cidade, e o Museu Penitenciário Argentino Antonio Ballvé.

Encontramos também no bairro de San Telmo a escola Guillermo Rawson, onde funcionou a primeira escola de medicina de Buenos Aires, o museu Histórico  Nacional, e o museu de Arte Moderna de Buenos Aires, a igreja Dinamarquesa Presbiteriana, com tijolos aparentes do arquiteto Nielsen com influência neogótica e nórdica, a igreja Ortodoxa Russa, com altares trazidos de San Petersburgo no início do século XX, o Instituto Belgraniano e o Instituto de Estudos Históricos do Exército (antiga casa da moeda), o parque Lezama, que nos finais de semana se enche de barraquinhas e a praça Dorrego, que aos domingos serve de palco para uma famosa feira de antiguidades. A feira é uma atração maravilhosa.
Feira de antiguidades.

La Boca
É um  bairro onde viu nascer o tango, e oferece algumas  excelentes atrações a serem visitadas, a igreja  de  San Juan Evangelista e o famoso estádio de futebol da Argentina, O Boca Juniors. Conhecido como La Bombonera. É um bairro colorido, alegre, com muitos artistas. Não posso esquecer do museu de Belas Artes, museu de Cera, entre tantas outras atrações. Eu amo esse cantinho especial.

Amigos queridos  de Brasília e Buenos Aires

Caminito



Carla, (minha filha) euzinha, com dois amigos.

Sexo é a chave da felicidade para os idosos, diz pesquisa

Sexo é a chave da felicidade para os idosos, diz pesquisa - estudo mostra que 60% dos idosos que fazem sexo mais de uma vez por mês se dizem ‘muito felizes’.
Idosos com vida sexual ativa são mais satisfeitos no casamento e com a vida em geral (Stockbyte).
A frequência da atividade sexual está diretamente ligada à felicidade dos idosos, sugere estudo divulgado durante o Encontro Anual da Sociedade Americana de Gerontologia. Segundo a pesquisa, quanto mais ativa a vida sexual dos mais velhos, maiores são os níveis de bem-estar na vida e felicidade no casamento. O levantamento considerou as respostas de 238 pessoas com mais de 65 anos de idade. Elas foram questionadas sobre a frequência da atividade sexual , níveis de felicidade, situação financeira e de saúde. Os resultados mostraram que vida sexual ativa estava diretamente ligada à felicidade conjugal de ambos os sexos. De acordo com os dados, 60% dos idosos que faziam sexo mais de uma vez por mês se classificaram como "muito felizes", em comparação com 40% dos indivíduos que não tinham tido relação sexual nos últimos 12 meses. Ao serem questionados sobre a felicidade no casamento, 80% daqueles que faziam sexo com mais frequência disseram que estavam extremamente felizes - contra 59% dos que não tinham vida sexual ativa. “Ao destacarmos a relação entre sexo e felicidade, podemos desenvolver e organizar intervenções específicas na saúde sexual dos idosos, um segmento crescente da nossa população”, diz Adrienne Jackson, autora da análise e professora da Universidade Agrícola e Mecanica da Flórida, nos Estados Unidos. O estudo foi feito a partir de um levantamento da General Social Surveys - uma pesquisa de opinião pública que foi conduzida nacionalmente em 2004 com pessoas de mais de 18 anos de idade.

Amigos de Djavan confirmam a doença



Amigos de Djavan confirmaram, nesta sexta-feira (18), que o cantor está sofrendo do Mal de Parkinson.
Durante o lançamento de seu último álbum, boatos já diziam que Djavan poderia estar com essa doença, mas o cantor negou em todas as entrevistas que o assunto foi tocado.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Esta é a segunda doença neurodegenerativa mais comum, cerca de 150.000 pessoas sofrem de doença de Parkinson - em Espanha, embora os especialistas estimam que o número é realmente superior. Este é para aqueles diagnosticados. O número foi apresentado pelo Dr. Javier Pagonabarraga (neurologista do Hospital San Pau de Barcelona) para o X Seminário realizado em Sitges LUNDBECK e focado neste tipo de doença.
50/100.000 na Espanha afeta pessoas todos os anos, mas o grande problema é que muitos estão sendo tratados. E as expectativas são para essa condição aumenta quando se considera apenas a população acima de 65 anos as estimativas de prevalência na Europa Ocidental para 2030 indicam que 9.300.000 pacientes. Aumento da expectativa de vida e o envelhecimento da população motivou a disparar esses dados. Pagonabarraga acordo "nos últimos 20 anos mudou o curso da doença e aprenderam a perguntar aos pacientes melhor. Então, eles podem servir melhor". Comprometimento cognitivo envolve uma deterioração da qualidade de vida ao longo do tempo, o que resulta no desenvolvimento de demência, a fragmentação do sono, depressão, ansiedade, apatia e aparecimento de alucinações visuais. Para os especialistas "devemos insistir que Parkinson não é mais apenas um distúrbio de movimento". Detalhes dos mais recentes estudos indicam que 13,5% dos pacientes sofrem de algum transtorno do controle dos impulsos e só apenas 15% deve informar o seu médico. Em um período de dez anos 45% dos pacientes de Parkinson acabar por sofrer de uma demência. De acordo com Javier Pagonabarraga "para melhor atendimento ao paciente leva tempo e conhecimento. Você tem que ouvir atentamente e fazer uma busca sistemática de todos esses sintomas não-motores que afetam sua qualidade de vida." A idade média de início da doença de Parkinson é de cerca de 61 anos na Europa. Todos maior incidência é a 50/80 anos, mas, pelo menos, 25% dos pacientes têm menos de 60 anos e, possivelmente, entre 2 e 5% ainda não chegou a 40, de acordo com dados do (SEN Sociedade Espanhola de Neurologia). Quanto à distribuição de gênero, uma análise recente dos resultados de vários estudos (meta) analisaram o risco de desenvolver PD em relação ao sexo e descobriu que os homens têm uma incidência 1,5 vezes maior do que as mulheres.

OBSERVAÇÃO: INTERESSANTE!!!!!! PORQUE AO INVÉS DE PUBLICAREM ESSE TIPO DE NOTÍCIA, NÃO DIVULGAM O QUE A MEDICINA ESTÁ FAZENDO PARA DETER ESSA DEMÊNCIA? COMO SE  FOSSE  FÁCIL A GENTE CONVIVER COM ESSE MAL E AINDA SABERMOS QUE PODEREMOS FICAR DEMENTES.... ME POUPEM. QUEREMOS RESULTADOS.
NADA CONTRA A NOTÍCIA MAS  PRECISAMOS COBRAR DOS MÉDICOS E CIENTISTAS

     

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Adoçante só com recomendação médica.

Adoçante só com recomendação médica Clic Folha - MG - SAÚDE - 18/10/2011 Agência Estado Tatiana Piva São muitas as pessoas que usam adoçante no lugar do açúcar. Há quem siga recomendação médica para isso e há também quem tenha se acostumado a consumir o produto apesar do gosto diferente. Poucos, no entanto, sabem quais são os tipos de edulcorantes existentes, qual é a ingestão diária recomendada ou se a prática faz mesmo bem à saúde. Se depender das orientações da cartilha Adoçantes - Tire suas Dúvidas, recém-lançada pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Para Fins Especiais e Congêneres, Diet & Light (Abiad), o consumo do produto não faz mal algum. Embora tenha o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) e da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), especialistas recomendam cautela ao “acatar” todas as orientações constantes no material. “Adoçantes são produtos artificiais criados em laboratórios e que, não sendo naturais, podem causar alterações no organismo humano”, alerta a nutricionista Daniela Jobst, membro do Instituto de Medicina Funcional dos Estados Unidos e do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional
Fonte:Folha.com

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Para quem gosta de música , Festival SWU em Paulínia foi maravilhoso.
A Banda Playing for Change deu um show.  Sem falar em Peter Gabriel, Duran   Duran.
Como o Sr. James resolveu aliviar e me deixar Light dia 13, fui conferir. Me diverti muito.





Estudo descobre relação entre Parkinson e uso de solventes.

Um estudo norte-americano liga a doença de Parkinson com o solvente industrial tricloroetileno solvente (TCE). Pesquisadores, liderados pelo Dr. Samuel Goldman e Caroline Dr. Tanner, do Instituto de Parkinson em Sunnyvale, Califórnia, entrevistaram 99 pares de gêmeos. Em cada par, um dos gêmeos, que tinha o contato com solventes, adquiriram a doença de Parkinson e o outro não. A informação é do site NY Post. O estudo, publicado nesta segunda-feira (14), revelou que as pessoas regularmente expostas ao TCE - um agente comum em soluções de limpeza a seco, adesivos, tintas e produtos de limpeza do tapete - tinham seis vezes mais risco de desenvolver a doença de Parkinson. Embora a Food and Drug Administration proibiu o uso de TCE como um anestésico geral, desinfetante da pele em 1977, a substância ainda é usada como um agente desengordurante. O estudo foi o primeiro a relatar uma "associação significativa" entre o solvente e a doença de insoParkinson.Como resultado da investigação, os pesquisadores também consideraram que a exposição ao percloroetileno e tetracloreto de carbono tendeu para risco significativo de desenvolver a doença. "Nosso estudo confirma que os contaminantes ambientais comuns podem aumentar o risco de desenvolvimento de PD doença de Parkinson, que tem consideráveis implicações para a saúde pública", disse Goldman

domingo, 13 de novembro de 2011

Genética ajuda a desenvolver tratamento individual pata câncer.

Médicos anunciaram a aplicação de um teste genético de amplo espectro que rastreia mutações em células cancerosas para ajudar a adequar o tratamento de pacientes com tumores malignos no pulmão. Usado em pacientes com câncer de pulmão do tipo não pequenas células (NSCLC), a técnica fez tanto sucesso que a equipe agora a adota para tratar tumores malignos colorretais, de mama e cérebro, além de avaliar sua aplicação na leucemia, afirmaram os especialistas no artigo, publicado na edição desta quarta-feira dos Anais de Oncologia, periódico científico europeu especializado em câncer. A meta é identificar mutações genéticas específicas que fazem com que as células se dividam e multipliquem de forma descontrolada. O próximo passo é atacar estas mutações com "drogas inteligentes" que bloqueiam a enzima que possibilita a proliferação das células. Medicamentos sob medida são considerados armas de precisão, pois rastreiam o tipo de célula maligna, ao contrário da quimioterapia, que atua mais como uma arma de caça. "Escolher o tratamento correto pode elevar as taxas de resposta [aos medicamentos] em pacientes com NSCLC de 20% a 30%, em média, para 60% a 75% e melhorar a sobrevivência", afirmou Lecia Sequist, da Escola Médica de Harvard e do Hospital Geral de Massachusetts, que dirigiram a pesquisa. O teste, denominado SNaPshot, busca 50 áreas de mutação em 14 genes, conhecidos por desempenhar um papel em cânceres NSCLC. A técnica, denominada reação em cadeia da polimerase (PCR, na sigla em inglês), leva em média menos de três semanas para obter resultado, ao fazer o rápido rastreamento de métodos tradicionais para amplificar e analisar amostras genéticas. Os pesquisadores analisaram tecido retirado de 589 pacientes em um teste de 14 meses e encontraram uma ou mais mutações em pouco mais da metade das amostras. Dos 589 pacientes, houve 353 com câncer em estágio avançado. E em 170 destes, os médicos conseguiram identificar um ou mais genes problemáticos. Esta descoberta abriu o caminho para que 78 pacientes recebessem tratamentos direcionados. Segundo Sequest, esta foi a primeira vez que uma rede ampla de genes defeituosos foi levantada para criar um genótipo ou perfil genético, para uso no tratamento do câncer. "Nosso estudo é excitante porque demonstra que de fato é possível integrar, hoje, testes de biomarcadores genéticos múltiplos à atribulada prática clínica e levar aos pacientes terapias personalizadas", afirmou, em comunicado. A genotipia é uma ferramenta de rápido desenvolvimento na medicina preventiva, ajudando os médicos a identificar, por exemplo, as mulheres com risco de desenvolver câncer de mama. Fonte:Folha.com

terça-feira, 8 de novembro de 2011

 
 
O patch de liberação da droga iria melhorar a disponibilidade de levodopa comparativamente à administrada por via oral.

8 November 11 - Fontes informam ao ''Globes'' que a Neuroderm Ltd. alcançou resultados promissores ao término de seu ensaio clínico primário de fase II do ND0611, um patch de carbidopa para tratamento da doença de Parkinson. O patch de liberação da droga iria melhorar a disponibilidade de levodopa em relação à administrada por via oral.

A levodopa por via oral é rapidamente digerida e assim exigindo doses elevadas, o que provoca efeitos colaterais. A Neuroderm espera que ao liberar a droga diretamente na corrente sanguínea através da pele, irá oferecer um tratamento mais eficaz para a doença de Parkinson em doses mais baixas e, portanto, menos efeitos colaterais.

O estudo multicêntrico incluiu 24 pacientes que receberam seis tratamentos: três com drogas para Parkinson disponíveis comercialmente e três com esses medicamentos liberados através de patches da empresa. Pacientes que receberam o adesivo mostraram níveis mais elevados da droga no sangue, em comparação com os medicamentos orais. O mesmo efeito foi medido com todas as três drogas testadas.

O teste é muito pequeno para proporcionar eficácia estatística clara do patch, mas a ligação entre os níveis da droga no sangue e sua eficácia são conhecidos - e esse foi o final do julgamento.

O ND0611 é registrado como uma nova terapia e dois grandes ensaios clínicos (Fase IIb e ensaios de Fase III) provavelmente serão necessários antes que possa ser trazido para o mercado. Otimistas, a droga pode chegar ao mercado em 2015.  Fonte: Globes.il.