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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

sábado, 29 de dezembro de 2012

 
Dalva Molnar
 
Uma amiga para toda hora, um exemplo de sabedoria. Uma mulher forte, que faz com que as dificuldades que esse mal lhe proporciona se transformem em palavras e ações de conforto para aqueles amigos que por vezes, até em melhores condições que ela, não tem a paciência e galhardia com que ela enfrenta o parkinson. Para mim, um símbolo de nossa luta constante e uma honra privar de sua amizade. Aproveito para desejar a todos UM FELIZ 2013, com muitas realizações, paz e saúde.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Quero desejar a todos um Feliz Natal, lembrando da importância dessa data e que, através das nossas acões e boas atitudes possamos, quem sabe, mudar o mundo. Fazendo  uma retrospectiva do que foi a vida daquele que veio para nos salvar, o dia é de celebração pelo seu nascimento, mas não só de excessos de comidas e bebidas, consumismos e presentes. É também momento de oração.
Assim sendo, quando a sua mesa hoje a noite estiver farta, reserve um pouco para aqueles que nada tem. Procure dar uma volta e olhe em baixo dos viadutos, que sempre haverá alguém para saborear algo do melhor que você tiver nessa ceia. Não basta só dar. Bom é você dividir o caro, o gostoso, o trabalhoso. É aí que está o mérito e a verdadeira caridade. E sempre peço a "Papai Noel", na virada do ano a cura para todos os males que atormentam a humanidade e que Nicolá traga, nos nossos sonhos, um insight para os cientistas e nos brinde com uma palavrinha bem curta e tão esperada. A CURA DESSE MAL QUE TANTO NOS ATORMENTA.

Livro de Ivaldo Bertazzo ensina exercícios corporais que estimulam o cérebro.

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1202728-livro-de-ivaldo-bertazzo-ensina-exercicios-corporais-que-estimulam-o-cerebro.shtml
Folha online.Equilíbrio ne Saúde.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Miguel Nicolelis fala sobre cérebro

'Entendemos hoje que o cérebro sempre tem um 'ponto de vista' adquirido pelo acúmulo das suas experiências passadas', afirma o pesquisador
Por Flavio Lobo São Paulo
Abrir no Link abaixo.

Quem se propõe a fazer uma breve apresentação de Miguel Nicolelis se vê diante de pelo menos dois desafios. Um deles é resumir as aspirações do neurocientista, o outro, sintetizar as suas realizações.

(No vídeo ao lado, reportagem do Fantástico aborda projeto de Nicolelis)
As metas que norteiam este médico paulistano, formado na Universidade de São Paulo (USP), que se tornou chefe de um dos mais importantes laboratórios de neuroengenharia do mundo, impressionam pela grandeza. Nicolelis busca uma nova compreensão do cérebro capaz de mudar a ideia que o homem faz de si mesmo e, ao mesmo tempo, propiciar avanços que beneficiem pessoas que sofrem de paralisia e de doenças como Alzheimer e esquizofrenia. Está decido a fomentar o desenvolvimento de regiões e populações pobres por meio da criação de polos de produção científica e de um modelo de educação que revolucione a formação básica de milhões de estudantes.

O segundo desafio ao apresentar Miguel Nicolelis é ser sucinto quanto a suas credenciais e conquistas. Autor de diversos trabalhos publicados nas mais prestigiadas revistas científicas do mundo, ele já fixou vários marcos na história das ciências do cérebro.
Globo Universidade - Você é um dos principais protagonistas de uma revolução teórica que vem mudando a forma de compreender e estudar o cérebro. Qual é a essência dessa revolução?
Miguel Nicolelis – Nos últimos 20 anos, estamos deixando de achar que o neurônio isolado, a célula isolada, é a unidade funcional do cérebro. Rompemos com a visão reducionista, de que para entender o cérebro, a gente tem que picar ele em pedacinhos. O doutor César Timo-Lária, que foi meu orientador, costumava dizer que assim você vira o especialista que sabe tudo do nada. E é a pura verdade. O pessoal achou que ia pegar o cérebro, ia cortar, chegar à proteína da sinapse, e ia explicar como tudo funciona. O neurônio é a unidade anatômica, mas para o cérebro produzir qualquer tipo de comportamento, tem que haver atividade coerente de um grande número de células, que formam um circuito neural. O cérebro, basicamente, é um sistema que produz o que ele produz como consequência de uma série de propriedades emergentes desses bilhões de neurônios que se intercomunicam. Tentar entendê-lo olhando um neurônio de cada vez é como querer entender a Floresta Amazônica examinando folha por folha. Não há como você reconstruir a floresta a partir dessas unidades porque a interação no ecossistema é muito mais complexa do que se pode perceber ao examinar a folha. Mais recentemente, em vez de ver o cérebro como um decodificador das grandezas físicas que vêm do ambiente, impactam no corpo e informam o cérebro – que então tem que gerar um código, como se fosse um computador –, estamos criando o que eu chamo de “visão relativística do cérebro”. Entendemos hoje que o cérebro sempre tem um “ponto de vista” adquirido pelo acúmulo das suas experiências passadas e o que ele faz continuamente é checar suas hipóteses, seus modelos de realidade. Estamos, portanto, substituindo uma concepção do cérebro como decodificador por uma visão do cérebro como um grande modelador, um simulador da realidade. A diferença é como do dia para a noite. Uma verdadeira revolução conceitual. Muda a forma como pensamos a nossa identidade, como corpos, seres vivos, indivíduos, e também como encaramos as doenças neurológicas. Por isso acho que vem por aí uma sequência de novas terapias para doenças neurológicas. Tratamentos que vão emergir de uma nova visão de como o cérebro opera.

GU – Você pode dar um exemplo disso, de uma nova abordagem em relação a uma doença específica?

AVC silencioso pode levar à doença de Parkinson

Embora condições tais como um acidente vascular cerebral grave têm sido associados à doença de Parkinson, para muitos doentes os tremores e outros sintomas da doença parecem vir do nada.

Cientistas da Universidade de Manchester, descobriram que um pequeno derrame, também conhecido como um acidente vascular cerebral silencioso, pode causar a doença de Parkinson.

Ao contrário de um grave acidente vascular cerebral, um acidente vascular cerebral silencioso pode não apresentar sintomas externos de ter ocorrido. Isso acontece quando um vaso sanguíneo no cérebro está bloqueado para apenas uma quantidade de tempo muito curto e muitas vezes os pacientes não sabem que eles foram vítimas de um.

No entanto, parece agora que um dos efeitos duradouros de um golpe silencioso pode ser a morte de neurónios dopaminérgicos na substantia nigra do cérebro, que é uma região importante para a coordenação do movimento.

"No momento, não sabemos por que os neurônios dopaminérgicos começam a morrer no cérebro e, portanto, por que as pessoas contraem a doença de Parkinson. Houve sugestões de que o estresse oxidativo e envelhecimento fossem responsáveis. O que queríamos fazer em nosso estudo foi olhar para o que acontece no cérebro fora da área imediata onde um derrame silencioso ocorreu e se isso poderia levar a danos que possam resultar em doença de Parkinson, "disse o Dr. Emmanuel Pinteaux, que liderou a pesquisa.

Os pesquisadores da Faculdade da Universidade de Ciências da Vida induziram um leve acidente vascular cerebral semelhante a um derrame silencioso na área estriado do cérebro de ratos. Eles descobriram que não havia inflamação e danos no cérebro no estriado após o acidente vascular cerebral, o que eles esperavam. O que os pesquisadores não esperavam era o impacto em outra área do cérebro, a substância negra.

Quando analisada a substantia nigra eles registraram uma rápida perda de substância P (uma substância química chave envolvidos no seu funcionamento), assim como a inflamação.

A equipe então analisou mudanças no cérebro, seis dias após o acidente vascular cerebral leve e encontrou neurodegeneração na substância negra. Neurônios dopaminérgicos tinha sido morto. (segue…, em inglês, tradução Hugo)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Tratamento de câncer


E outras doenças ganha impulso com a nanotecnologia

A nanotecnologia, utilizada na medicina para diferentes tratamentos de saúde, tem se tornado indicada para o combate a doenças que vão do câncer de pele ao mal de Parkinson e de Alzheimer, graças ao desenvolvimento de novas técnicas para sua aplicação. Uma série de pesquisas realizadas pelo Grupo de Fotobiologia e Fotomedicina do Centro de Nanotecnologia e Engenharia Tecidual da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto, tem resultado em diferentes possibilidades de tratamento, viáveis técnica e economicamente.


Fonte: PlanetaUniversitário.com

sábado, 15 de dezembro de 2012

Pesquisa que transforma células do cérebro

Nova pesquisa, divulgada no mês passado, na revista Cell Stem Cell, pode ajudar a tratar danos neurológicos e doenças neurodegenerativas como a de Parkinson e o Alzheimer. Desenvolvido por pesquisadores alemães, o estudo aponta um método de gerar novos neurônios humanos por meio de outros tipos de células.
O objetivo foi converter células presentes no cérebro, mas que não são nervosas, em neurônios, para reparar os danos do cérebro doente. O grande desafio dos cientistas foi encontrar células que pudessem ser convertidas em neurônios. Os pesquisadores analisaram amostras de células retiradas de 30 voluntários e puderam comprovar que é possível reprogramar células que têm, entre outras funções, a de manter a estrutura que protege o cérebro contra substâncias químicas presentes no sangue.
Essa estrutura, apesar de proteger, atrapalha a ação de medicamentos porque impede a sua passagem, criando uma barreira. Como, por exemplo, é o caso de medicamentos destinados a amenizar a depressão. Essas células são chamadas de pericitos e, quando transformadas em neurônios, têm a capacidade de produzir sinais elétricos e de se comunicar com outros neurônios, integrando-se ao sistema nervoso do corpo.
A conversão só foi possível acontecer devido a outras pesquisas já desenvolvidas, que identificaram a reprogramação de diferentes células a partir da ação de proteínas conhecidas como fatores de transcrição.
Apesar do avanço, os pesquisadores disseram que serão necessários outros testes, entretanto, o estudo já comprovou que é possível adotar a estratégia de reprogramação neuronal para a reparação de tecidos vivos. Para a doença de Parkinson essa pode ser uma alternativa viável no futuro, já que esses neurônios convertidos podem substituir os neurônios degenerados.
A doença de Parkinson é degenerativa e progressiva do sistema nervoso, com evolução lenta, costuma atingir pessoas entre os 50 e 79 anos. Entre os seus sintomas, os mais comuns são tremores, lentidão dos movimentos e rigidez. O tratamento é realizado com medicação e terapias alternativas, entretanto, a progressão da doença é inevitável.
Fonte; Internet

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

laços da medicina com a ind farmacêutica


Nos últimos meses, um tema polêmico tem aparecido mais frequentemente na mídia: o potencial prejuízo que o “inevitável” laço entre medicina e indústria farmacêutica pode causar nos pacientes.
Muitos artigos e estudos têm argumentado que a indústria farmacêutica se utiliza de táticas e estratégias imorais e nada éticas para vender remédios que absolutamente não ajudam os doentes.

O estudo analisou 2.047 artigos sobre pesquisas biomédicas desacreditadas e retraídas de publicações científicas, e constatou que a maior razão para a sua retração não foram erros honestos (não propositais), mas sim pura fraude.
Enquanto isso, um médico inglês, Benjamin Goldcare, denunciou um comportamento condenável da indústria farmacêutica: em busca de proteger os próprios interesses econômicos, os laboratórios farmacêuticos nem sempre liberam os remédios ao mercado com a garantia de que farão bem aos pacientes.
Para vender esses remédios ineficazes, as empresas forjam ou só publicam estudos acadêmicos e resultados de testes favoráveis sobre eles, escondendo totalmente o fato de que alguns apresentam efeitos colaterais perigosos.
Se você acha que já ouviu o suficiente, prepare-se para conhecer a pior parte de tudo isso: tal comportamento não é ilegal.
No Brasil, a entidade que libera remédios para uso comercial é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), um órgão ligado ao Ministério da Saúde. Existem 23 laboratórios oficiais ligados à Anvisa que fornecem medicamentos para o Sistema Único de Saúde (SUS).
As centenas de laboratórios privados, no entanto, estão sob observação menor (para não dizer sem observação


Fonte:

Nota do blog.
A função do blog é de informar, publicando  reportagens que considero de interesse geral.
Sugestão de um amigo comum, Hamilton Guerra.

FELIZ NATAL

Melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz
                                                                                                                                                                                        FELIZ NATAL -  A MERRY CHRISTMAS                           



Eu estou pensando em você hoje porque é Natal, e eu lhe desejo felicidade.
E amanhã, porque será o dia seguinte ao Natal,
Eu ainda lhe desejarei felicidade.
Eu posso não ser capaz de lhe falar sobre isto diariamente,
Porque eu posso estar ausente, ou nós podemos estar muito ocupados.
Mas isso não faz diferença.
- Meus pensamentos e meus desejos estarão com você da mesma forma.
Qualquer alegria ou sucesso que você tenha, me fará feliz. Me iluminará por todo ano.
Eu desejo a você o Espírito do Natal.


SÃO OS MEUS VOTOS  E QUE TODAS FAMÍLIAS AO REDOR DO MUNDO CONSIGAM  TRAZER A UNIÃO DOS POVOS, A TÃO SONHADA PAZ,  SAÚDE, TOLERÂNCIA E QUE EM TODOS IDIOMAS VOCÊS CAPTEM MINHA ENERGIA
E AMOR! 

Maconha embala aula

Maconha embala aula de ioga na Califórnia

Este é o terceiro ano em que Liz McDonald dá um curso aos sábados intitulado "420 Remedy Yoga". O estúdio dela, "Brazilian Yoga", fica em Atwater Crossing, um centro boêmio próximo de Glendale, Califórnia. Como cortesia para seus alunos de Glendale, alguns dos quais podem estar perambulando em estado de graça, McDonald começa sua aula às 16h25.

O número 420 é código para "fumar maconha". O termo se originou em Marin County, no início dos anos 1970, quando um grupo de estudantes de ginásio se reunia às 16h20 para começar a fumar seus baseados.

Naquela época, anos depois de Richard Alpert ter mudado seu nome para Ram Dass, os experimentos com drogas andavam de mãos dadas com a busca pelo ser/consciência/alegria, busca essa que é também um dos fundamentos da ioga e da meditação.

Num sábado recente, McDonald iniciou sua aula devagar. Os alunos se deitaram no chão, ao som de jazz relaxante com toques indianos, enquanto ela os incentivava a imaginar que suas esteiras eram tapetes mágicos particulares.

Eles passaram algum tempo se alongando preguiçosamente, alguns deles olhando para as lanternas brancas penduradas das vigas, como se estivessem apreciando pela primeira vez as qualidades etéreas do papel de arroz.

McDonald foi andando entre os alunos, ajustando as posturas deles com pressões suaves. Seu cachorrinho Prince a acompanhava; de vez em quando ele imitava a dona, encostando seu focinho nos alunos.

Uma hora e meia mais tarde a aula terminou com a tradicional "postura do cadáver", em que os alunos ficam deitados de bruços, com as palmas para cima, e parecem unir-se ao chão debaixo deles.

Os praticantes de ioga que curtem deixar seus pensamentos voar longe e que vivem no Colorado e no Estado de Washington, cujos eleitores recentemente aprovaram a legalidade da maconha em doses pequenas para uso recreativo, podem começar a ver outras aulas como a de Liz McDonald. (A posse de maconha ainda é um delito federal, de modo que o período atual é de transição complexa.) (…)

A ioga e o consumo de ervas estão vinculados desde a antiguidade. Os sutras da ioga, escritos em sânscrito antes da era de Cristo, são vistos como o texto fundador da prática.

Os sutras citam as ervas como um dos cinco métodos que podem ser usados para erguer o véu da ignorância, ou seja, a barreira entre o consciente e o inconsciente. Mas William Sands expressou ceticismo, dizendo que as "ervas" em questão poderiam ser algo tão pouco polêmico quanto o cardamomo. "As pessoas que interpretam as 'ervas' dos sutras como sendo maconha estão buscando um argumento para justificar o que querem", disse ele.

Contudo, Mark Haskell Smith, romancista e autor do livro de não ficção "Heart of Dankness: Underground Botanists, Outlaw Farmers, and the Race for the Cannabis Cup", tem certeza que os sutras não fazem alusão ao cardamomo. Praticante de ioga há 20 anos, Smith disse que ocasionalmente fuma maconha quando faz ioga. Quando o faz, contou, "consigo mergulhar mais fundo nos ássanas", ou posturas.

"Parte do objetivo da ioga é relaxar o corpo", ele comentou. "E a maconha ajuda muitas pessoas a relaxar." Íntegra na fonte: Folha de S.Paulo.

Cientistas reprogramam células de urina para gerar neurônios

Pesquisa chinesa pode ser útil no tratamento de doenças como Alzheimer e Parkinson

10 de dezembro de 2012 | Cientistas chineses afirmam ter conseguido reprogramar células de urina humana em células cerebrais (progenitoras neurais), em uma pesquisa que pode contribuir para futuros avanços no tratamento de males degenerativos como Alzheimer e Parkinson.

A pesquisa, publicada na mais recente edição do periódico Nature Methods, afirma que células de urina foram isoladas de três doadores, de 37, 10 e 22 anos, e reprogramadas para gerar células progenitoras neurais (NPCs), que são precursoras das células cerebrais. Estas NPCs, por sua vez, foram capazes de se subdividir e "gerar com eficiência neurônios funcionais" distintos in vitro.

Os mesmos cientistas haviam identificado no ano passado que a urina humana contém células do rim "que podem ser reprogramadas em células-tronco pluripotentes induzidas (iPSCs)". Agora, dizem ter avançado neste método.

"Ainda faltam análises, mas reportamos que as células sobrevivem e se dividem quando transplantadas ao cérebro de um rato recém-nascido", diz o estudo, liderado por Duanquing Pei, da Academia Chinesa de Ciências.

Células progenitoras neurais são potenciais fontes de neurônios para pesquisa, com a vantagem de se dividirem e, por conta disso, poderem ser "expandidas" em laboratório antes que sejam divididas em neurônios.

Pesquisa e teste de medicamentos. "Há um grande interesse em gerar progenitoras neurais de indivíduos com doenças degenerativas", diz comunicado da Nature Methods.

"E como as células a serem reprogramadas são derivadas de (processos) não-invasivos, da urina de doadores, os autores da pesquisa propõem que o procedimento deve ser praticável para gerar progenitoras neurais específicas para determinadas doenças", acrescenta a publicação.

"Neurônios derivados dessas células podem ser úteis para pesquisas em males neurodegenerativos e para o teste de novos medicamentos", conclui o comunicado.

A pesquisa de Duanquing Pei lembra que ainda não há medicamentos eficientes para combater diversas doenças neurológicas.

Há importantes avanços no campo de células-tronco, mas o método é alvo de questionamentos por alas mais conservadoras porque as células são obtidas de embriões humanos. Além disso, existe o risco de rejeição do sistema imunológico. A vantagem da pesquisa chinesa é evitar esses dilemas.

Além disso, reportagem da revista Nature aponta que o estudo pode ajudar pesquisadores a produzir mais rapidamente células específicas para cada paciente, em número maior.

"Progenitoras neurais proliferam em cultura, então os pesquisadores podem produzir diversas células para seus experimentos", diz a reportagem.

Um geneticista consultado pela revista afirma que outra vantagem de obter células dessa forma é que a urina pode ser coletada de quase qualquer paciente. Fonte: O Estado de S.Paulo. No Globo G1.
Editado com LibreOffice Writer

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

dinâmica

O interessante do blog é exatamente a dinâmica que podemos dar. No meu caso, quando coloquei o nome no blog foi exatamente para poder ter a opção de não só falar de Parkinson. Acho importante as reportagens que publico sobre várias doenças neurológicas e degenerativas, como acho também interessante informar sobre o diabetes e outras tantas doenças. O ideal mesmo era que pudéssemos viver num mundo sem doenças, sofrimentos e discrepância sociais, culturais, morais e todos os "AIS" da vida.
Bem, outro dia me perguntaram se meu blog era só sobre o "Mal de Parkinson"?
Respondi que não. O diálogo foi interessante. A interlocutora ficou me olhando e disse: Mas vc é portadora,  não seria mais interessante vc só falar desse mal? 
Olha, tem cada cabeça pequena nesse mundo. Tem horas que me acho há mil anos luz a frente de algumas pessoas. Como se eu comesse Parkinson, vivesse Parkinson, transasse Parkinson. Minha indignação foi tanta que falei. Espera  aí., então se cada um que tiver uma doença, fizer um blog e só postar sobre sua doença? O mundo vai ficar negro. Vai virar o buraco de Ozônio, e educadamente argumentei: olha companheira, eu não sou mulher de fazer uma coisa só. Sou geminiana, sou baiana (Porque na Bahia se brinca assim: baiano não nasce, estreia) e eu tenho uma coisinha aqui na veia, que corre igual no seu corpinho, que se chama "Sangue".
Primeiro, não pedi a ninguém essa doença intrusa na minha vida.
Segundo, ela não me pertence. Devolvo ao universo todos os dias e vivo todo momento da minha vida intensamente, e não gosto de baixo astral. Se você acha que o meu blog não está legal, não acesse, por favor! Deixe para fazer isso quem gosta e acha bom. Agora, não falo de mortes, desgraças, pois acredito que tragédia gera tragédia. Nosso pensamento é forte, se eu gosto de ser alegre, eu vou lá esta cultivando   TRISTEZAS?
 A doença por se só é muito desagradável e a gente nem pode esquecer totalmente dela,  pois, ela se faz lembrar. Acho que pessoas devem procurar viver com mais tranquilidade.
Eu amo meu blog, meio bagunçado igual a dona. Mas é meu (It's Mine).
Todo radicalismo acaba em brigas, guerras e outras coisas. Desde os primórdios da humanidade se mata em nome de Cristo. Agora eu vou brigar por causa da Doença de parkison? Euzinha aqui? Mais nem morta. Eu posso brigar se alguém falar dos Beatles, Eric Clapton, Simon, dos meus filhos, amigos .
Se você é boa, criticam, se é megera, também. Se é chata, vixe Maria! Se é legal tentam tripudiar na sua cabecinha. Então galera como viver? Como agradar a Gregos e Troianos?

domingo, 9 de dezembro de 2012

Campanha tenta expressar como se sente portador de Parkinson

The Assembly cria impressos para conscientização sobre a doença

Anúncio impresso que tenta expressar, sem o uso de nenhuma tecnologia, como um portador do Mal de Parkinson se sente
06/12/2012 - São Paulo - Você consegue imaginar como se sente alguém com Parkinson? A agência The Assembly criou um anúncio impresso que tentasse expressar, sem o uso de nenhuma tecnologia, como um portador do Mal de Parkinson se sente.

Preparar uma xícara de chá, fazer uma torrada ou apenas colocar uma meia: as tarefas mais simples do dia a dia se tornam grandes desafios. As peças fazem parte da campanha de conscientização da doença na Grã-Bretanha, que começa na próxima segunda-feira.

A campanha é resultado de uma parceria que começou em julho deste ano, quando a agência foi encarregada de ampliar a presença da Parkinson’s UK na mídia, alcançando mais pessoas afetadas pela doença. Além dos impressos, a The Assembly também irá fazer ativações em redes sociais. Fonte: Revista Exame.

Editado

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Pedalar pode atenuar os sintomas de Parkinson

Pedalar pode atenuar os sintomas de Parkinson

O simples ato de pedalar pode contribuir para atenuar os sintomas da doença de Parkinson, que provocam tremores e uma gradual perda de mobilidade. A descoberta é de uma equipa de cientistas do Cleveland Clinic Lerner Research Institute, no Ohio, EUA.
A investigação desta relação começou graças a um acaso quando Jay Alberts, o responsável pela pesquisa, participou numa corrida solidária de bicicleta pelo estado de Iowa para chamar a atenção da comunidade para a doença de Parkinson.

Em comunicado, Alberts explica que nessa corrida participou uma paciente que, ao acompanhar o seu ritmo acelerado, registou, no final da prova, melhorias nos sintomas.
Segundo o investigador, esta “feliz coincidência” orientou o objeto de estudo deste trabalho que tentou analisar qual a ligação entre as regiões do cérebro que estão associadas ao Parkinson e o exercício físico.
Durante a investigação foram analisados 26 pacientes portadores desta patologia. Durante três vezes por semana, por um período de oito semanas, os pacientes utilizaram bicicletas para fazer exercício, sendo que um grupo pedalou ao ritmo normal e o outro a um ritmo acelerado.
No grupo que pedalou com mais velocidade verificou-se uma melhoria nas regiões do cérebro que estão associadas ao movimento e mobilidade, comprovando que pedalar com mais velocidade produz efeitos positivos no cérebro e pode constituir-se "como uma terapia de baixo custo para a doença de Parkinson".
Agora os cientistas estão a tentar perceber se outras formas de exercício têm os mesmos efeitos no cérebro e se os pacientes de Parkinson podem, de forma segura, utilizar equipamento para pedalar como um tratamento complementar.
De destacar que esta correlação entre a atividade física e os sintomas do Parkinson não é uma novidade, visto que, no início do ano foi publicado um estudo que concluiu que a técnica de exercício chinesa Tai Chi ajudava os pacientes de Parkinson a controlar melhor os seus movimentos.

Para já, esta descoberta ainda é preliminar, por isso, não foi publicada em nenhuma revista científica, tendo sido, no entanto, apresentada no encontro anual da Radiological Society of North America (RSNA), em Novembro.

Clique AQUI para aceder ao comunicado da RSNA (em inglês).

[Notícia sugerida por Vítor Fernandes e Raquel Baêta]
Fonte: Boas Notícias.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

 

  • Um amigo querido postou no Facebook. Achei muito bonito.
  • Um presente para para vocês.
     
    O DESPERTAR...
    "Às vezes é preciso perder para dar valor. 
Chorar para aprender a amar.
Confiar para se entregar.
Ouvir para nunca gritar.
Todos irão sofrer um dia, para saber o verdadeiro sentido da felicidade!
Se sentir saudades procure,
Se sentir vontade faça,
Se tiver medo lute,
Se perder esqueça, mesmo que doa,
Se gostar viva!
Mais Lembre-se que nunca é tarde para recomeçar."

(Autor Desconhecido)
    ‎"Às vezes é preciso perder para dar valor.
    Chorar para aprender a amar.
    Confiar para se entregar.
    Ouvir para nunca gritar.
    Todos irão sofrer um dia, para sabe...
    r o verdadeiro sentido da felicidade!
    Se sentir saudades procure,
    Se sentir vontade faça,
    Se tiver medo lute,
    Se perder esqueça, mesmo que doa,
    Se gostar viva!
    Mais Lembre-se que nunca é tarde para recomeçar."Autor Desconhecido

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Não se acostume

Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

Fernando Pessoa

Nova pesquisa de Miguel Nicolelis faz macaco movimentar e sentir braço virtual apenas com a mente

Estudo, publicado na edição online da revista 'Nature', abre caminho para a criação de uma nova geração de próteses robóticas controladas pelo cérebro

Jones Rossi
Cientista e professor Miguel Nicolelis em seu laboratório na Duke University em Durham, Carolina do Norte
O cientista Miguel Nicolelis em seu laboratório na Duke University, em Durham, Carolina do Norte: sua nova pesquisa fez macacos moverem um braço virtual usando apenas sinais do cérebro (Gilberto Tadday)
Mais uma etapa do ambicioso projeto Walk Again, coordenado pelo cientista brasileiro Miguel Nicolelis, que pretende criar uma veste robótica capaz de fazer um tetraplégico voltar a andar, foi revelada nesta quarta-feira. Em estudo publicado na edição online da revista Nature, Nicolelis e sua equipe relatam a experiência em que fizeram um macaco controlar um braço virtual usando apenas o pensamento. Mas a pesquisa foi além: o macaco recebeu de volta sinais táteis, como se o braço virtual pudesse sentir a textura dos objetos de verdade, feito inédito na história da ciência. Continua
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/nova-pesquisa-de-miguel-nicolelis-faz-macacos-movimentarem-braco-virtual-apenas-com-a-mente