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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

COISAS DO BRASIL

NOTA DO BLOG: ESSE ESPAÇO NUNCA FOI USADO PARA PEDIR NADA, MAS POR JULGAR UMA CAUSA DE UTILIDADE PÚBLICA, ESTOU PUBLICANDO ESSA MATÉRIA. SE ALGUMA AUTORIDADE OU PESSOAS QUE POSSAM AJUDAR TOMAREM CONHECIMENTO, OS DADOS ESTÃO NA REPORTAGEM. SÃO MUITAS PESSOAS QUE VÃO SER PREJUDICADAS.


Prestes a ser despejada, Associação de Parkinson de Pernambuco pode deixar de atender a 300 doentes


Mariana Fabrício - Diario de Pernambuco
Publicação: 25/02/2013 13:45Atualização: 26/02/2013 11:50
Pacientes assistidos pela Associação de Parkinson de Pernambuco temem perder acesso aos tratamentos oferecidos pela instituição, que não tem para onde ir após despejo. (Foto: Divulgação)
Pacientes assistidos pela Associação de Parkinson de Pernambuco temem perder acesso aos tratamentos oferecidos pela instituição, que não tem para onde ir após despejo. (Foto: Divulgação)

Um grupo de 300 portadores do mal de Parkinson que recebe tratamento prestado por voluntários em uma sala emprestada do prédio Santo Albino, na Avenida Guararapes, está prestes a perder o direito de usar o local e o acesso às terapias, muitas vezes essenciais para a manutenção dos pacientes. Na sala, funciona há cinco anos a Associação de Parkinson de Pernambuco (ASP-PE). A instituição, criada há doze anos, é mantida graças a doações de pessoas físicas e sócios.

Quer fazer uma denúncia ou sugerir uma pauta para o Cidadão Repórter? Acesse o fórum e participe

No entanto, desde janeiro a presidente da associação, Terezinha Veloso, vive com o dilema de não saber para onde ir. Ela, assim como os outros inquilinos, recebeu a notícia de que o prédio foi vendido e, por isso, teria que desocupá-lo até o dia 15 de fevereiro. Após o prazo, apenas quatro condôminos ainda estão no prédio porque não têm para onde se mudar. Em meio à situação já complicada, no dia 25 de fevereiro um incêndio impediu o expediente normal dos inquilinos gerando transtorno e falta de energia. Locatários das salas pedem mais tempo para uma desocupação mais tranquila e em melhores condições. A situação ganhou mobilização nas redes sociais e foi denunciada ao Cidadão Repórter, fórum de jornalismo colaborativo do Diario de Pernambuco, pelo Facebook.

O aposentado Décio Mundos, 65 anos, teme interromper o tratamento que faz na instituição há cinco anos. “Na associação, recebemos medicação e fazemos atividades importantes para o tratamento. Se interromper agora, posso piorar e até voltar a apresentar alguns sintomas já tratados”. Para Décio, a solução é apelar para que a instituição não acabe. “É lamentável a situação que estamos passando. Muito constrangedor. Só temos que lamentar e apelar às autoridades”

A presidente da ASP-PE, na incerteza de ter um lugar para dar continuidade ao trabalho, teme o fim da associação. “Nós não temos para onde ir. A ajuda que recebemos é de alguns laboratórios e dos sócios, mas são ajudas pontuais. Nós dizemos o que precisamos e recebemos a doação”, conta. Terezinha Veloso também se preocupa com as consequências que a situação pode causar nos pacientes. “Aqui eles recebem medicamentos e tratamento como fisioterapia e oficinas, além de manterem relacionamento com outros parkinsonianos. Sem isso, eles se tornam mais dependentes e a autoestima cai”.

Edifício Santo Albino, onde a instituição funciona em uma sala emprestada, foi comprada por grupo educacional. (Foto: Julio Jacobina/DP/D.A Press)
Edifício Santo Albino, onde a instituição funciona em uma sala emprestada, foi comprada por grupo educacional. (Foto: Julio Jacobina/DP/D.A Press)


A maioria dos pacientes da ASP-PE é da terceira idade e alguns vêm de outra cidade para se tratar. A aposentada Maria Leni, 64 anos, conta que o tratamento que seu marido recebeu durante sete anos foi fundamental para sua melhora. “Lembro que ele ficava muito animado em vir para cá. O tratamento junto com os remédios que ele recebia impediu o avanço da doença. Tenho certeza que o fim da vida dele foi mais feliz aqui.”

Além da Associação de Parkinson de Pernambuco, também funciona no prédio a ONG Pé no Chão, que desenvolve trabalho com perfil educacional com crianças das comunidades dos bairros Arruda e Santo Amaro. As salas ocupadas pela ONG há 18 anos no edifício também foram concedidas na forma de empréstimo pela antiga proprietária do Santo Albino. Os educadores pedem mais tempo para realizar a desocupação. “Logo quando recebemos a notícia, ficamos sem água, coleta de lixo e luz. Pedimos uma transição mais humana e tranquila”, diz o educador Aldir Rodrigues.

O que também preocupa os inquilinos que dependem de doações é a dificuldade em encontrar outro imóvel. “Com a especulação imobiliária muito grande na cidade, precisamos de mais tempo para poder achar outro lugar para ficar. Vivemos de recursos de parceiros e todos fomos pegos de surpresa”, conta Aldir.

Até agora, os inquilinos que ainda não desocuparam o prédio não receberam um novo prazo para a desocupação. O prédio foi adquirido no ano passado pelo grupo Ser Educacional. Segundo informações da assessoria de imprensada entidade, ele não será demolido, apenas reformado. A empresa não revelou o que funcionará no local.

Como ajudar
Associação de Parkinson de Pernambuco:
Com doações de roupas usadas;
Se tornando sócio ou voluntário;
Contribuindo financeiramente através da conta:
Caixa Econômica Federal / Agência: 2346 / Operação: 003 / Conta: 1447-0
Contato: parkinsonpernambuco@gmail.com / Fone: 3424.2710

ONG Pé no Chão
Contato: penochao@terra.com.br / Fone: 34246077

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Recebi essa mensagem de uma das minhas irmãs, Eliana, a respeito da reportagem abaixo, que publiquei em 01 de fevereiro. Obrigada pelo apoio, mana.

"Mal de Parkinson – Uma das mortes mais dolorosas"


Olá, querida! Só agora estou entrando no ritmo normal da vida e uma das atividades é abrir meus emails. Muito boa matéria! Esclarecedora para quem não teve a curiosidade de estudar o assunto, quando ele atinge alguém tão próxima e querida de nós, como uma irmã.

Você sabe que desde que você recebeu o diagnóstico, procuro lhe encorajar para enfrentar o desconhecido. Sei que não é fácil e os temores são absolutamente compreensíveis, no entanto, o lado bom deste drama, é que Deus escolhe as pessoas especiais como você para ensinarem aos fracos e descrentes, como viver, superar e acreditar na cura deste mal até então desconhecido, mas que utilizando as ferramentas disponíveis para exercitar o corpo, a mente e tomando as medicações indicadas, o paciente leva uma vida normal, como você leva.

Graças a Deus você tem um bom plano de saúde, tem seu dinheiro certo na sua conta e pode realizar sua vida como você deseja o que é uma tranquilidade para mim.

Eu, minha irmã, desejo que você continue firme na luta e confie que a descoberta para a cura da doença está muito próxima, com estudos avançados em países que investem nas pesquisas, experiências positivas estão aí, inclusive com células tronco.

Em relação à morte ser assim ou assado, isto é besteira, porque acredito que toda morte é dolorosa, pois deixamos para trás o que temos de real, concreto, palpável que é nossa família, filhos, netos, amigos, bens, vaidades, por isso vamos viver, amar, cantar, sorrir e vibrar sempre para que o melhor nos aconteça, pois o resto é função de um único Deus, Supremo, Pai Maior, sabedor de todas as coisas e cheio de amor, que está sempre pronto a nos poupar de dores maiores que possamos suportar. Infelizmente, nós é que não entendemos suas mensagens neste aprendizado difícil que é a vida terrena, daí sofrermos tanto!!! Que este Deus maravilhoso lhe abençoe, proteja, ilumine hoje e sempre provando para todos o quanto você é especial e quando chegar a hora de nossa partida para o mundo maior estejamos preparadas, pois todos nós nascemos para morrer. Beijos de sua irmã, amiga que lhe ama e está junto com você para vencer e vingar James Parkinson com a cura do mal de Parkinson que será descoberta logo, logo!!! Beijão querida,

Eliana

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Mudar a alimentação pode ser um caminho para regressão do Parkinson

Uma nova terapia desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), coordenados pelo professor Cícero Galli Coimbra, promete parar o avanço – e até regredir – a doença de Parkinson. A base do tratamento é a mudança na alimentação: retirar a carne vermelha (bovina e de porco) e repor a vitamina B2 (riboflavina). O mal de Parkinson afeta o sistema nervoso central e provoca, principalmente, tremores, rigidez nos músculos e dificuldades de movimentos. É possível, também, que a doença cause problemas na memória, depressão e alterações no sono.Os pesquisadores, estimulados pela busca de padrões de falta de vitaminas entre pacientes com Alzheimer e Parkinson, constataram que esses últimos possuíam baixas concentrações da vitamina B2. “Passamos a investigar a dieta para verificar se não havia ingestão deficiente de boas fontes de B2. As fontes alimentares de B2 encontradas eram boas, o que indica uma absorção deficiente”, diz Coimbra.

As respostas aos questionários sobre alimentação demonstraram, ainda, que os pacientes tinham uma predileção pela carne vermelha, ingerindo três vezes mais carne que o grupo utilizado como controle. “Revisando-se a literatura, verificamos que a carne vermelha libera, durante a digestão, a substância hemina, que possui propriedades tóxicas, porque penetra as membranas celulares carregando ferro para o interior das células, onde este eleva a produção de radicais livres. Para evitar tal efeito, a hemina é destruída, em sua maior parte, na própria célula intestinal (e o restante, no fígado), utilizando a vitamina B2. Tornou-se claro, então, que o indivíduo absorve a hemina, não tendo então a B2 para destruí-la. Assim, solicitamos a parada completa da ingestão de carne“. Coimbra acrescenta que o tratamento tradicional contra a doença, à base de medicamentos, deve ser concomitante à dieta proposta pelos pesquisadores.

Algumas correntes da medicina têm restrições sérias à ingestão de carne vermelha, mas Coimbra diz que a restrição do tratamento desenvolvido pela sua equipe “não é filosófica, apesar de que possa reforçar essas correntes, o que me parece adequado pelos benefícios à saúde”.

A cura para a doença vem sendo pesquisada em todo o mundo com as mais avançadas técnicas da medicina atual, como terapias genéticas e implantes cerebrais, mas o tratamento, segundo essa pesquisa, parece ser mais simples do que isso: é mais barato, não é invasivo e, principalmente, é eficaz e está ao alcance de todos. Para Coimbra, esse tratamento, pela primeira vez, está “combatendo a origem da doença, e não os seus efeitos”. Mas necessita de mudanças mais profundas no estilo de vida das pessoas, visto que a retirada de alguns alimentos do dia-a-dia é apenas um dos aspectos para uma vida mais saudável.

Para Luiz Meira, médico de família de Campinas, é preciso cuidar, também, da qualidade dos alimentos ingeridos e de procurar um equilíbrio na ingestão de proteínas, sais, gorduras e carboidratos. A diminuição da carne vermelha na dieta traz, para Meira, dois benefícios principais: diminuir o contato com a carne suína que, para ele, pode produzir a reações alérgicas profundas; e com substâncias presentes no manejo da carne bovina, como agrotóxicos das forragens, hormônios, antibióticos e quimioterápicos, que acabam passando ao alimento.

Privilegiar as sementes e frutos sem aditivos químicos ou modificações genéticas e diminuir as gorduras (animal e vegetal) são algumas das outras indicações de Meira. Além disso, precisamos de cuidados intensos para a não contaminação por metais pesados como, por exemplo, o alumínio liberado de panelas. Contra isso, Meira sugere a utilização de panelas de vidro no preparo dos alimentos. Mudanças que parecem simples e que tornam, rapidamente, a vida mais saudável.

Postado por:

 

Notícia boa.

Cientistas podem ter descoberto a cura para Alzheimer e Parkinson



03 de Janeiro de 2013

Pesquisas sobre o Alzheimer e Parkinson avança. Foto: internet
Pesquisas sobre o Alzheimer e Parkinson avança. Foto: internet
Cientistas russos estão testando um novo medicamento que salva as células nervosas da destruição. No futuro, esta substância poderá combater as patologias mais difundidas do sistema nervoso – a doença de Parkinson e de Alzheimer, derrames e até mesmo a depressão.Agora, a invenção está na fase de testes complementares. Os especialistas acreditam que o medicamento será aplicado já nos próximos anos.O combate às doenças do sistema nervoso central é uma tarefa difícil e cara – um ciclo de tratamento das doenças de Parkinson e de Alzheimer custa cerca de 1 milhão de dólares. Nos últimos 25 anos, cientistas de todo o mundo pesquisam meios de simplificar e aperfeiçoar este processo. Uma das principais dificuldades é não haver total conhecimento sobre os processos químicos que ocorrem no cérebro – diz a cientista e doutora em medicina Larissa Chigaleichik:"O cérebro possui propriedades defensivas. Ele não aceita bem os remédios. Isto é, o remédio deve ser aplicado diretamente no cérebro para não se perder no fígado e não se destruir nos rins. Este é o principal problema. Agora estão sendo criadas novas variantes de introdução desses remédios em animais, estes problemas estão resolvidos.""Os cientistas russos estão mais perto do êxito", diz a dirigente do Departamento de Química do Instituto de Pesquisa científica V. V. Zakussov, da Academia Russa das Ciências Médicas, Tatiana Gudasheva."Nós estudamos vários modelos de Alzheimer, vários modelos de Parkinson, vários modelos de derrame e em todos eles tivemos resultados positivos. Nós já obtivemos a patente russa. Agora estamos patenteando em outros países. Nós pedimos a patente americana, a patente europeia e entregamos o requerimento na Índia e China", afirma Tatiana.Segundo o diretor do Instituto de Pesquisas Científicas de Farmacologia da Academia das Ciências Médicas da Rússia, Serguei Seredenin, a elaboração está na fase pré-clínica de pesquisas. Isto significa que a substância pode se tornar remédio já nos próximos anos.Os cientistas russos pedem para não sobrestimar o significado da elaboração, até que ela passe por todos os testes pré-clínicos e clínicos. Somente depois deles, ela poderá se tornar medicamento. Farmacêuticos de diferentes pontos do mundo disseram reiteradas vezes que os remédios contra as doenças de Parkinson e Alzheimer podem ser criados já no futuro próximo.Fonte: Voz da Rússia.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Procurando algo no google Ronaud. Encontrei você por acaso. E por acaso gostei. Meu blog é euvoceejames. Achei interessante a maneira como falou do google. Atualmente digo que o google ë meu melhor amigo. Porque? Ele me responde  tudo, todas as minhas dúvidas e me tira de apertos e o melhor: Não me cobra nada. Ao passo que pessoas  nos cercam sempre tem algo para cobrar, um favorzinho etc..
Gostei das frases do Paulo Josë também. Eu e ele temos algo em comum: O Parque de  diversões. Não sabia que ele falava  assim. Eu e outra amiga parkinsoniana sempre falamos sobre esse parquinho. Com calma, irei explorar seu site e ler seus escritos.  Quando escrevo no blog, procuro dar uma injeção de coragem aos amigos. Ter  parkinson não ë o fim do mundo. Fim do Mundo é não ter nada. A vida fica monótona, Você não conhece pessoas , não tem muito para falar e histórias para contar. Atë a chatice do horário para tomar os remédios  torna-se engraçado. Você ao menos tem a quem xingar. Eu xingo o celular que me lembra os horários, xingo o remédio e não ofendo ninguém. Aprendi que a vida é linda e que para o  nosso mal ao menos temos remédios para vivermos bem. E tem outros males que nem essa escolha tem. Atirei no que vi e acertei no que não vi. Achei um site interessante de um rapaz inteligente. Ainda não  me aprofundei, mas dando uma olhada rápida, percebi o seu talento.

'Antes me torturava para escrever, hoje me divirto escrevendo. Digo que tenho um Parkinson de diversões.'
Paulo José '--Ator brasileiro, falando sobre o mal de Parkinson''
 

 

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Filme da hora

O filme “A Late Quartet” (O Quarteto) tem cena marcante quando o personagem Peter Mitchell, interpretado por Christopher Walken, recebe o diagnóstico de Parkinson da neurologista. No trailer a cena é bem restrita aos 0:19. No filme a cena completa se desenvolve entre 9:30 e 10:55. Não perca! O filme e particularmente esta cena. Só achei um pouco forçado o levantar da cadeira e o caminhar com o braço esquerdo encostado ao corpo. Mediante algum arsenal informático, o filme pode ser “baixado” em HD pela internet. Até o presente não consegui legendas em português.
Comentário do Hugo Engel.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Pesquisadores da Northwestern University adicionam ao arsenal na luta do Parkinson

 Parkinson

Novos compostos chamados de 'marco'
February 6, 2013 - Pesquisadores da Northwestern University disseram ter criado compostos que poderiam retardar os efeitos da doença de Parkinson, uma doença do cérebro que afeta cerca de 1 milhão de pessoas nos EUA

Os compostos de cálcio impedem o fornecimento de dopamina, produzida pelos neurônios, e que controla o movimento, sem causarem efeitos colaterais significativos, afirmaram os pesquisadores. O cálcio pode matar neurônios de dopamina, o que causa as perturbações do movimento, que são os principais sintomas da doença de Parkinson.

A pesquisa foi publicada em outubro na revista Nature Communications.

Os compostos ainda precisam ser submetidos a ensaios clínicos em seres humanos e testes de segurança adicional em animais antes de serem utilizadas pelo público. Mas eles são muito promissores, disse o Dr. James Surmeier, professor de fisiologia da Universidade Northwestern Feinberg School of Medicine. Ele ajudou a desenvolver os compostos.

"Tudo parece bem agora. Estamos muito animados, muito animados com os resultados", disse Surmeier. "É extremamente importante, mas ainda é um pouco cedo para falar."

Richard B. Silverman, professor de química na Universidade Northwestern e inventor da molécula que se tornou o conhecido medicamento Lyrica, que é usado no tratamento de convulsões, também ajudou a desenvolver os novos compostos.

A doença de Parkinson é crônica e progressiva, e possui como sintomas motores principais geralmente tremores e dificuldade de iniciar o movimento, disse Surmeier. Outros sinais da doença incluem o movimento mais lento ou uma tendência para os pacientes para “trançar” os pés.

"Há uma enorme necessidade de uma droga para retardar ou parar a progressão da doença", disse Surmeier. "Nós só temos paliativos. Não há meio eficaz de tratá-la."

Antes de morrer, esses neurônios de dopamina permitem a entrada do cálcio, que “estressam” os neurônios e pode causar-lhes a morte.

"O cálcio faz com que haja um tipo de “superaquecimento” e “desgaste” e elas (Células) começam a perder a energia e morrer, e tornam-se muito sensível à toxinas. Pensamos que, se pudéssemos fazer o cálcio parar de trabalhar, poderíamos ser capazes impedir as células de morrerem", disse Surmeier.

Anteriormente, em ensaio clínico nacional sobre a doença de Parkinson, testaram o impacto da isradipina, uma droga geralmente prescrita para a pressão arterial elevada. Mas a isradipina teve efeitos colaterais, incluindo desconforto do inchaço no tornozelo.

"Chegamos ao ponto em se que tinha uma idéia de como a doença evoluía. Tivemos um alvo, mas não conseguimos medicamentos adequados a humanos, sem efeitos colaterais", disse Surmeier. "Precisávamos de uma droga muito específica, sem efeitos colaterais cardiovasculares."

Surmeier disse que ele e seus colegas pesquisadores "encontraram uma classe de drogas que parecia terapêutica e fazia o que nós esperávamos", ou seja para alvejar seletivamente um canal de cálcio específico, desligá-lo e evitar que o cálcio inibisse os neurônios de dopamina.

"Nós fizemos uma descoberta, mas ainda há muito trabalho a ser feito. Temos que otimizar o projeto", disse Surmeier.

Ele e seus colegas planejam se concentrar para garantir que os compostos não sejam tóxicos para os animais e que possam ser usados na forma de pílula.

Dr. David Standaert, professor de neurologia da Universidade de Alabama em Birmingham, disse que o estudo é bem feito.

"É um trabalho trampolim", disse Standaert. "Eles deram um importante passo. O objetivo final é realizar ainda mais."

"Eles conquistaram um marco, mas não é o fim, por qualquer meio," Standaert acrescentou. "Eu acho que a idéia é promissora, e é uma nova abordagem. É uma primeira queda, mas não um nocaute". (original em inglês, tradução Hugo) Fonte: Chicago Tribune.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Mal de Parkinson – Uma das mortes mais dolorosas !


A Doença que transforma pessoas em Estátuas Vivas
NE – Sabe lá a dor de morrer aos poucos, parando lentamente sem conseguir ficar de pé, engolir e respirar ? Com o corpo ficando cada vez mais rígido a ponto de se tornar uma espécie de estátua, até que finalmente, como todos os enfermos dessa doença, os pulmões vão parando lentamente, até morrer-se completamente sufocado por incapacidade de respirar ? – Este é o terrível Mal de Parkinson ou Doença de Parkinson, doença cada vez mais comum na nossa sociedade. Pela deficiência no metabolismo de um neurotransmissor chamado Dopamina na região negro estriado do cérebro, começa com tremores e perda de coordenação, para depois ir se agravando. Os sintomas ainda incluem a diminuição das capacidades cognitivas, além de depressão e ansiedade.
A doença de Parkinson ou mal de Parkinson, descrita pela primeira vez por James Parkinson em 1817, é caracterizada por uma desordem progressiva do movimento devido à disfunção dos neurônios secretores de dopamina nos gânglios da base, que controlam e ajustam a transmissão dos comandos conscientes vindos do córtex cerebral para os músculos do corpo humano. Não somente os neurônios dopaminérgicos estão envolvidos, mas outras estruturas produtoras de serotonina, noradrenalina e acetilcolina estão envolvidos na gênese da doença. A doença de Parkinson é idiopática, ou seja é uma doença primária de causa obscura. Há degeneração e morte celular dos neurónios produtores de dopamina.
É possível que a doença de Parkinson seja junta a defeitos sutis nas enzimas envolvidas na degradação das proteínas alfanucleína e/ou parkina (no Parkinsonismo genético o defeito é no próprio gene da alfanucleína ou parkina e é mais grave). Esses defeitos levariam à acumulação de inclusões dessas proteínas ao longo da vida (sob a forma dos corpos de Lewy visiveis ao microscópico), e traduziriam-se na morte dos neurónios que expressam essas proteínas (apenas os dopaminérgicos) ou na sua disfunção durante a velhice. O parkinsonismo caracteriza-se pela disfunção ou morte dos neurónios produtores da dopamina no sistema nervoso central. O local primordial de degeneração celular no parkinsonismo é a substância negra, presente na base do mesencéfalo. Comum em idosos pode aparecer também em jovens. Um britânico de 23 anos já foi diagnosticado com a doença. Seus sintomas iniciaram com um pequeno tremor na mão aos 19 anos.
Epidemiologia
Nos Estados Unidos, a prevalência da Doença de Parkinson é de 160 por 100.000 pessoas, embora esteja aumentando. Há mais de um milhão de sofredores só nesse país. Noutros países desenvolvidos a incidência é semelhante. A idade pico de incidência é por volta dos 60 anos, mas pode surgir em qualquer altura dos 35 aos 85 anos.
O Mal de Parkinson é uma doença que ocorre quando certos neurônios morrem ou perdem a capacidade. A pessoa com Parkinson pode apresentar tremores, rigidez dos músculos, dificuldade de caminhar, dificuldade de se equilibrar e de engolir. Como esses neurônios morrem lentamente, esses sintomas são progressivos no decorrer de anos.

Manifestações clínicas

A Doença de Parkinson é caracterizada clinicamente pela combinação de três sinais clássicos: tremor de repouso, bradicinesia e rigidez. Além disso, o paciente pode apresentar também: acinesia, micrografia, expressões como máscara, instabilidade postural, alterações na marcha e postura encurvada para a frente. O sintoma mais importante a ser observado é a bradicinesia. Os sintomas normalmente começam nas extremidades superiores e são normalmente unilaterais devido à assimetria da degeneração inicial no cérebro.
A clínica é dominada pelos tremores musculares. Estes iniciam-se geralmente em uma mão, depois na perna do mesmo lado e depois nos outros membros. Tende a ser mais forte em membros em descanso, como ao segurar objetos, e durante períodos estressantes e é menos notável em movimentos mais amplos. Há na maioria dos casos mas nem sempre outros sintomas como rigidez dos músculos, lentidão de movimentos, e instabilidade postural (dificuldade em manter-se em pé). Há dificuldade em iniciar e parar a marcha e as mudanças de direção são custosas com numerosos pequenos passos. O doente apresenta uma expressão fechada tipo máscara sem demonstar emoção, e uma voz monotônica, devido ao deficiente controle sobre os músculos da face e laringe. A sua escrita tende a ter em pequeno tamanho (micrografia). Outros sintomas incluem deterioração da fluência da fala (gagueira), depressão e ansiedade, dificuldades de aprendizagem, insônias, perda do sentido do olfacto.
O diagnóstico é feito pela clínica e testes musculares e de reflexos. Normalmente não há alterações nas Tomografia computadorizada cerebral, eletroencefalograma ou na composição do líquido cefalorraquidiano. Técnicas da medicina nuclear como SPECTs e PETs podem ser úteis para avaliar o metabolismo dos neurónios dos núcleos basais.
Por outro lado, os sintomas cognitivos, embora comumente presentes na DP, continuam a serem negligenciados no seu diagnóstico e tratamento. Existem evidências de distúrbios nos domínios emocional, cognitivo e psicosocial, destacando-se: depressão, ansiedade; prejuízos cognitivos e olfatórios; e, em particular, a demência na DP. A incidência de demência na DP é seis vezes maior do que na população geral, e a prevalência varia entre 10% a 50%. Ela é caracterizada por redução ou falta de iniciativa para atividades espontâneas; incapacidade de desenvolver estratégias eficientes para a resolução de problemas; lentificação dos processos mnemônicos e de processamento global da informação; prejuízo da percepção visuoespacial; dificuldades de conceitualização; e, dificuldade na geração de listas de palavras. O reconhecimento precoce destes sintcuilulasomas e seu tratamento são fatores cruciais para uma melhor abordagem clínica da DP.
Tratamento Fisioterapêutico
O Tratamento fisioterapêutico atua em todas as fases do Parkinson, para melhorar as forças musculares, coordenação motora e equilíbrio. O paciente com Parkinson, geralmente está sujeito a infecções respiratórias, que ocorrem mais com os pacientes acamados. Nestes casos a Fisioterapia atua na manutenção da higiene brônquica, estimulo a tosse, exercícios respiratórios reexpansivos e em casos mais graves onde há comprometimento da musculatura respiratória, é indicado o tratamento com aparelhos de ventilação mecânica, respiradores mecânicos não-invasivo, visando a otimização da ventilação pulmonar com conseqüente melhora do desconforto respiratório.
Evidências clínicas dos efeitos do exercício físico ou reabilitação para indivíduos com DP são geralmente associadas às intervenções com probabilidade de exercer impacto sobre escalas clínicas – estadiamento de Hoehn e Yahr, UPDRS (Unified Parkinson’s Disease Rating Scale) – ou limitações funcionais – marcha, subir/descer escadas, levantar da cama/cadeira, prevenção de quedas (CRIZZLE e NEWHOUSE, 2006). O treinamento de resistência muscular localizada e equilíbrio aumentaram a força muscular, a postura e a orientação espacial de pacientes com DP (HIRSCH et al., 2003). E o treinamento em esteira ergométrica (MIYAI et al, 2002), a fisioterapia (NIEWBOER et al., 2001), e esportes adaptados (KURODA et al., 1992) diminuíram a gravidade da doença pela escala UPDRS. De modo interessante, pacientes com DP que praticam exercícios apresentaram menores índices de mortalidade do que os sedentários (REUTER et al., 1997).
A Alimentação na Doença de Parkinson
Reconhecida desde 1817 por James Parkinson, a doença de Parkinson é caracterizada por degeneração de neurônios pigmentados da substância negra, localizados nos gânglios da base cerebral, cujos sintomas resultantes refletem a depleção do neurotransmissor dopamina. Se o processo é desencadeado por algo no meio ambiente, por uma falha genética ou pela combinação de ambos não está claro, embora um defeito no cromossomo 4 tenha sido recentemente apontado como uma causa em alguns casos.
A doença de Parkinson é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, com início geralmente após os 50 anos de idade. É uma das doenças neurológicas mais freqüentes visto que sua prevalência situa-se entre 80 (oitenta) e 160 (cento e sessenta) casos por cem mil habitantes, acometendo, aproximadamente, 1% dos indivíduos acima de 65 anos de idade.
Em vários estudos clínicos foi observada ligeira predominância do sexo masculino , porém existem algumas questões sobre a forma de seleção dos pacientes. Em trabalhos que calcularam a prevalência e incidência da doença de Parkinson , não foi demonstrado diferença significativa em relação ao sexo quanto ao risco de contrair a doença. O aumento da esperança de vida não modificou de forma importante o número de parkinsonianos, permanecendo a prevalência da doença bastante estável desde o início do século.
De evolução lenta e quase sempre progressiva, a doença de Parkinson apresenta, nos indivíduos, sintomas clínicos que incluem tremor, rigidez, acinesia, lentidão de movimentos (bradicinesia) e alteração da postura. Sintomas não motores podem aparecer também. Estes incluem sudorese excessiva ou outros distúrbios do sistema nervoso involuntário e problemas psíquicos como depressão e, em estágios mais avançados, demência. Segundo COHEN (1994), 15 a 25% dos idosos, em geral, que apresentam depressão, desenvolvem sintomas psiquiátricos que podem comprometer o estado nutricional.
A acinesia e os distúrbios correlatos, já mencionados, interferem decisivamente nos atos motores básicos como a marcha, a fala e nas atividades que requerem a conjugação de atos motores como o vestir-se, a higiene corporal e a alimentação. À medida que a doença evolui, o paciente vai se tornando mais lento e mais enrijecido. A rigidez das extremidades e o controle da posição da cabeça e do tronco podem interferir com a capacidade do paciente de cuidar de si mesmo, inclusive quanto à alimentação.
O ato de se alimentar torna-se mais lento e os movimentos simultâneos, tais como, aqueles necessários para manusear os talheres, mostram-se difíceis. Esses sintomas levam muitas vezes o parkinsoniano a um grau considerável de dependência em relação a seus familiares. Além desses, o paciente apresenta também dificuldade de deglutição, da motricidade gástrica e esofagiana, constipação intestinal, problemas vasomotores, da regulação arterial, edemas, dificuldade de regulação da temperatura corporal, perturbações do sono e perda de peso.
A síndrome de Parkinson não é fatal mas fragiliza e predispõe o doente a outras patologias, como pneumonia de aspiração (o fraco controle muscular leva a deglutição da comida para os pulmões) e outras infecções devido à imobilidade.
Fonte: Wikipedia-Chapada do Araripe.