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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Como a música está mudando seu cérebro

Quem nunca aprendeu uma daquelas musiquinhas para ajudar a lembrar de algo importante que atire a primeira pedra! Sejam elas elementos químicos ou fórmulas para o vestibular, preposições obrigatórias de algum idioma ou qualquer outra informação necessária, ou mesmo uma canção pop, quem já não teve alguma música martelando em sua cabeça, mesmo contra sua vontade?

Já se perguntou a que se deve isso? Os cientistas, sim.

Segundo o médico Charles Limb, da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, as canções penetram em sistemas fundamentais de nosso cérebro, que são sensíveis à melodia e às batidas, e exercitam nosso cérebro de maneira única.

"Existe evidência suficiente para dizer que a experiência musical muda nosso cérebro", afirma o cientista estadunidense. "Ela permite que você pense de maneira diferente e treina várias habilidades cognitivas não relacionadas à música".

Música que não sai da cabeça

Não importa. Sejam canções do AC/DC, do Bee Gees ou peças do Rachmaninoff, é fácil ter fragmentos delas que se repetem incessantemente por algum período determinado, mesmo que a música não seja do seu agrado.

Essa repetição ‘chiclete’ é conhecida por earworm, termo utilizado pela primeira vez em 1980, em tradução literal do alemão Ohrwurm, como afirma o neurologista Oliver Sacks, no livro "Alucinações Musicais".

A repetição indica que a música entra e subverte parte do cérebro, forçando-o a disparar a música de maneira repetitiva e autônoma.

De acordo com o psicólogo e neurocientista canadense Daniel Levitin, da Universidade McGill, em Quebec, no Canadá, os fragmentos – e não as músicas inteiras – que ficam em nossas cabeças são simples, tanto melodicamente quanto ritmicamente.

Mas, em casos extremos, essas músicas chicletes podem ser ruins para o dia-a-dia de alguns de nós. Algumas pessoas não conseguem trabalhar, dormir ou sequer se concentrar, porque as músicas os impedem. Por isso, precisam tomar ansiolíticos, que relaxam os circuitos neurais presos na repetição.

Vale ressaltar também que esse efeito chiclete é antigo. Cientistas acreditam que a música é, de alguma maneira, uma adaptação evolucionária que ajudou os ancestrais humanos.

E tem o fato de que ela induz sentimentos, também. Certas músicas são associadas com a lembrança de alguém, ou uma emoção, ou até um estado de espírito. Basta lembrar-se de casos de esportistas que escutam músicas animadas ou agitadas minutos antes de suas competições. Quer fazer um teste? Tente levantar cedo e escutar uma música bem animada. Sua disposição será diferente. [CNN, Folha, Foto]

domingo, 27 de maio de 2012

Maioria das receitas para memória não funciona
JULLIANE SILVEIRA
DA REPORTAGEM LOCAL

A cada semana surge um estudo que associa algum hábito ou substância a maior ou menor risco de demência e, mais especificamente, de doença de Alzheimer. Porém, poucos trabalhos trazem resultados conclusivos, que justificariam essas indicações como forma de prevenir esses problemas.
A conclusão é de um grupo de especialistas que se reuniu na semana passada nos Estados Unidos para avaliar a produção científica realizada sobre o assunto nos últimos 20 anos. O encontro foi organizado pelo National Institutes of Health, o principal órgão americano de produção e financiamento de pesquisas médicas.
Para Alzheimer, doença que responde por boa parte dos casos de demência no mundo, as notícias são piores: não há nada que tenha eficácia cientificamente comprovada para prevenção. Isso deve tirar da lista de compras de alguns esperançosos os suplementos de gingko b iloba, as cápsulas de ômega-3 e de vitaminas. Esses produtos também não têm eficácia comprovada na prevenção de outros tipos de demência.
"O fato é que se investe muito dinheiro na pesquisa sobre doença de Alzheimer desde os anos 80 e, mesmo assim, até hoje não temos nada que realmente seja efetivo contra a doença. Apesar de todos os esforços, nada aconteceu. É um desastre", lamenta a patologista Lea Grinberg, coordenadora do Banco de Cérebros da Faculdade de Medicina da USP.
O documento poderá direcionar novas pesquisas na área e orientar especialistas sobre o que deve ser indicado ao paciente. "É importante especialmente quando sabemos que alguns profissionais divulgam esses métodos não comprovados: tem muito médico que prescreve ginkgo biloba aos montes, como prevenção e para quem já tem queixas de memória", diz Paulo Caramelli, neurologista da Universidade Federal de Minas Gerais.
Programas de computador e jogos que prometem evi t ar a perda de memória também não apresentaram nenhum efeito que justifique o investimento. "O efeito de ler frequentemente e de um programa proposto para treinar o cérebro é o mesmo", afirma Grinberg.

Problemas vasculares
Somados à doença de Alzheimer, problemas cardiovasculares são causa de 75% das demências no mundo. No Brasil, estima-se que de 8% a 12% da população com mais de 65 anos manifeste algum grau de perda cognitiva -maior parte dos casos é causada por questões vasculares.
Por isso, algumas intervenções se mostram importantes nos estudos avaliados para prevenir demência por essa causa. No levantamento americano, a dieta balanceada e a prática regular de exercícios físicos apresentaram resultados significativos, provavelmente pelo impacto no sistema cardiovascular.
A hipertensão arterial, por exemplo, pode causar microinfartos em pequenos vasos no cérebro (as arteríolas) e prejudicar a oxigenação e a chegada de nutrientes na região. Com isso, há degeneração de células e maior dificuldade de circulação de informações na área do cérebro atingida. Com o acúmulo dessas lesões, as chances de demência aumentam.
Fonte: Folha de São Paulo Saúde.

sábado, 26 de maio de 2012

DIETAS / Alimentos contra el parkinson

Cada año se detectan en España 10.000 casos nuevos de esta enfermedad, 1.500  en menores de 45 años. Descubre qué puedes comer para proteger tu cerebro.

26 may 2012 - 1. Habas (feijão). El Parkinson se origina por una deficiencia de dopamina y algunos alimentos contienen levodopa, un aminoácido precusor de esta sustancia. Las habas son muy ricas en levodopa, pero para conseguir 100 mg haría falta comerse varios kilos de ellas. Aún así, nunca está de más que las incluyas en tus menús y, de paso, los completes con mucuna pruriens, una legumbre de la India que también posee levodopa natural.

2. Escarola. Una dieta pobre en ácido fólico favorece el desarrollo de síntomas neurológicos semejantes a los del Parkinson. Para evitar un déficit procura que las verduras de hoja verde jamás falten en tus comidas. La escarola, las espinacas y los grelos son tus mejores aliados. Y si quieres un toque exótico, prueba a echar en tus ensaladas algas wakame frescas, aguacate y brotes de soja.

3. Café. Tomar un café al día influye en el riesgo de sufrir Parkinson... para bien. El café contiene ácidos clorogénicos y melánicos, unos poderosos antioxidantes que combaten el estrés oxidativo.

4. Cúrcuma. Esta especia es la aliada perfecta del cerebro. Según un estudio de la Universidad John Hopkins (EE.UU.) la degeneración celular del Parkinson está vinculada a la inflamación y la curcumina protege a las células nerviosas gracias a sus propiedades antiinflamatorias.

5. Té verde. El secreto de su éxito se encuentra en sus polifenoles antioxidantes que protegen las neuronas. Además, investigaciones recientes han demostrado que este efecto es progresivo, es decir, cuanto más té verde se bebe más protegido se está de esta enfermedad.

6. Manzana. Comer una manzana roja al día protege contra el Parkinson. ¿Por qué? De nuevo los flavonoides son los responsables, en este caso unos llamados antocianinas. Estos antoxidantes mejoran la supervivencia y la diferenciación neuronal y regulan los mecanismos de neuroinflamación. Otras frutas con estos beneficios son las naranjas, las uvas y las bayas rojas (frutas vermelhas)
. Fonte: Hoy Mujer.es.

II ENCONTRO DE PARKINSON E LAZER EM SALVADOR.



Nos dias 3, 4 e 5 de maio, aconteceu o II ENCONTRO DE PARKINSON E LAZER EM SALVADOR. Foi muito gratificante encontrar amigos de vários estados do Brasil. Quero parabenizar Ana Florence, Genário Couto - Presidente do Gruparkinson Bahia, Kátia, Zezé, e toda a equipe  que organizou essa festa tão bonita. Como nós, parkinsonianos, temos uma agenda cheia de compromissos com fonoaudiólogo, fisioterapia e outros tratamentos, precisamos de um tempo para o lazer, afinal dar risadas faz bem para todos. Foram 3 dias de muita alegria, música, passeios, aproveitamos para por o papo em ordem, trocarmos experiências etc. O hotel com uma vista linda para o mar e uma decoração bem pitoresca. Estava tudo ótimo!

                                             
                                    



DALVA MOLNAR  E DENISE

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Gerações de crianças correm o risco de ficar viciadas em TV, computador e outros aparelhos eletrônicos, alertou um especialista britânico.
Durante uma conferência do Royal College of Paediatrics and Child Health que aconteceu nesta semana em Glasgow, na Escócia, o psicólogo Aric Sigman pediu aos pais que retomem o controle de seus lares.
BBC
Estudos indicam que estímulos enviados pela tela da TV levam à liberação do neurotransmissor dopamina no cérebro
Estudos indicam que estímulos enviados pela tela da TV levam à liberação do neurotransmissor dopamina no cérebro
Ele recomendou que a idade mínima para a primeira exposição da criança a uma tela seja de três anos de idade.
"Ser um pai passivo em relação às novas mídias é uma forma de negligência e não atende aos interesses das crianças."
Em sua pesquisa, Sigman coletou e analisou resultados de estudos em áreas como cardiologia, neurofarmacologia e obesidade infantil.
Segundo o especialista, quando completar sete anos, uma criança nascida hoje terá passado o equivalente a um ano inteiro, 24 horas por dia, em frente a alguma tela.
Altos índices de exposição às telas quando a criança é pequena tendem a resultar em um estilo de vida com maior exposição às telas na vida adulta, disse.
Sigman citou também estudos que associaram o hábito de ver TV ou de outras telas a riscos maiores de a pessoa desenvolver diabetes e doenças cardiovasculares.
Enfermidades que, por sua vez, estão relacionadas a maiores índices de mortalidade.
ALTERAÇÕES NEUROLÓGICAS
Durante a palestra, Sigman citou estudos demonstrando que os estímulos enviados pela tela levam à liberação do neurotransmissor dopamina no cérebro da pessoa que a assiste.
Sabe-se, por exemplo, que os índices da substância sobem rapidamente no cérebro de pessoas que jogam videogames.
"A dopamina está fortemente associada à sensação de prazer e tem papel fundamental na formação e manutenção de vícios", disse Sigman.
Ele explicou que a herança genética de um indivíduo influencia a forma como a dopamina é produzida e usada em seu organismo.
Portanto, a suscetibilidade de uma pessoa à dependência e a vícios também tem um componente genético. Continua  http://www1.folha.uol.com.br/bbc/1095501-especialista-critica-pais-que-deixam-filhos-se-viciarem-em-tv.shtml

Cápsula de maconha trata pacientes com fobia social

Uma substância extraída da maconha ajuda a tratar pacientes com fobia social. É o que mostram dois estudos inéditos da USP de Ribeirão Preto com pacientes que ingeriram cápsulas de canabidiol, um dos 400 compostos encontrados na erva.
Em um dos trabalhos, dez pacientes foram avaliados por imagens do cérebro: após o consumo do remédio, as áreas cerebrais que são hiperativadas nos doentes tiveram atividade reduzida.
Isso indica que a substância pode atuar diretamente na região e minimizar os sintomas desse tipo de fobia.
A outra pesquisa analisou os níveis de ansiedade de 36 pessoas que tiveram de falar em público -uma das situações mais complicadas para quem tem o transtorno.
Todos tiveram de fazer um discurso de quatro minutos em frente a uma câmara -24 deles tinham a doença e 12 ingeriram canabidiol.
Os voluntários com fobia social que tomaram a cápsula apresentaram sinais de ansiedade semelhantes aos dos saudáveis. Já os doentes que ingeriram placebo mantiveram os padrões de ansiedade causados pela fobia.
Os mecanismos de ação da substância ainda não são bem conhecidos pelos pesquisadores. Mas já se sabe que o canabidiol tem um efeito tranquilizante mesmo em pessoas saudáveis.
A fobia social pode ser tratada com remédios e psicoterapia. Mas as drogas podem demorar até 20 dias para ter efeito e causar dependência.
"Nesse experimento, observamos o efeito com uma única dose, o que faz supor que o canabidiol tenha a vantagem de começar a agir de imediato", diz o psiquiatra Antonio Zuardi, do departamento de neurociências e ciências do comportamento da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto.
Para os pesquisadores, os resultados também ajudam a explicar por que pacientes com transtornos de ansiedade fumam maconha com mais frequência do que a população geral.
"Talvez eles não procurem a droga pelo "barato", mas pela ação do canabidiol. Seria uma forma de automedicação. O problema é que eles consomem junto outras substâncias com efeitos negativos", afirma José Alexandre Crippa, também psiquiatra da USP de Ribeirão Preto.
No Brasil, ainda não há autorização para o uso terapêutico de nenhuma substância derivada da cânabis.continua
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/763183-capsula-de-maconha-trata-pacientes-com-fobia-social.shtml
Fonte: Folha.com
equilíbrio e saúde.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Um momentoso tema: medicamentos para Parkinson

Não é de agora que dúvidas sobre a idoneidade da indústria farmacêutica mundial são trazidas à baila, particularmente em relação aos efeitos dos fármacos para Parkinson, em especial ao levodopa, cujo tratamento atua somente sobre os sintomas e após tempos de uso, seria mais prejudicial do que a doença em si, e isso nos faria viciados e dependentes da droga.

O tema acima tem tomado vulto, particularmente a partir dos textos contidos no site www.parkinsoncure.org, que dentre outras expressões utiliza o termo “mal de levodopa”, afora outros aspectos. Arrola escritórios de advocacia em vários estados do país dispostos a se especializarem em processos de indenização, por danos causados pela medicação destinada a combater os sintomas do Mal de Parkinson.

Aliado a isso, dando sintomas do esgotamento do modelo terapêutico ortodoxo adotado até então, muitos neurologistas estão tendo como regra o adiamento ou adotando a maior protelação possível na adoção da levodopa como terapia medicamentosa para Parkinson. Temos ainda no rolo a hipótese não unânime entre os cientistas de que as células nervosas se regeneram, sendo possível estancar (ou talvez até reverter) o Parkinson.

Não quero polemizar, mas como dizem por aqui “a verdade faz bem para a saúde”, o tema merece discussão. Lembro dos casos da Talidomida e de outros remédios banidos pela ONU, alguns ainda presentes no Brasil.

O “proprietário” do site citado pode ser taxado de vários adjetivos, negativos ou positivos. Dentre os possíveis positivos, o de “visionário”, eis que afirma ter vislumbrado o caminho para a “regeneração ao Parkinson”, chamada doença ou síndrome pela “mainstream” da medicina contemporânea ocidental e que é tida como não tendo cura e irreversível

terça-feira, 22 de maio de 2012

Geriatras alertam para os perigos da medicina antienvelhecimento

Além da falta de comprovação científica quanto à sua eficácia, as novas terapias de combate aos efeitos do envelhecimento podem comprometer o bom funcionamento do organismo e aumentar os riscos de câncer, disse a presidenta da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Silvia Pereira.
A reposição de nutrientes e o uso de remédios, como hormônio do crescimento (GH), para ganhar músculos e queimar gordura com facilidade, podem aumentar a incidência de cânceres.
"Estão vendendo ilusão de antienvelhecimento para a população sem nenhuma comprovação científica e que pode fazer mal a saúde. Com a idade, o metabolismo mais lento e a ingestão de algumas substâncias podem aumentar o risco de várias doenças", alertou a médica.
Segundo ela, estudos sobre vitaminas E, C e betacaroteno, por exemplo, apontam que, se consumidas em excesso, essas substâncias aumentam o risco de câncer e não reduzem doenças crônico-degenerativas.
O tema será discutido durante o 18º Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia, que deve reunir mais de 4.000 pessoas.
O encontro começa na terça (22) e termina na sexta-feira (25), no Rio de Janeiro. Entre os convidados está o especialista em longevidade Tomas Perls, da Boston University School of Medicine, nos Estados Unidos.
O diretor da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Rubens de Fraga, ressaltou que velhice não é doença e, portanto, não deve ser prevenida.
"Hoje os consumidores estão obcecados com o envelhecimento. Esse mercado gera US$ 100 bilhões por ano no mundo. Tem seu lado positivo, que é a busca da alimentação balanceada e do exercício físico. Mas tem o lado negativo, que é o medo das rugas e a idolatria dos ideais de juventude eterna. Os velhos são bibliotecas vivas e em muitos casos sustentam famílias inteiras. Não existe uma pílula mágica. O importante é buscar envelhecer com autonomia e independência."
Ele criticou a venda dos chamados hormônios bioidênticos para retardar a velocidade do envelhecimento, que são produzidos em laboratório, e passam por um processo industrial de síntese, transformação ou de modificação na sua estrutura química.
"Não existe estudo científico sério que ateste qualquer benefício dos hormônios chamados bioidênticos manipulados. A fabricação individualizada de um hormônio é praticamente impossível."
Na sexta-feira, geriatras, gerontólogos e representantes do CFM (Conselho Federal de Medicina) e da AMB (Associação Médica Brasileira), entre outros, vão discutir a criação de mecanismos para coibir a prática do antienvelhecimento no Brasil.
O encontro será aberto ao público. Mais informações podem ser obtidas pela "[internet]": http://www.cbgg2012.com.br/.
fonte; Folha.com-Equilíbrio e Saúude.

Diabetes e a Doença de Parkinson

Pessoas com diabetes podem ter maior probabilidade de também desenvolver a doença de Parkinson – e isso parece ser particularmente verdadeiro para os pacientes mais jovens, sugere um novo estudo.
Os resultados, publicados on-line/16 de março no Diabetes Care, acrescentam evidências ligando diabetes e Parkinson.
Um outro estudo recente disse que os adultos dos EUA com diabetes tiveram um risco ligeiramente maior de desenvolver Parkinson num período de 15 anos, em comparação com não diabéticos (ver Reuters Health -30/Mar/2011). No entanto, em nenhum dos estudos se demonstra que o diabetes causa Parkinson. Em vez disso, os pesquisadores acham que é mais provável que os dois transtornos compartilhem algumas causas comuns subjacentes.
As novas descobertas são oriundas da Dinamarca, onde os investigadores compararam perto de 2.000 adultos com doença de Parkinson e cerca de 10.000 pessoas da mesma idade, mas sem a doença (o grupo “controle”). Em termos globais, 6,5% dos pacientes de Parkinson tiveram diabetes há pelo menos dois anos antes de serem diagnosticados com o distúrbio do movimento. Em comparação, apenas 5% das pessoas no grupo controle de diabetes tiveram diabetes há pelo menos dois anos.
Segundo a equipe de pesquisa, ter diabetes foi associado a um risco cerca de um terço mais elevado de desenvolver Parkinson. Isso foi concluido após ajuste para idade e sexo, e nenhum diagnóstico de enfisema – que foi considerado associado ao tabagismo pesado. (Estudos descobriram que os fumantes de cigarros tem menor risco do mal de Parkinson, por razões que ainda não são claras.) O diabetes foi relacionado a um maior risco de desenvolver Parkinson antes dos 60 anos – média de idade para diagnóstico da doença.
Exatamente o que os resultados significam não é claro, de acordo com os pesquisadores, que foram liderados pela Dr. Eva Schernhammer, da Harvard Medical School em Boston. Mas dizem que, por ora, a mais plausível explicação é que o diabetes e o mal de Parkinson têm alguns dos mesmos fundamentos biológicos. Uma possibilidade é uma contínua inflamação de baixo nível em todo o corpo. Também pode haver uma suscetibilidade genética comum.
Mesmo que as pessoas com diabetes tenham um risco relativamente maior de Parkinson, o risco absoluto não é particularmente elevado. Por exemplo, o recente estudo nos EUA que acompanhou pacientes por 15 anos, envolveu cerca de 289.000 adultos mais velhos: a proporção de pessoas que evoluíram para a doença de Parkinson foi de 0,8% entre os diabéticos e 0,5% entre os não diabéticos – menos de 1% em ambos os casos.
Os pesquisadores deste estudo disseram que as pessoas com diabetes devem simplesmente continuar a fazer as coisas que já foram recomendadas para a sua saúde: uma dieta equilibrada e exercícios regularmente.
Mais estudos são necessários, segundo eles, para entender por que o diabetes está relacionado a um maior risco de Parkinson e o que, se é que existe algo, pode ser feito sobre isso.
FONTE (em inglês): http://bit.ly/fWbB3u - Diabetes Care 2011.
Achei interessante e estou divulgando.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Executivos nos EUA tentam retardar envelhecimento com hormônios

Segundo médicos, terapia hormonal está cada vez mais popular entre homens de 30 a 69 anos, muitos deles executivos de Wall Street
Executivos e profissionais nos Estados Unidos vêm procurando um polêmico e caro tratamento de reposição hormonal para combater efeitos normalmente associados ao estresse e ao envelhecimento.

Com pouco mais de 30 anos, o executivo americano J.G. começou a se sentir deprimido e ansioso. Tinha dificuldades para dormir, sua libido já não era mais a mesma e, por mais que se esforçasse na academia e cuidasse da alimentação, não conseguia atingir os resultados que queria.
"O trabalho também ia mal. Ter que lidar com o estresse, e a competição ampliava os sintomas, quando não era combustível para eles", conta o executivo, que pediu para não ter seu nome divulgado. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Novo remédio contra alzheimer passará por teste na Colômbia

ma pesquisa que pode levar a novos tratamentos para prevenir o alzheimer em pessoas com propensão genética a ter a doença está começando na Colômbia.
A droga será testada em pessoas sem sintomas da doença mas que, por razões genéticas, estão destinadas a desenvolver demência a partir dos 45 anos.
A fase inicial do estudo vai incluir 300 de 5.000 membros de uma família de Medellín e vilarejos próximos à cidade colombiana. Acredita-se que o grupo tenha mais membros com alzheimer do que qualquer outra família do mundo.
O ensaio clínico de US$ 100 milhões vai levar cinco anos, mas resultados preliminares a partir do segundo ano do estudo já poderão dizer se as drogas estão ajudando a retardar o declínio na memória e as mudanças no cérebro dos portadores do gene da doença, segundo Eric Reiman, diretor-executivo do Instituto de Alzheimer Banner, em Phoenix, e líder da pesquisa.
Alguns americanos com genes do alzheimer também serão incluídos, como parte do plano nacional dos EUA para combater a demência.
Outro teste deverá estudar os efeitos do remédio em pessoas com risco de alzheimer "convencional".
A droga, o crenezumabe, ataca as placas amiloides no cérebro, formações ligadas aos problemas cerebrais da doença. Se o remédio for eficaz, será possível prevenir ou atrasar os danos da doença.
O teste poderia ser considerado controverso por ocorrer em um país em desenvolvimento, entre pessoas com baixa renda e um histórico de superstições sobre a doença, conhecida como "la bobera".
"A primeira coisa que fiz foi me perguntar se estávamos tirando proveito dessas pessoas. A resposta foi não", afirma Richard Scheller, da empresa Genentech. Se nada fosse feito, diz ele, essas pessoas ficariam doentes
Fonte: Folha.com

sábado, 12 de maio de 2012

PARABÉNS

                                                  FELIZ  DIA DAS MÃES


   ПОЗДРАВЛЯЕМ МАТЕРИ,
   MATKA ÁRABENS, 
    Szczęśliwy Dzień Matki, 
  Happy Days της AES,
Ուրախ օր AES,   
 MADRE FELICE DEL GIORNO , 
 HAPPY DAY van de naties,   
HAPPY DAY of nations,  
 HAPPY DAY av nasjoner,   
Happy Day a Naţiunilor,  
  Lycklig mors dag, 
    
Happy Day tautų
 A  tulipa amarela é para minha mãe que nos deixou há três anos.
 The yellow tulip is for my mother who left us three years ago. 


   

sexta-feira, 11 de maio de 2012





Dona Alda, a mãe de Xuxa, vai para Argentina fazer cirurgia no cérebro
10/05/2012 - Por Gui Barros | Pronto falei – 
Como muitos já sabem, Dona Alda Meneghel tem 'Mal de Parkinson', uma doença degenerativa que se agrava com o decorrer dos anos e tende a desorganizar os movimentos de quem a possui. Por estar em um estágio elevado da doença, a avó de Sacha está indo para Argentina fazer uma cirurgia bastante delicada no cérebro, com o objetivo de retardar ou até mesmo retroceder os avanços do 'Mal de Parkinson'. Fonte: Yahoo! Pronto Falei.
 QUEM: Como está sua mãe?
X:
 Ela tem altos e baixos por causa da doença (mal de Parkinson), mas agora está bem. (Longa pausa.) Eu fico impotente. Não adianta ter dinheiro, ser conhecida, rezar, desejar do fundo do coração. Está acontecendo com uma pessoa que amo muito e não dá para fazer nada. Fonte: Revista Quem.

OFICINA BRENNAND - RECIFE BRASIL

Estou a passeio em Recife-PE.
Quero compartilhar com vocês fotos da beleza que essa  cidade tem. Uma riqueza da arquitetura  Portuguesa e Holandesa que dão um ar aristocrático.
Hoje falarei em particular da Oficina Francisco Brennand, uma exposição permanente a céu aberto com esculturas cerâmicas deslumbrantes.
Fica no bairro histórico da Várzea, cercado pela Mata Atlântica e pelo Rio Capibaribe.
 "Lugar único no mundo, a oficina  Brennand constitui-se num conjunto arquitetônico monumental de grande originalidade, em constante processo de mutação, onde a  obra se associa à arquitetura para dar forma a um universo abissal, dionisíaco, subterrâneo, obscuro, sexual e religioso".












Muitas fotos foram tiradas neste dia. Para acompanhar a viagem completa clique em FLICKR GALERIA - EU, VOCÊ E JAMES.
Ou, visualize os slides na parte inferior do blog - seção especial - FOTOS DE VIAGEM - logo abaixo da relação de BLOGS AMIGOS e da piada sobre INCLUSÃO DIGITAL.


terça-feira, 8 de maio de 2012

Sinais de Alzheimer podem aparecer 10 anos antes da doença ser diagnosticada

 
Um estudo descobriu que os cérebros podem começar a mostrar sinais de mal de Alzheimer cerca de uma década antes da condição ser reconhecida pelos médicos.
Varreduras do cérebro mostram uma retração no córtex cerebral de idosos que posteriormente desenvolveram a demência. Isso sugere um “indicador” para o mal de Alzheimer. Dessa forma, os médicos podem identificar os pacientes em maior risco de desenvolver a doença.
65 idosos, com cerca de 70 anos quando o estudo começou, participaram da pesquisa. Seus cérebros foram escaneados por ressonância magnética. Os pesquisadores também mediram o tamanho das regiões do cérebro implicadas no mal de Alzheimer.
Os participantes com as menores medidas eram três vezes mais propensos a desenvolver Alzheimer em 10 anos. Porém, como o estudo foi pequeno, mais pesquisas são necessárias antes de aplicar tal indicador à população em geral.
No início do estudo, os participantes eram cognitivamente normais e não tinham sintomas da doença. Eles foram seguidos por uma média de nove anos, submetidos a testes para avaliar as mudanças em suas capacidades mentais.
Ao final do estudo, 15 participantes desenvolveram deficiência mental ou demência, característica do mal de Alzheimer, condição que só é oficialmente diagnosticada por autópsia.
Estes participantes tenderam a apresentar retração em algumas partes do córtex cerebral envolvidas na doença. O córtex cerebral é a camada mais externa do cérebro, envolvida em pensar, lembrar e planejar, funções que são afetadas pelo mal de Alzheimer. Nos participantes que desenvolveram a demência associada ao Alzheimer, esta camada era mais fina.
Os participantes foram divididos em três grupos com base em suas medições de córtex cerebral. Entre aqueles com as menores medidas, 55% desenvolveram a demência associada ao Alzheimer, em comparação com 20% no grupo com medidas médias, e nenhum no grupo com maiores medidas.
Segundo os pesquisadores, esta medida é potencialmente um marcador de alterações precoces no cérebro associadas ao mal de Alzheimer, e poderia ajudar a prever quem está em risco, e até mesmo quanto tempo a pessoa teria até que a demência se desenvolvesse.
Se alguma terapia, droga ou tratamento for desenvolvido no futuro, aqueles que ainda estão sem sintomas, mas com grande risco, seriam os mais beneficiados.
Os cientistas lembram que o estudo procurou um padrão de encolhimento do cérebro através de um número de áreas cerebrais. Incluir um grande número de áreas do cérebro na análise pode aumentar a exatidão de tais testes para identificar precocemente a doença.
Quanto mais alterações em uma rede de áreas associadas com o mal de Alzheimer, maior confiança o médico terá de que o paciente realmente está sofrendo mudanças associadas com a condição.[LiveScience]

Medicamento único poderia tratar várias doenças cerebrais Cientistas britânicos conseguiram cessar a degeneração das células do cérebro de ratos com remédio

Pesquisadores britânicos já estudam a possibilidade de usar um mesmo medicamento para combater uma série de doenças que afetam o cérebro, como o mal de Alzheimer e o mal de Parkinson. Em um estudo publicado na revista Nature, eles afirmam ter cessado a degeneração cerebral de ratos de laboratório e dizem que o mesmo procedimento pode ser aplicável a humanos.
Várias doenças degenerativas resultam da composição de proteínas mal formadas. Os pesquisadores da Universidade de Leicester o que causava a má formação nos ratos e como ela matava as células cerebrais. Eles mostraram que conforme os níveis de proteínas defeituosas se elevam, as células tentam cessar a produção de todo tipo de novas proteínas.
É o mesmo mecanismo usado pelas células quando há uma infecção de vírus - interromper a produção de proteínas interrompe a disseminação do organismo. Mas "desligar" o sistema por um longo período acaba por prejudicar as células cerebrais, que também param de produzir as proteínas das quais necessitam para funcionar.
A equipe então tentou manipular a interrupção de proteínas. Quando conseguiram impedir as células de "desligar", evitaram que o cérebro de degenerasse. Nesses casos, os ratos viveram significativamente mais.
A pesquisadora Giovanna Mallucci explica que "a chave do processo é a interrupção da produção de proteína. A proteína em si é ignorada e é isso que torna o estudo relevante". A ideia, que ainda não foi testada, é saber se o a prevenção do desligamento pode prevenir doenças priônicas - causadas por proteínas defeituosas.
"O que o processo nos dá é um caminho, ou seja, um tratamento que pode ter benefícios ante várias doenças. A ideia ainda está em seus estágios iniciais. Ainda precisamos confirmar esse conceito em outros distúrbios", afirma a pesquisadora.
Fonte: Estadão.com