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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ocultan las causas del Alzheimer y el Parkinson?

¿Ocultan las causas del Alzheimer y el Parkinson?

Un polémico libro recientemente publicado en Francia dice que sí. Su tesis es que hay quienes sacan provecho de mantener en secreto los factores de riesgo de las enfermedades neurodegenerativas

26-10-11 | ¿Por qué aumenta tanto el número de personas que sufren estas patologías? ¿Por qué afectan a individuos cada vez más jóvenes? Esas son las preguntas que la obra busca responder.

Amenaza a nuestras neuronas: Alzheimer, Parkinson, y los que sacan provecho,es el atrapante título de este libro publicado recientemente en Francia, al que la revista Marianne2 dedica un artículo. Se trata de la investigación de dos periodistas, Marie Grosman, especialista en salud pública, y Roger Lenglet, filósofo. El libro asegura que muchos posibles factores de riesgo de estas enfermedades son ocultados por razones políticas y por presión lobbista.

Los autores dicen haber recibido una advertencia del Ministerio de Ecología francés: "No alarmen a la población. Sobre todo, no creen pánico, ¡sería mucho más catastrófico! Somos perfectamente conscientes del problema".

Pero tanto Grosman como Lenglet se rebelaron contra esta consigna de no hacer ni decir nada. Actualmente, entre 800 mil y 1 millón de franceses padecen la enfermedad de Alzheimer, y cada año se suman 225 mil nuevos casos. En Europa, ya son 6 millones, y de aquí al 2050, se prevé que sean 16 millones. Un número escalofriante.

Pero quizá la principal alarma provenga del hecho de que el Alzheimer afecta cada vez con mayor frecuencia a personas más jóvenes, lo que contradice la creencia de que esta enfermedad viene con la edad. Algunos pacientes tienen menos de 60 años y hasta hay casos de personas de 30.

Según estos autores, "la edad es una condición de la enfermedad, pero no la causa". "La enfermedad se produce frecuentemente al final de la vida porque es el tiempo necesario para la acumulación de sustancias tóxicas en el cerebro", explican.

Con seguridad la tesis más polémica de Grosman y Lenglet es que "se sabe desde hace decenios cuáles son las verdaderas causas de la enfermedad de Alzheimer y de Parkinson".

¿Por qué no se les pone fin entonces? ¿Quién tiene interés en acallar esto y evitar la prevención? El libro responde a estos temas basándose en estudios publicados en revistas especializadas como Lancet, que sólo publica artículos luego de su aprobación por un comité científico.

Para los autores son los lobbies industriales los que apuntan al inmovilismo de las autoridades públicas del área sanitaria en materia de prohibición del uso de materiales de los que se conoce el daño neuronal que causan. Mercurio, aluminio, pesticidas y otros productos por el estilo que persisten y se acumulan en el ambiente y también en el cerebro serían los responsables de esta verdadera epidemia de enfermedades neurodegenerativas. También los campos electromagnéticos están en la mira.

Y esto es cierto no sólo para el Alzheimer y el Parkinsontambién vale para el autismo o la hiperactividad en el niño, por ejemplo. Las madres transmiten a sus hijos los factores de riesgo a través de la placenta y del amamantamiento, porque también ellas han estado expuestas a los neurotóxicos.

Para Grosman y Lenglet, la información sería esencial. Pero, dicen, los investigadores científicos publican en medios especializados que no llegan al gran público.

En su libro, apuntan a los conflictos de intereses que rigen la toma de decisiones por parte de la Alta Autoridad de Salud de Francia (HAS, por sus siglas en francés) en lo que concierne a la prescripción de medicamentos contra el Alzheimer. Denuncian que "relaciones incestuosas" entre organismos de salud pública y empresas privadas han permitido que el Estado reembolse a los pacientes la compra de medicamentos cuya inutilidad -cuando no peligrosidad- ha sido reiteradamente denunciada por asociaciones médicas.

También señalan que, en vez de destinar los fondos públicos a un amplio progama de información y prevención, que permitiría a la población disminuir su exposición a los principales factores de riesgo, se financia la investigación privada de esos mismos laboratorios farmacéuticos que lucran prescribiendo remedios de eficacia no demostrada.

Los autores creen, sin embargo, que hay esperanza porque existen formas de reducir la exposición a los neurotóxicos y porque están convencidos de que en un futuro próximo habrá demandas colectivas (class actions) de las víctimas de esta contaminación que, finalmente, harán que se ponga el foco de la atención pública en este drama.

En concreto, Grosman y Lenglet denuncian la mercantilización de las enfermedades del cerebro y la parálisis de la prevención. Pese a los conocimientos que ya se tienen sobre esto, se permite, por afán de lucro, que la gente siga expuesta a los neurotóxicos desde la más temprana edad. Fonte:

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A Associação Campinas Parkinson (ACP), em parceria com a TV SÈCULO 21 de Campinas, está fazendo uma série de artigos sobre o Mal de Parkinson, tendo como finalidade esclarecer um pouco a população das particularidades, sintomas, medicamentos etc. Pouco se sabe sobre esse mal e os parkinsonianos acabam sendo alvo de críticas, o que é extremamente desagradável.
Informarei o dia e horário que irá ao ar.
No primeiro programa, alguns membros da diretoria da ACP mostram um pouco das suas aptidões, e o que gostam de fazer para amenizar a doença.

Estimulação cerebral profunda alivia os sintomas do Mal de Parkinson

RIO - O Mal de Parkinson é uma doença devastadora e incurável que prejudica seriamente o controle motor, leva ao tremor involuntário, e à falta de coordenação. Agora, uma técnica de estimulação cerebral profunda (conhecida pela sigla DBS, em inglês) vem sendo usada para melhorar os sintomas motores em pacientes com a doença avançada. Um estudo publicado na edição de outubro da revista "Neuron" descreve uma técnica ainda mais eficaz de DBS, que faz ajustes em tempo real em resposta à dinâmica da doença e à progressão do comprometimento cerebral. A DBS começa a ser também usada para o melhor gerenciamento de sintomas de Parkinson em fase avançada.
A DBS envolve o implante de um dispositivo médico, que funciona como um "marcapasso cerebral". Essencialmente, este dispositivo envia impulsos elétricos para regiões específicas do cérebro e altera a atividade cerebral naquelas regiões de modo controlado. A DBS tem proporcionado benefícios terapêuticos significativos para distúrbios de movimento como o Parkinson e para transtornos como dor crónica e depressão.
Após o implante do dispositivo, parâmetros de estimulação, como freqüência e intensidade de estimulação devem ser programados e ajustados ao longo de vários meses, por um clínico altamente treinado. O objetivo é maximizar a melhora clínica e minimizar os eventuais efeitos colaterais da estimulação induzida. Os ajustes ocorrem habitualmente entre 3 e 12 meses, quando o paciente visita a clínica. Os parâmetros permanecem os mesmos entre as visitas. Infelizmente, isso resulta num tipo de estimulação que não mantém o contato direto com a natureza dinâmica do Parkinson.
- Nos últimos anos, o desenvolvimento do Mal de Parkinson tem sido acompanhado por padrões de descarga neuronal aberrantes, que fazem parte da fisiopatologia da doença. Há necessidade urgente de um sistema automático e dinâmico, capaz de ajustar continuamente o estímulo elétrico em resposta aos padrões aberrantes patológicos em curso - explica o Dr. Boris Rosin, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém.
Os autores do estudo testaram novos paradigmas de estímulo em tempo real, com um DBS aplicado em cobaia com Parkinson. Os pesquisadores descobriram que, em tempo real, os paradigmas adaptativos do DBS aliviam alguns sintomas do Parkinson e a atividade anormal neural é reduzida de forma mais eficiente. Os resultados forneceram uma nova visão sobre a atividade cerebral subjacente ao Parkinson e sugeriram que a melhora clínica foi alcançada pela ruptura de um padrão particular da variedade de atividade anormal vista no cérebro de Parkinson.
- É nossa esperança que, no futuro próximo, veremos uma nova era de estratégias de tratamento de DBS, com base respostas em em tempo real a paradigmas adaptativos, dirigidas à atividade cerebral patológica - conclui o Dr. Rosin. - Essas estratégias têm potencial não só para o tratamento do Mal de Parkinson, mas talvez também de outros distúrbios neurológicos com um padrão claro patológico de atividade cerebral neuronal.
Fonte. Globo.com

O sucesso é qualidade, não quantidade, diz Paulo José

O Starte desta terça-feira (25) recebe o ator, de 74 anos, que luta contra o Mal de Parkinson desde 1993. O programa vai ao ar às 23h30. Não perca!

24/10/2011 - O último programa da série Grandes Atores traz o grande Paulo José. Quando ele era criança, a mãe o chamava de "desinquieto" . E ela tinha absoluta razão. Desde pequeno e até hoje, aos 74 anos , Paulo José continua totalmente "desinquieto", para nossa felicidade . Graças a essa energia, que move seu talento inesgotável, o ator e diretor pode ser visto nas telas da TV, do cinema e nos palcos desde a década de 60 em interpretações memoráveis.

Graças a essa energia também, Paulo José trava - e vence - uma batalha diária contra o Mal de Parkinson, com o qual convive desde 1993. Na terceira entrevista, ele fala sobre a sua luta com a repórter Bianca Ramoneda e declara: "O Parkinson provoca uma inquietação muito grande. O que é pior no Parkinson é a discinesia, o movimento involuntário. Às vezes , para esconder o movimento involuntário, você se mexe todo - se tem um pedaço que está mexendo então você mexe o resto também - mas eu não consigo parar não. Não consigo." (segue...) Com vídeo. Fonte: Globo News G1.

sábado, 22 de outubro de 2011

Jogos podem ser usados para combater Mal de Parkinson, demonstra estudo

Todos sabíamos que a chegada dos jogos controlados por movimentos traria algum benefício para a vida dos jogadores sedentários (apesar das dores iniciais), mas talvez nunca esperássemos que pudessem ajudar tanto as pessoas. Um recente estudo mostra que esse tipo de jogo pode ser usado para combater os efeitos do Mal de Parkinson.


Jogos podem ser usados para combater Mal de Parkinson, demonstra estudo (Foto: Divulgação)O estudo conduzido pela UCSF School of Nurshing e pela Red Hill Studios, consistia em analisar um grupo de vinte pacientes com níveis moderados de Mal de Parkinson durante três meses, conforme testavam jogos semelhantes aos que vemos para o Wii ou para o Kinect, porém projetados especialmente para eles.

Os pacientes demonstraram melhoras em seu equilíbrio, velocidade para andar e extensão dos passos. “Cada paciente encontrou seu ponto perfeito no jogo, onde o desafio físico não era nem tão difícil, nem tão fácil”, disse Bob Hone, diretor criativo da Red Hill Studios e principal investigador do estudo.

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Veja se seu PC vai rodar Batman: Arkham City Universidade dá curso para avós aprenderem a jogar videogame “Quando o paciente dominava um nível do jogo, eles constantemente subiam para os níveis mais difíceis para maiores benefícios. Eles melhoravam sua pontuação enquanto melhoravam sua caminhada e equilíbrio”, comentou.

Apesar dos jogos serem parecidos com os que estamos acostumados, foram utilizados medidores mais adequados para a tarefa que os da Nintendo ou Microsoft. Pacientes utilizavam uma roupa com nove sensores que coletavam dados sobre seus movimentos.

Após a resposta inicial com este grupo, a qual foi bastante positiva, eles esperam começar pesquisas com grupos ainda maiores e confirmar a premissa de que jogos podem mesmo combater o Mal de Parkinson

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Casamento. "To be or not to be?'

Um casal vive 30 anos juntos . Como será que muitas mulheres podem viver sem amor ?
O amor acaba e fica o companheirismo? Às vezes me pergunto: Como vivem mulheres de 60 anos que não tem se quer com quem conversar?
Escuto muitas queixas. Você e o maridão que está de bermuda vendo o seu time jogar, e que conversa parecendo que os jogaores estão na sala: se liga cara! Mulher tem que ser cuidada como uma flor.Tem que ser regada com a água dos deuses.
Casamento deveria ser paixão, tesão por toda a vida. Pena que acaba. Acaba e muitas vezes as pessoas perguntam: Onde foi que nos desencontramos?
O advento da TV e do PC ( QUE, ALIÁS, TÁ UM NOJO, COM ESSE NEGÓCIO DE COMPARTILHAR, ADICIONAR, DE DOWNLOAD, ESTÁ AFASTANDO OS CASAIS. É VIVER TÁO PERTO E AO MESMO TEMPO tão longe. Ás vezes eles esperam um download enorme na maior paciência.Mas se a esposa pergunta, ou fala algo, ele não escuta, ou não responde.
Então grite: Pai, afasta de mim esse cálice. KKKKKKK


By Iris Sena

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Células-tronco do leite materno poderão ser usadas no tratamento do Parkinson e diabetes

Pesquisadores australianos descobriram a capacidade das células-tronco do leite humano de se transformar em células de várias partes do corpo
19/10/2011 - Desde 2008, já se sabe que o leite materno contém células-tronco. Agora, uma nova descoberta foi feita pelo Grupo de Pesquisa sobre Lactação Humana da Universidade de Western Australia (UWA): o leite materno contém células-tronco capazes de se transformar não apenas em células da mama, mas também em células de outras partes do corpo, como do fígado, ossos, cartilagens, pâncreas e cérebro.

A pesquisa pode, no futuro, ajudar pacientes de doenças como o Parkinson e a diabetes, por meio de tratamentos baseados em células-tronco. "Se conseguirmos entender as propriedades e o papel dessas células nas mamas e nas crianças que são alimentadas com leite materno, poderemos usá-las como modelos para na pesquisa do câncer de mama e em tratamentos inovadores com células-tronco", disse a doutora e professora da UWA Foteini Hassiotou.
Um dos benefícios de obter células-tronco por meio do leite materno, segundo Hassiotou, é que ele pode ser coletado por métodos não-invasivos, diferentemente da maioria dos métodos atuais. "O próximo passo da pesquisa será implantar células-tronco do leite materno humano em animais para examinar seu potencial", afirmou Hassiotou.
De acordo com os pesquisadores, são realizados mais de 1.000 transplantes de células-tronco na Austrália todo ano, e 60.000 em todo o mundo. Fonte: Revista Veja

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Bicicleta ajuda a alivar Parkinson

Universidade americana aponta que exercícios, como pedalar, estimulam o cérebro de pacientes com doença

14/10/2011 - Pesquisadores da Emory University, em Atlanta, vêm acompanhando pessoas que sofrem da doença de Parkinson desde 2003 e chegaram à conclusão que exercícios físicos leves e prazerosos, como pedalar, promovem melhora instantânea em alguns sintomas.

O que chamou a atenção dos médicos para o fato foi quando a americana Cathy Frazier, portadora de Parkinson, que participava de um tour de bicicleta, notou que após horas pedalando, seus tremores haviam diminuído e ela tinha recuperado a capacidade de escrever legivelmente.

A doença pode causar micrografia (condição que faz com que a caligrafia do paciente fique cada vez pior até se tornar ilegível). Após o passeio, Cathy conseguiu assinar seu nome com perfeição, o que não era capaz de fazer desde o avanço do Parkinson. A ciclista afirmou que era como se ela não estivesse doente. O neurologista Henrique Ferraz, membro da Associação Brasileira de Neurologia, conta que os benefícios do exercício já eram conhecidos: “A doença é progressiva e infelizmente ainda não há tratamento que impeça essa evolução.

Contudo, sabemos que praticar exercícios é fundamental para o bem-estar do paciente e ajuda no tratamento do Parkinson.” Os cientistas destacaram que a atividade precisa ser voluntária. A partir do momento que vira obrigação, os bons resultados não são alcançados. Fonte: Diario de S.Paulo.

¿Depresivo? ¿Lo ve todo negro? Tómese un café (o dos)

lunes 17/10/2011 - (...) Además de esos efectos bien conocidos, el consumo de café se ha estudiado en relación a las enfermedades más comunes como son las cardiovasculares y el cáncer. A este respecto, la taza la podemos ver medio vacía o medio llena.En el primer caso, su consumo no ha demostrado una protección generalizada, y en el segundo, parece ser que tampoco se han encontrado efectos claramente negativos asociados con el consumo de café. Sin embargo hay un grupo de enfermedades, las neurológicas, en las cuales parece ser que la taza está totalmente llena (y con necesidad de ser consumida).Estas enfermedades incluyen, desde las más comunes como la depresión y el Alzheimer a las menos comunes como es la enfermedad de Parkinson. La evidencia más reciente de esta protección neurológica nos viene de un estudio recién publicado en el 'Archives of Internal Medicine' en el que se demuestra, en más de 50.000 mujeres norteamericanas seguidas por 10 años, que el riesgo de desarrollar depresión o síntomas de depresión disminuía en un 20% entre aquellas que consumían dos o tres tazas de café con cafeína por día.Por supuesto esto no debe interpretarse como que beber más café ofrece más protección, sino que hace referencia a la dosis más favorable en estas mujeres.Pero la historia del café no acaba aquí. Decíamos que su consumo no se había asociado con protección 'generalizada' para otras enfermedades, pero esto puede cambiar en un futuro próximo, con la implantación de la nutrigenómica, es decir las recomendaciones nutricionales basadas en el genoma, ya que numerosos estudios han venido demostrando que aquellos que genéticamente metabolizan la cafeína rápidamente sí que se podrían beneficiar favorablemente del consumo de café y evitar sus efectos negativos, por ejemplo los relativos a la hipertensión.Qué mejor manera, pues, de romper la oscuridad de la noche que con la negrura intensa del café, compañero inseparable de nuestras mañanas (y dependiendo de nuestros genes) también de las tardes y las noches. Como decía Voltaire, a quien se le atribuyen el consumo de entre 50 y 72 tazas al día: "Claro que el café es un veneno lento; hace cuarenta años que lo bebo". Fonte: El Mundo.es.lunes 17/10/2011 - (...) Además de esos efectos bien conocidos, el consumo de café se ha estudiado en relación a las enfermedades más comunes como son las cardiovasculares y el cáncer. A este respecto, la taza la podemos ver medio vacía o medio llena.En el primer caso, su consumo no ha demostrado una protección generalizada, y en el segundo, parece ser que tampoco se han encontrado efectos claramente negativos asociados con el consumo de café. Sin embargo hay un grupo de enfermedades, las neurológicas, en las cuales parece ser que la taza está totalmente llena (y con necesidad de ser consumida).Estas enfermedades incluyen, desde las más comunes como la depresión y el Alzheimer a las menos comunes como es la enfermedad de Parkinson. La evidencia más reciente de esta protección neurológica nos viene de un estudio recién publicado en el 'Archives of Internal Medicine' en el que se demuestra, en más de 50.000 mujeres norteamericanas seguidas por 10 años, que el riesgo de desarrollar depresión o síntomas de depresión disminuía en un 20% entre aquellas que consumían dos o tres tazas de café con cafeína por día.Por supuesto esto no debe interpretarse como que beber más café ofrece más protección, sino que hace referencia a la dosis más favorable en estas mujeres.Pero la historia del café no acaba aquí. Decíamos que su consumo no se había asociado con protección 'generalizada' para otras enfermedades, pero esto puede cambiar en un futuro próximo, con la implantación de la nutrigenómica, es decir las recomendaciones nutricionales basadas en el genoma, ya que numerosos estudios han venido demostrando que aquellos que genéticamente metabolizan la cafeína rápidamente sí que se podrían beneficiar favorablemente del consumo de café y evitar sus efectos negativos, por ejemplo los relativos a la hipertensión.Qué mejor manera, pues, de romper la oscuridad de la noche que con la negrura intensa del café, compañero inseparable de nuestras mañanas (y dependiendo de nuestros genes) también de las tardes y las noches. Como decía Voltaire, a quien se le atribuyen el consumo de entre 50 y 72 tazas al día: "Claro que el café es un veneno lento; hace cuarenta años que lo bebo". Fonte: El Mundo.es.

O Motivo da minha ausência




Estive ausente sem postar nada por um motivo justo .Fui a São Paulo assistir o show do ERIC CLAPTON, que por sinal foi maravilhoso.Uma oportunidade ímpar. Realizar um sonho antigo foi para mim algo tipo um prêmio, pois justamente uma semana anterioor ao show, tive uma piora na parte motora. Por incrível  que pareça  hoje sinto-me muito bem, alegre e sentindo que vale a pena investir na realização de um sonho.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011


Habilidade de andar de bicicleta pode ajudar no diagnóstico diferencial da doença de Parkinson em qualquer ambiente

ScienceDaily (Oct. 6, 2011) — Em novo estudo publicado em 06 de outubro no Journal of Parkinson's Disease, pesquisadores japoneses relataram que a capacidade de andar de bicicleta pode diferenciar entre parkinsonismo atípico e doença de Parkinson, independentemente do ambiente ou em situações de ciclismo.

Parkinsonismos atípicos são distúrbios que parecem semelhantes à doença de Parkinson, mas respondem de forma diferente ao tratamento. O "sinal da bicicleta" pode ajudar os médicos a diferenciar entre os dois. Pacientes com parkinsonismo atípico perdem a capacidade de andar de bicicleta durante a fase inicial da doença, enquanto os pacientes com doença
Fonte: Science Daily. FOLHA.COM

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

05/10/2011 - 16h04

Experimento faz macaco ter sensação de tato com braço virtual



Um time de cientistas liderado pelo brasileiro Miguel Nicolelis, da Universidade Duke (EUA), alcançou um feito inédito: macacos mexeram um braço virtual e experimentaram sensações táteis com ele, usando apenas a força da mente.
Para criar esse "tato artificial", os pesquisadores inseriram pequenos eletrodos no cérebro de duas macacas.

Katie Zhuang/Duke University
Animais foram treinados para usar um jogo de computador, explorando o ambiente com um braço virtual
Animais foram treinados para usar um jogo de computador, explorando o ambiente com um braço virtual

Um dos eletrodos ficava no chamado córtex motor -- como o próprio nome diz, é a área do cérebro responsável pelos movimentos voluntários. O outro foi inserido no córtex somatossensorial, que processa os estímulos recebidos por células sensíveis do corpo, inclusive as da pele.
Os animais foram treinados para usar uma espécie de jogo de computador, explorando o ambiente com um braço virtual visto na tela.
Os eletrodos posicionados no córtex motor registraram as intenções dos macacos de mover o braço e repassaram essas informações para o mundo virtual.
Enquanto as mãos virtuais tateavam os objetos na tela, sinais elétricos eram enviados ao córtex somatossensorial, dando a resposta "tátil" a essa ação.
Se a tecnologia também funcionar em seres humanos, ela promete ser uma revolução na criação de próteses. Uma das maiores dificuldades das próteses de mão, por exemplo, é a falta de um "feedback" sensorial para o usuário, que muitas vezes acaba deixando objetos caírem no chão.
Fonte: Folha.com

Pacientes jogam videogame para tratamento de lesões

 

Em Ribeirão Preto, exercícios de fisioterapia é oferecido pelo SUS

02/10/2011 - Os atendimentos de fisioterapia do Sistema Único de Saúde (SUS), em Ribeirão Preto, passaram a contar com um aliado diferente: o videogame. A técnica alia os exercícios comuns, executados pelo fisioterapeuta, com os jogos virtuais.

No tratamento, o paciente interage com o jogo utilizando um controle remoto que detecta os movimentos do corpo. Assim, durante uma sessão, é possível simular uma partida de tênis, boliche, luta de boxe ou praticar dança e ioga. “Essa interação torna a terapia mais descontraída e motiva o paciente. Não é a mesma coisa do que praticar o exercício, porque ele está em local seguro e controlável”, explica o fisioterapeuta César Zanella, responsável pela aplicação da técnica na cidade.

De acordo com Zanella, o uso do videogame pode ser aplicado no tratamento de patologias ortopédicas, respiratórias e neurológicas, como Mal de Parkinson, sequelas de acidente vascular cerebral (AVC) e labirintite. “Com os jogos conseguimos estimular equilíbrio, força e coordenação motora. Mas cada caso deve ser avaliado individualmente, para diagnosticar o grau do problema”, diz.

Os benefícios são confirmados pelos próprios pacientes, como é o caso de Valtecides Lago, de 63 anos, que sofre com Mal de Parkinson, há cinco anos. Ele iniciou a fisioterapia com videogame em março e sentiu melhoras significativas. “O que mais chamou minha atenção é que, no período de férias, quando não fui às sessões, piorei muito. Quando retornei, os espasmos diminuíram novamente”, conta Lago. (segue...) Fonte: EPTV.

Nuevo indicio de que el alzhéimer es una infección, como la enfermedad de las 'vacas locas'

La inyección de tejidos de enfermos provoca la enfermedad en ratones sanos

Madrid - 04/10/2011 - El alzhéimer cada vez se parece más, para los científicos, a la enfermedad de las vacas locas y los priones, esas proteínas mal plegadas que misteriosamente lo propagan, serían los culpables. Los experimentos realizados en los últimos años apuntan a un origen infeccioso de esta demencia senil sin causa conocida y el más reciente constituye un importante indicio más, aunque no se pueda todavía asegurar.

Claudio Soto, de la Universidad de Texas y el español Joaquín Castilla, del CIC bioGUNE han inoculado extractos de cerebros de pacientes de alzhéimer en el cerebro de ratones y han comprobado que la consecuencia es la formación de los depósitos de la proteína beta-amiloide (mal plegada) que caracterizan la enfermedad. La acumulación de placas amiloides aumentó progresivamente con el tiempo después de la inoculación observándose lesiones características en áreas cerebrales muy alejadas del punto de inyección, señalan los científicos. "Nuestros resultados sugieren que algunas de las anomalías cerebrales asociadas con la enfermedad de Alzheimer pueden ser inducidas por un mecanismo de transmisión similar al que ocurre en las enfermedades espongiformes transmisibles también llamadas enfermedades priónicas", explica Castilla. La investigación se publica en la revista Molecular Psychiatry.

Este tipo de experimentos se han hecho habituales respecto a las enfermedades causadas por priones que son claramente transmisibles, como la de las vacas locas. ¿Quiere esto decir que ya se puede afirmar que el alzhéimer tiene un origen infeccioso? "La diferencia principal entre las enfermedades priónicas, eminentemente infecciosas, y la enfermedad de alzhéimer es que en las primeras el proceso de acumulación de priones en el cerebro del individuo infectado causa irremediablemente su muerte, mientras que la acumulación del péptido amiloidogénico de las placas de alzhéimer no la causa", dice Castilla. Los priones son unos agentes infecciosos muy particulares, que no se transmiten fácilmente entre individuos por lo que se sabe. Se plantea así si otras enfermedades neurodegenerativas, como las de Huntington y Parkinson y la esclerosis lateral amiotrófica, tienen el mismo origen. (segue...) Fonte: El Pais.es.