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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Como a tecnologia auxilia os hospitais a melhorar o atendimento e reduzir custos e proporciona maior conforto aos pacientes.

O físico brasileiro Sérgio Mascarenhas, 84 anos, coordenador do Instituto de Estudos Avançados de São Carlos, ligado à Universidade de São Paulo, viveu uma experiência que o deixou muito preocupado. Há cerca de seis anos, os médicos suspeitaram que ele sofresse de mal de Parkinson. Para terem certeza, decidiram operá-lo, o que significava abrir seu cérebro, um procedimento delicadíssimo e caro. Feita a operação, descobriu-se, para alívio do paciente, que não se tratava de Parkinson, mas sim de hidrocefalia de pressão normal, uma doença que aumenta o acúmulo de líquido no cérebro, elevando a pressão intracraniana. Mascarenhas foi tratado e se recuperou. 

 
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Atendimento digital: a enfermeira Daniela Muniz dos Santos usa tablets
para controlar a medicação de pacientes.
 
O episódio, no entanto, deixou o físico intrigado: com todo o avanço da medicina, não haveria uma forma menos traumática, em pleno século 21, de fazer um diagnóstico dessa natureza? Seria realmente necessário abrir a cabeça de uma pessoa para saber se ela tem ou não Parkinson, por exemplo? Ao observar os procedimentos adotados no Brasil e em outros países, ele constatou que esse era o método padrão. Foi então que Mascarenhas, um dos cientistas mais renomados do Brasil, professor visitante nas Universidades Princeton, Harvard e do Massachusetts Institute of Technology (MIT), recorreu à tecnologia para encontrar um modo para que outras pessoas não tivessem de passar pela mesma situação. E conseguiu. Depois de muita pesquisa, Mascarenhas desenvolveu um chip que permite medir a pressão intracraniana sem que seja necessário fazer cortes profundos na cabeça. 
 
A primeira versão de seu invento requeria apenas a colocação do chip rente ao couro cabeludo, por meio de uma incisão mínima. Uma segunda versão, que foi finalizada recentemente, representou um passo além: agora, basta aproximar da cabeça o chip – que vem envolto num recipiente que se parece com uma caixa de fósforos – para que seja possível registrar informações sobre deformação óssea, que é proporcional à pressão dentro do crânio. “Em geral, a inovação parte de uma motivação externa”, afirma Mascarenhas. “No meu caso, a pesquisa nasceu dentro de mim”, diz. Em 2009, o projeto do cientista recebeu apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e hoje já é usado no tratamento de pacientes com traumatismo cerebral no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Continua. 

Sedentarismo mata tanto quanto cigarro

A poucos dias dos Jogos Olímpicos de Londres, a revista médica britânica "Lancet" publicou uma série de estudos que escancara os problemas do sedentarismo, responsável por 5,3 milhões de mortes por ano no mundo.
Segundo os pesquisadores, a falta de atividade física pode ser considerada uma pandemia e é tão grave que diminui a expectativa de vida da mesma forma que o tabagismo e a obesidade. Está no sedentarismo a causa para 10% das doenças não transmissíveis, como diabetes, câncer e problemas cardíacos.
Um dos estudos da série, coordenado por Pedro Hallal, da Universidade de Pelotas, aponta que cerca de 30% da população mundial adulta é fisicamente inativa, mas o quadro para os adolescentes é mais preocupante: 80% dos jovens entre 13 e 15 anos não se exercitam o suficiente.
No Brasil, 49% da população adulta não pratica atividades físicas, e o estilo de vida sedentário é responsável por 13% das mortes por infarto, diabetes e câncer de mama e do intestino. Continua.
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1122276-sedentarismo-mata-tanto-quanto-cigarro.shtml

domingo, 29 de julho de 2012





Comprimido único é capaz de tratar Alzheimer, Parkinson e Esclerose Múltipla 28/07/2012

Posted by Esclerose Múltipla in Espaço médico.
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Um comprimido desenvolvido por cientistas dos EUA tem potencial para tratar Alzheimer, Parkinson e esclerose múltipla. Dados recolhidos num estudo com ratos reúnem evidências de que, se administrada cedo, esta nova abordagem pode ser capaz de evitar que o desenvolvimento da doença de Alzheimer se complete, avança o portal Isaúde.
O medicamento funciona através do amortecimento da inflamação, considerada ser pelo menos parcialmente responsável por muitas doenças cerebrais degenerativas, como danos causados por ferimentos na cabeça e AVC.
Ensaios realizados com animais foram encorajadores. Actualmente, um estudo de fase I com humanos está em andamento, embora os resultados ainda não tenham sido divulgados.
Resultados dos estudos com animais mostram que o novo fármaco é eficaz contra a doença de Alzheimer, a doença de Parkinson, a esclerose múltipla (MS), a doença do neurónio motor, a demência frontotemporal, além de apresentar benefícios em casos de complicações de lesões cerebrais traumáticas.
As duas drogas, actualmente conhecidas como MW151 e MW189, foram patenteadas por cientistas da Northwestern University, em Chicago. Os medicamentos trabalham bloqueando a produção excessiva – e prejudicial – de moléculas sinalizadoras do sistema imune, chamadas citocinas pró-inflamatórias.
Os autores do projecto dizem que as drogas oferecem uma abordagem completamente diferente para o tratamento da doença Alzheimer, entre outras condições. A pesquisa publicada do Journal of Neuroscience traz informações sobre como a MW151 é capaz de impedir o desenvolvimento de Alzheimer em ratos de laboratório.
A abordagem tem como alvo o acúmulo dos depósitos da proteína beta amilóide no cérebro, característica chave da doença de Alzheimer.
Em contraste, as novas drogas são concebidas para fazer com que a inflamação pare de perturbar a fiação do cérebro e matar neurónios.
Citocinas pró-inflamatórias fazem com que as sinapses, conexões entre as células cerebrais, tenham uma falha na ignição. Eventualmente, toda a organização do cérebro cai em desordem, como um computador falhando, e os neurónios morrem.
“Os níveis elevados de citocinas pró-inflamatórias podem contribuir para a avaria sináptica”, diz o investigador envolvido no estudo Martin Watterson.
Aos ratos geneticamente modificados para desenvolver a doença de Alzheimer foram dadas MW151 três vezes por semana a partir de seis meses de idade. Um estágio comparável em seres humanos seria quando um paciente começa a sofrer declínio mental leve. Como resultado, aos 11 meses, período em que os ratos deveriam ter o Alzheimer completamente desenvolvido, os níveis de citocinas encontradas nos cérebros das cobaias se mostraram normais. As suas sinapses também estavam trabalhando normalmente.
Ratos não tratados apresentaram níveis anormalmente altos de citocinas no cérebro e as suas sinapses foram falhando.
“A droga protege contra os danos associados a deficiência de aprendizagem e memória. Dar este medicamento antes das alterações de memória do Alzheimer pode ser uma abordagem promissora para tratar a doença no futuro”, diz a co-autora do estudo Linda Van Eldik.
Uma inflamação prejudicial também desempenha um papel em uma grande variedade de outras doenças neurodegenerativas, levantando a possibilidade de usar a droga para o tratamento de diferentes condições.
Testes anteriores em ratos mostraram que MW151 é capaz de reduzir a gravidade de uma doença semelhante à esclerose múltipla em seres humanos.
Noutras experiências com ratos, a droga impediu o surgimento de citocinas pró-inflamatórias após a lesão cerebral traumática. “Tomar uma droga como esta logo após uma lesão cerebral traumática ou mesmo de um acidente vascular cerebral torna possível prevenir as complicações a longo prazo, incluindo risco de convulsões, deficit cognitivo, e, até mesmo, problemas mentais” diz o cientista envolvido no projeto Mark Wainright.
Parkinson, demência não originada do Alzheimer e doença do neurónio motor são outras condições que podem ser resolvidas através desta nova abordagem.
Uma das principais vantagens da droga é que ela pode ser engolida como um comprimido, em vez de ser injectada. O medicamento atravessa facilmente a “barreira cérebro-sangue”, uma parede de fortaleza física e molecular que impede que moléculas tóxicas entrem no cérebro.
Resultados dos ensaios de fase I vão apresentar dados sobre a segurança da droga em humanos.
Fonte: RCM Pharma
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sábado, 28 de julho de 2012

ENDEREÇO DO CENTRO EM JUNDIAÍ.

A pedidos, publico o  endereço do Centro em Jundiaí.

NOME: TEMPLO UMBANDA SETE  ESPADAS DA MATA.
ENDEREÇO:: Rua Nivrigildo das Neves  (pedir o número quando telefonar marcando atendimento)
Telefone: 11-4521-7686.  Falar com a Sonia.
 Favor reenviarem e-mails pois tive problemas ao responder. Logim do interessado errado.
Obrigada.


quinta-feira, 26 de julho de 2012

Ministro da Saúde descarta risco de epidemia da gripe A

Não há epidemia nem risco de epidemia de H1N1 no Brasil ou nos Estados do Sul", voltou a afirmar o ministro Alexandre Padilha (Saúde) na tarde desta quarta-feira. Ele já havia negado uma epidemia na semana passada.
Ministério avalia que pico da gripe A no país já passou
Região Sul confirma mais dez mortes por gripe A
Ministro descarta ampliar vacinação na região Sul
Este ano, foram registrados 1.762 os casos da gripe A, concentrados nos Estados do Sul, em São Paulo e em Minas Gerais, segundo informações do Ministério da Saúde. Ao todo, 210 pessoas morreram pela doença.
O ministro disse que a situação epidemiológica deste ano é "absolutamente diferente" da que existiu durante a epidemia mundial, em 2009. E destacou que o Brasil atingiu a meta de vacinação contra a gripe este ano, o que, segundo ele, não ocorreu em outros países.
Padilha afirmou ainda que o ministério vai enviar vacinas aos Estados que demandarem reforços, mas apenas para a vacinação dos grupos de risco definidos pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e seguidos pelo Brasil.
Ele destacou que a principal tarefa no momento é oferecer o oseltamivir (o Tamiflu, antiviral usado no tratamento da doença), o mais rápido possível para os grupos de risco e para pessoas que estejam fora do grupo de risco, mas em cidades onde há comprovação de circulação do H1N1.
"O Chile teve três vezes menos mortes que a região Sul do Brasil este ano, só com o uso do Tamiflu", disse.
Fonte: Folha.com

Estive ausente.

Estou  me recuperando de uma  burcite na coxa direita. Como se não bastasse  mais essa para acrescentar à lista.
Nada como um dia atrás do outro.Continuo otimista, e muito bem do equilíbrio, sem tremor e  isso é bom demais.

Hormônio pode ajudar a tratar doenças neurodegenerativas


O hormônio ouabaína, tradicionalmente utilizado no tratamento de doenças cardiovasculares, possui efeito de proteção aos neurônios, aponta estudo recente da USP. A descoberta representa uma possibilidade de avanço no tratamento de doenças neurodegenerativas, como as doenças de Parkinson e Alzheimer, tendo em vista que atualmente não existe medicamento capaz de impedir a morte dos neurônios.
A ouabaína é extraída da espécie de planta Strophantus gratus, a exemplo da dedaleira (flor medicinal e ornamental), e também é encontrada no organismo humano. O professor Cristoforo Scavone, responsável pela pesquisa do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, explica que é a proteção dos neurônios pode ser conseguida de maneira natural, porque o hormônio é liberado no corpo durante a prática de exercícios físicos.
"Se ela [a ouabaína] é liberada naturalmente no exercício e se é protetora, mais um motivo para as pessoas terem práticas saudáveis. É muito mais promissor que certas drogas", avaliou. "Isso pode fazer com que as doenças, típicas do envelhecimento, apareçam em fases mais tardias", ressaltou.
A combinação de medicamentos e a prática de atividade física já está sendo utilizada no tratamento dessas doenças, segundo o professor.
O pesquisador alertou, no entanto, que os medicamentos atuais agem apenas como paliativos. "São testados muitos compostos, mas o grande problema é que nenhum deles consegue estancar o processo de morte dos neurônios", declarou. Para Scavone, a pesquisa desenvolvida pelo ICB pode abrir uma nova área de estudo, com a perspectiva de produção de novos remédios.
Ele avalia, no entanto, que a prevenção, com a prática de atividades físicas, ainda é a melhor opção. "Hormônios são complicados de se usar como fármacos. Eles podem estimular o crescimento celular. Tivemos exemplos, como a reposição hormonal em mulheres, que demonstram o aumento dos casos de câncer. O tratamento hormonal pode induzir efeitos colaterais em longo prazo, que eu não sei se serão tão positivos quanto as estratégias naturais", ponderou.
Embora esteja comprovada a capacidade de proteger os neurônios com o uso da ouabaína, ainda serão feitos estudos para saber a ação do hormônio contra os males de Parkinson e Alzheimer.
"Estamos começando a trabalhar nos modelos das doenças neurodegenerativas para ver como se processa essa proteção. Por enquanto, analisamos a resposta em relação à inflamação e vimos que há uma proteção ao estímulo inflamatório", explico
Fonte; Folha,comequilibrioesaúde.







segunda-feira, 23 de julho de 2012

segunda-feira, 16 de julho de 2012



Muchas veces curar una enfermedad, o mejorar la calidad de vida de quien la padece puede estar al alcance de la mano, siempre y cuando el paciente cumpla en forma estricta con su tratamiento.

Esto, a veces, no es fácil; porque el mismo puede implicar tomar una gran cantidad de pastillas, en diferentes horarios, cerca o lejos de las comidas o tener interacciones con otras drogas.
Por eso, cuando aparece una opción terapéutica que simplifica la medicación se logra mejorar lo que los especialistas denominan "adherencia" y que tiene que ver con la manera en que el paciente logra cumplir con su tratamiento en la forma más adecuada.
Esto ocurre, por ejemplo, en enfermedades como el sida y el Parkinson. Justamente para el tratamiento de este desorden neurológico acaba de aprobarse una nueva formulación de una medicación ya conocida que, según los ensayos, ofrece una opción más práctica y que resulta en un paciente mejor medicado, y con menores complicaciones.
El Parkinson es una afección asociada al envejecimiento y, por lo tanto, es un mal cada vez más común. Se calcula que en un país como la Argentina podría haber entre 60.000 y 80.000 afectados.
SINTOMAS COMUNES
El síntoma que más se asocia a la enfermedad del Parkinson es el temblor de reposo, sin embargo esto es engañoso: hasta un 30% de los afectados nunca tienen temblores por esta causa.
Otro síntoma distintivo es la bradicinesia o lentitud y dificultad para realizar movimientos.
Y, además, hay otros indicios sutiles, como que la letra se haga cada vez más pequeña, al paciente le cueste darse vuelta en la cama, afeitarse, atarse y soltarse los botones o cerrar un cierre relámpago.
También es común que muestre una cara inexpresiva y un caminar muy característico, con un mínimo movimiento de los brazos y dando pasos cortos.
LA NUEVA OPCIÓN
Una de las opciones más recientes para el tratamiento de esta patología la desarrolló una farmacéutica de origen belga, UCB, que preparó una nueva versión de un medicamento de la familia de los agonistas dopaminérgicos, "que se utilizan para tratar muchos casos de entre los casi cinco millones de personas que padecen Parkinson en todo el mundo", le dijo a Neomundo.com.ar el Doctor Gurutz Linazasoro, un neurólogo español, experto en el tratamiento de movimientos anormales.
Pero, además de la molécula terapéutica, lo interesante es que su presentación es en forma de parches transdérmicos, que se colocan sobre la piel y se reemplazan cada 24 horas. "No sólo son una opción muy interesante porque simplifican el tratamiento, sino que garantizan que durante 24 horas haya una liberación continua de la droga al torrente sanguíneo", dijo Linazasoro.
Y esto es muy efectivo para mejorar la calidad de vida del paciente, debido a que mantener una concentración constante en el sistema circulatorio del medicamento resulta mucho más eficaz para controlar la enfermedad.
Fonte: Tucuman N otícias.
Finalmente, según este experto, esta forma de administración no sólo mejora los síntomas relacionados con movimientos sino que también tiene una incidencia positiva sobre otros síntomas, tales como la depresión, la fatiga diurna y los trastornos del sueño.
LO QUE VIENE
Actualmente, los tratamientos disponibles permiten controlar, y en buena medida retrasar, la evolución de la enfermedad. Sin embargo el control no es todo lo bueno que podría conseguirse, por lo que los investigadores continúan trabajando para, entre otras cosas "enfrentar el gran reto de los próximos años, que será encontrar las causas de esta dolencia degenerativa, que todavía no están totalmente identificadas", concluyó Linazasoro, director del Centro de Investigación de Parkinson de la Policlínica Guipúzcoa en el país vasco. Y agregó: "se habla de elementos contaminantes del medio ambiente, y de cierta predisposición genética. Pero conocer en detalle la etiología de esta enfermedad podrá darnos nuevas claves para tratarla y prevenirla".
Fonte:Tucuman Notícias

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Doença de Parkinson: descoberto gene envolvido no seu desenvolvimento

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Investigadores americanos descobriram um gene que tem um papel importante no desenvolvimento da doença de Parkinson, dá conta um estudo publicado na “PLoS Genetics”.

A doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa caracterizada por distúrbios nas funções motoras, como tremores e movimentos lentos causados pela acumulação de proteínas nas células nervosas, o que impede a comunicação entre estas. De acordo com investigações anteriores, a substância negra, uma área do mesencéfalo envolvida no controlo do movimento, perde neurónios com a progressão da doença.

Para o estudo os investigadores da Boston University School of Medicine, nos EUA, analisaram as diferenças de expressão genética em 27 amostras de tecidos cerebrais de pacientes com Parkinson e 26 amostras de indivíduos neurologicamente saudáveis.

De forma a minimizar as variações entre as amostras, os investigadores, liderados por Alexandra Dumitriu, utilizaram apenas amostras do tecido cerebral de homens que não apresentavam marcadores significativos da doença de Alzheimer, uma das doenças neurológicas que afeta frequentemente os indivíduos com doença de Parkinson.

As amostras foram retiradas do córtex pré-frontal que, contrariamente à substância negra, apresentam uma menor extensão de morte neuronal, e apesar de as alterações moleculares e patológicas ocorrerem nesta área durante o processo da doença, esta também é responsável pelo desenvolvimento da demência numa grande percentagem dos pacientes com Parkinson.

O estudo apurou que a expressão do gene FOXO1 estava aumentada nas amostras de tecido cerebral dos pacientes com doença de Parkinson. Adicionalmente foram também observadas alterações na sequência de ADN deste gene que estão associadas à idade com que esta doença neurodegenerativa se desenvolve.

“A nossa hipótese é que o FOXO1 atua de uma forma protetora através de ativação de genes e vias que combatem o processo neurodegenerativo. Caso isto seja verdade, este gene poderá ser explorado como um potencial alvo terapêutico para a doença de Parkinson”, conclui Alexandra Dumitriu.
fONTE: ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Mutação dá nova pista contra mal de Alzheimer

A descoberta de uma mutação genética (alteração no DNA) que tem o efeito de proteger contra o mal de Alzheimer pode ajudar cientistas na busca de uma droga contra a doença, que leva à perda de memória e à morte.
A pesquisa foi liderada pela empresa deCODE, da Islândia, que estudou as informações genéticas por meio de sequeciamento de DNA de 1.795 nativos do país-ilha.
Eles viram que a incidência de alzheimer era muito menor entre os portadores de uma mutação específica que funciona como uma proteção dos neurônios.
A alteração rara foi encontrada nesse gene (batizado pelos pesquisadores de APP), que contém a receita para a produção de uma proteína de função ainda mal conhecida.
No estudo da "Nature", os autores descrevem como diferentes alterações nesse gene originam versões distintas de moléculas amiloides, umas mais nocivas que outras. Aquelas envolvidas no mal de Alzheimer são as beta-amiloides.
Essas moléculas, quando se unem em grandes quantidades, formam fibras que sobrecarregam e matam os neurônios de diferentes áreas do cérebro ocasionando a perda das capacidades de memória características do paciente com o mal de Alzheimer.
A mutação identificada pelos cientistas faz com que o cérebro consiga digerir as moléculas formadoras dessas fibras, impedindo que elas se agreguem. Com isso, a capacidade de memorização é mantida em níveis normais.
Em outras palavras, essa proteína precisa ser produzida e destruída de maneira adequada pelo organismo.
As células nervosas de pessoas sem a mutação benéfica apontada pelo estudo quebram a proteína de maneira "errada" por meio de uma enzima (chamada Bace-1). É como se os pedaços da proteína ficassem indigestos e acabassem se acumulando. Continua.
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1118787-mutacao-da-nova-pista-contra-mal-de-alzheimer.shtml
Fonte: Folha de São Paulo.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

DEPOIMENTO.



                        
Quero compartilhar com quem realmente se interessar por tratamentos alternativos. Bem, a cerca de 2 meses fui levada por um amigo a fazer uma consulta em um centro espírita que fica em Jundiaí. Lá chegando, participei da cerimônia e chegou a minha vez de ser atendida. Ninguem lá me conhecia e muito menos sabiam do meu problema de saúde. Então o medium me perguntou  porque eu estava ali. Respondi: Vim pedir por minha saúde. De chofre ele disse: Você tem problema de equilibrio e seu problema está no sistema nervoso central. Vou te operar. Você não ficará curada, porém vai melhorar bastante. E marcou a cirurgia para daí a 2 meses, que foi agora, dia 7 de julho. Dois dias antes da cirurgia, começa um regime alimentar. Bem, lá chegando e conversando com as pessoas , percebi em cada rosto uma esperança ou um relato de pessoas idoneas que conseguiram ser curadas de algum mal. Isso me encheu ainda mais de esperança. Bem, passei pela triagem do centro e chegou a minha hora. Eu estava super tranquila. Entrei numa sala que era um hospital.Tinha macas e muitos  médiuns ao redor de cada maca. Pediram que eu me deitasse de barriga para baixo e estavam com uma ficha na mão onde eu escutei um médium ler e falar que ia fazer uma limpeza no meu sitema nervoso central. Ele não estava com nada nas mãos quando senti me tocar na nuca. Bem, aí comecei sentindo os toques e um corte em cada lugar da nuca onde ele tocava. De repente senti dores fracas, e uma agulhada na cabeça  perto do centro da cabeça mas localizada um pouco do lado esquerdo. Foi uma sensação real, não foi auto sugestão, nem hipnose. Foi super real. Teve um momento que quase adormeci muito rapidamente e fui chamada pelo médium e ele falava: pronto, vamos fazer um curativo.
No dia seguinte, tinha que fazer repouso absoluto e a alimentação leve. Assim foi feito. Estávamos eu e meu marido operados. Ele de outro problema. Bem, ao sair andando do centro em direção ao carro, percebi uma agilidade que não me é peculiar.Hoje, é o terceiro dia. Sinto-me muito bem. Se não fosse  eu estar com minha coluna há dias doendo estaria bem melhor. Estou realmente sem movimentos involuntarios e meu equilibrio, que estava muito ruim, está maravilhoso e estou muito feliz. Não sei até quando estarei tão bem, mas valeu e dou graças a Deus e ao meu amigo que me levou até lá. Publicarei o nome do Centro pois o que me foi dado de graça sem nada me cobrarem, eu passo para quem tiver interesse.Vale ressaltar que nem todas as pessoas são operadas lá, só mesmo quem eles sentem ou são autorizados pela espiritualidade .
Agradeço também a essas pessoas abnegadas, que sacrificam suas horas de lazer em pleno sábado  a noite e trabalham com tanta ternura, bondade passando energia para pessoas como eu e tantas que lá buscam  recuperar sua saúde.

domingo, 8 de julho de 2012

CHOCOLATE ESCURO ALGUÉM?
Este é um jeito barato e saboroso de abandonar este mundo. O chocolate escuro contém uma dose grande de teobromina, um derivado da cafeína que faz com que os donos de cães entrem em pânico quando seus bichinhos de estimação comem um pedacinho de uma barra de chocolate. Se você consumir 12% do peso do seu corpo em chocolate escuro com alto teor de cacau, você provavelmente vai ultrapassar a DL50 (dose letal que mata 50% das cobaias que recebem a mesma) da teobromina. Coma mais chocolate escuro, e você aumenta as chances de um encontro com a morte.
 Hugo, peguei carona com você e Badu.
Extrato de artigo postado pelo amigo Baldoíno no blog da ABP em 07/07/2012.
http://www.scielo.br/scielo.php?script

Link interessante sobre Parkinson.

sábado, 7 de julho de 2012

05/07/2012 13h35 - Atualizado em 05/07/2012 13h35

Pesquisadores israelenses identificaram uma proteína natural que protege as células cerebrais, do Mal de Parkinson. A proteína, chamada NID-13, se mostrou eficaz em camundongos de laboratórios. Essa descoberta aumenta as chances de desenvolver novas formas de prevenir ou tratar essa doença degenerativa, hoje incurável.
O Mal de Parkinson é causado pela morte de células cerebrais que produzem neurotransmissor do tipo dopamina. A maioria dos tratamentos atuais envolve a inserção de dopamina no cérebro. Mas a proteína NID-13, descoberta pelos pesquisadores do Bellinson Hospital e da Universidade Tel Aviv, previne a degeneração e a morte das células cerebrais.
A pesquisa identificou um gene chamado DJ-1, que reforça mecanismos de defesa e que, quando sofre mutações, aumenta o risco de Parkinson, esclerose múltipla e complicações neurológicas. Os investigadores concluíram que, para proteger as células nervosas, teriam que desenvolver uma droga que mimetizasse o gene DJ-1.

Mais informações através do link:

http://www.haaretz.com/news/national/israeli-researchers-identify-protein-that-protects-brain-cells-from-parkinson-s-disease.premium-1.448895

Fonte: Dourados Agora

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Una “acupuntura permanente” contra el Parkinson

Más de 4.000 pacientes con enfermedades neurológicas han sido tratados con la terapia
Centro de Medicina Neuro-regenerativa, pionero en el tratamiento de enfermedades neurológicas a través de la estimulación periférica “Werth” (bautizada así por el científico que la descubrió) ha dado un paso más en su terapia incorporando un nuevo modelo de aguja de menor tamaño y mayor precisión capaz de potenciar el estímulo obtenido. Las nuevas agujas reducen todavía más su tamaño, con apenas 0,6 mm de diámetro y 1,7 mm de longitud, y se usarán sólo en los Centros de Medicina Neuro-regenerativa de España, México y Canadá.
Se trata de una terapia basada en la acupuntura permanente que trabaja continuamente contra los síntomas de la enfermedad y el dolor. De este modo, frente a terapias que mitigan los síntomas de una enfermedad durante meses o años, con la “aguja permanente” se obtiene una estimulación continua y una eficacia de por vida.
Está indicada para varios tipos de dolencias comunes, aunque los estudios se han centrado mayoritariamente en el tratamiento del Parkinson, enfermedad en la que ha mostrado unos sorprendentes resultados. El equipo de Centro de Medicina Neuro-regenerativa recibe la visita de pacientes de todo el mundo que, en su mayoría, experimentan una notable mejoría inmediata y prolongada a lo largo del tiempo. Con una sola sesión se logra un aumento de la movilidad, mejora la concentración y se palian otros síntomas de la enfermedad y la medicación.
Una vez que la persona interesada acude a la clínica, se la examina para determinar el número de agujas necesarias y ese mismo día se le pueden colocar las agujas en la oreja. A los seis meses, se realiza una visita de seguimiento para observar la evolución del paciente. El seguimiento posterior pretende monitorizar una progresiva reducción de la medicación y se realiza a través de un cuestionario electrónico que el paciente puede rellenar desde su hogar sin coste alguno.
El tratamiento carece de efectos adversos. Se trata de una opción muy recomendable para el tratamiento de los síntomas de la enfermedad de Parkinson y de otras enfermedades neurológicas.
Fonte: Comunicación Empresarial.
Para más información: Tel. 96 351 66 80

domingo, 1 de julho de 2012

Exercício é mais eficaz que dieta no combate ao Alzheimer, diz estudo

Pesquisadores da Escola de Medicina Universidade de Kyoto, no Japão, afimam que atividades físicas são um método eficaz de combater os efeitos do mal de Alzheimer. A informação está em um estudo publicado no Journal of Biological Chemistry.


O estudo, liderado pelo doutor Ayae Kinoshita, comparou os efeitos de três rotinas de combate ao Alzheimer - dieta controlada, exercícios voluntários e os dois juntos - em ratos. A equipe verificou que os exercícios apresentaram maior benefício que a dieta no que diz respeito à redução de beta-amiloides, formações caracerísticas da doença no cérebro, e à restauração das memórias
.

Além disso, ospesquisadores descobriram que os efeitos da rotina de dieta e exercícios e conjunto não teve resultados significativamente superiores à de somente atividades físicas. Os efeitos positivos são atribuídos à degradação dos depósitos de beta-amiloide no cérebro

"Com base nas conclusões, os exercícios deveriam ser considerados algo prioritário nos tratamentos de prevenção de Alzheimer", recomenda Kinoshita.
Fonte: Estadão.com.br /saúde