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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

sábado, 29 de setembro de 2012

Recente estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Seoul, na Coréia do Sul, e publicado neste mês de setembro pelo jornal CNS Neuroscience & Therapeutics aponta que a acupuntura pode reduzir os sintomas causados pela doença de Parkinson. Segundo os autores do estudo, o método milenar da medicina tradicional chinesa reativa regiões do cérebro que foram desativadas pela doença.

Os cientistas explicaram que vários estudos anteriores tinham mostrado que o tratamento por acupuntura alivia os sintomas dos pacientes com mal de Parkinson – tanto seres humanos quanto animais.

A equipe responsável pelo estudo utilizou o método de imageamento por ressonância magnética funcional (fMRI) para medir os efeitos que a acupuntura causou no cérebro após a sua aplicação.

Dividido em dois grupos – grupo controle e o grupo de Parkinson, com 12 pacientes cada , o estudo detectou que, no grupo dos pacientes com mal de Parkinson, a acupuntura estimulou as seguintes áreas do cérebro: o gânglio basal, putâmen, tálamo e núcleo caudado – todos associados com a doença de Parkinson.

Segundo explica o presidente da Associação Brasileira de Acupuntura do Rio de Janeiro (ABA-RJ) e coordenador do Programa de pós-graduação do Instituto Brasileiro de Medicina Tradicional Chinesa, Dr. Márcio De Luna, acupunturista há 28 anos, a Acupuntura não só traz um efeito relaxante aos músculos do paciente como também induz o sistema nervoso a gerar a dopamina, neurotransmissor essencial para o funcionamento normal do corpo humano.

“Não só nessa doença, mas em qualquer outra doença, a acupuntura promove contínua e sutilmente o equilíbrio das funções orgânicas como um todo, aliviando os sintomas e diminuindo o sofrimento do doente ”, completa Dr. Luna.
  CEREBRAL
Na medicina atual, existe uma cirurgia que faz a implantação de um chip no cérebro, chamada Deep Brain Simulation (estimulação cerebral profunda), que atua simulando a ação dos neurônios dopaminérgicos nessa área do cérebro. Segundo Dr. Márcio De Luna, antes de se optar pela cirurgia, os pacientes deveriam observar os efeitos de um tratamento por acupuntura, uma vez que esse método tem a capacidade de “turbinar” os neurônios remanescentes e com isso controlar a doença postergando a necessidade de métodos mais radicais e invasivos 
ALTERNATIVA AO CHIP  Fonte; Paraná Shop.  continua  http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=8315913089530071525#editor/target=post;postID=3579306287343278300

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Desaclopamento de Neurônios pode ser estratégia de Neuroproteção.

Estratégia pode interromper processos de morte celular relacionados a doenças como Parkinson, Alzheimer e epilepsia
 
26 de setembro de 2012 .| Além das conhecidas sinapses químicas – que permitem a interação entre as células nervosas, envolvendo neurotransmissores e receptores –, os neurônios também se comunicam com sinapses elétricas. Nesse tipo de sinapse, correntes de íons passam diretamente de uma célula a outra por meio de canais conhecidos como “junções comunicantes”, produzindo um acoplamento entre os neurônios.

Uma pesquisa realizada por pesquisadores brasileiros mostrou que desacoplar os neurônios pode ser uma estratégia simples e eficaz para a neuroproteção – isto é, interromper processos de morte celular relacionados a doenças neurodegenerativas como Parkinson, Alzheimer e epilepsia.

O estudo, publicado na revista PLoS One, foi liderado pelo professor Alexandre Kihara, coordenador da pós-graduação em Neurociência e Cognição da Universidade Federal do ABC (UFABC). O trabalho foi realizado com apoio da FAPESP por meio do Programa Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes.

Além de Kihara, participaram da pesquisa seus orientandos de doutorado Vera Paschon e Guilherme Higa – ambos bolsistas da FAPESP –, além dos professores Luiz Roberto Britto, do Departamento de Fisiologia e Biofísica do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP), e Rodrigo Resende, do Departamento de Bioquímica e Imunologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Segundo Kihara, embora sejam historicamente menos estudadas que as sinapses químicas, sabe-se hoje que as sinapses elétricas são fundamentais em diversas funções fisiológicas e cognitivas, como desenvolvimento, aprendizado, memória e percepção. Estudos recentes têm mostrado, também, que a participação das junções comunicantes no acoplamento entre os neurônios está relacionada com o espalhamento da apoptose, ou morte celular.

“Na apoptose, que é um processo comum a todas as doenças neurodegenerativas, o neurônio altera sua programação interna para ‘se suicidar’. Ocorre que, se um neurônio em apoptose estiver acoplado com um neurônio sadio – como mostra nosso estudo –, esse acoplamento permite a passagem de determinadas moléculas que aumentam a probabilidade de o neurônio sadio entrar em apoptose também”, disse Kihara à Agência FAPESP.

Segundo Kihara, no entanto, os cientistas ainda estão investigando quais são as moléculas envolvidas no espalhamento da apoptose por meio do acoplamento entre os neurônios. Além de tradicionais segundos mensageiros – como IP3, um importante sinalizador de cálcio – , o grupo da UFABC levanta a hipótese de que os microRNAs (miRNAs) podem estar envolvidos no processo.

“Os miRNAs regulam negativamente a tradução e representam uma camada adicional de controle entre o RNAm e as proteínas. A proposta de que miRNAs possam trafegar por junções comunicantes é considerada muito ousada. No entanto, ninguém conseguiu levantar argumentos concretos contra a hipótese, enquanto nós já temos alguns indícios a favor”, disse Kihara.

Para que ocorra um trânsito de moléculas entre as células, não basta que elas estejam acopladas. É preciso também que existam gradientes – isto é, que um dos neurônios acoplados tenha uma concentração de moléculas maior que o outro. Sendo assim, os pesquisadores usaram a estratégia de gerar gradientes a partir de lesões feitas com agulhas finíssimas nas retinas de galos.

A lesão era focada o suficiente para produzir a morte celular em um ponto específico do tecido, sem afetar o entorno, gerando um gradiente. Esse acoplamento foi manipulado farmacologicamente com diversas drogas. Quando os fármacos desacoplavam os neurônios, os pesquisadores observaram uma redução do espalhamento da morte celular.

“A estratégia foi produzir uma lesão aguda e localizada, com o intuito de gerar gradientes de concentração no tecido, para em seguida desacoplar bioquimicamente os neurônios. Para isso, uma dupla abordagem foi realizada, combinando lesões de retina in vivo e explantes de retina, modelo in vitro, mais adequado que as tradicionais culturas de células”, explicou Kihara.

Aplicação potencial
A estratégia de neuroproteção utilizando diferentes moléculas que desacoplam neurônios foi também capaz de regular negativamente genes pró-apoptóticos como as caspases. “A estratégia se mostrou tão eficiente que foi reproduzida in vivo, resultando em diminuição da área afetada e da morte neuronal”, disse Kihara.

“Mostramos também que os neurônios que estão em apoptose mantêm a expressão de conexinas – que são proteínas responsáveis por formar os canais de junções comunicantes, permitindo a ocorrência do acoplamento. Isso é importante, porque assim pudemos eliminar a hipótese de que um neurônio em processo de apoptose pudesse deixar de expressar as proteínas que formam o canal de acoplamento”, disse.

Segundo Kihara, a partir de agora os estudos irão investigar a hipótese de que os miRNAs transitem pelos canais de junções comunicantes e participam do processo de espalhamento da apoptose entre células acopladas.

A equipe que trabalhará com essa hipótese terá a participação de Erica de Sousa, aluna de graduação da UFABC e autora de um capítulo sobre miRNAs no livro Sinalização de Cálcio: Bioquímica e Fisiologia Celulares, que será lançado no início de outubro, no 1º Simpósio Brasileiro de Sinalização de Cálcio: Bioquímica e Fisiologia Celulares, na UFMG.

De acordo com Kihara, os estudos continuarão também a explorar as possibilidades de utilizar o desacoplamento de neurônios como estratégia de neuroproteção, com potencial aplicação no tratamento de doenças neurodegenerativas.

“Continuaremos investigando como e quando fazer isso de forma mais eficiente dependendo da doença. Mas acreditamos que uma nova porta foi aberta para estudos em neurodegeneração”, disse.

O artigo Blocking of Connexin-Mediated Communication Promotes Neuroprotection during Acute Degeneration Induced by Mechanical Trauma, de Vera Paschon e outros, pode ser lido na PLoS One. Fonte: O Estado de S.Paulo.
OBS: Peguei carona na publicação do amigo Hugo Engel.

domingo, 23 de setembro de 2012

A experiência só serve para cada pessoa unicamente.



                 NÃO SOU A DONA DA RAZÃO E SIM COERENTE
     
                          
Não adianta a gente querer passar  nossa experiência para quem quer  que seja. Ela serve unicamente para você. Experimente com  filhos, irmãos, funcionários mais próximos etc. Cada pessoa terá suas vivências, isso faz parte da vida. A gente costuma ser  "Réu primário". Tentamos modificar pessoas próximas  e elas criticam a gente. Falam que estamos velhas etc como se a juventude  fosse privilégio eterno. Dou risadas. Bem, quero chegar próximo de um papo que tive com uma pessoa que tem Parkinson, Eu falo, afirmo que cada um terá os sintomas e eles  se manifestarão  diferentes em cada pessoa. De repente encontramos algo em comum mas, nunca tudo igual. Por isso, não devemos sofrer por antecipação. Vamos aguardar o momento dos sintomas que surgirão. Devemos sim questionarmos muitas coisas, bem como  há tantos anos só dispomos da Prolopa para nos ajudar e não pararmos definitivamente. Eu sem ela não sou ninguém. Embora tenhamos que ter cuidado com as doses pois esse  remedinho vai nos ajudar muito lá pra frente, quando tivermos mais idade. A prolopa demais prejudica. De menos, também. O correto é seu médico achar o equilíbrio fracionando as doses e cada organismo reage de uma maneira. Vamos pensar  juntos: Porque para tantas doenças bem mais complicadas acha-se a solução, a cura etc. Qual o interesse que alguns segmentos teriam se a cura de todas doenças fossem descobertas?
certas industrias iriam a falência. Então, só nos resta aguardarmos  sentados que algum cientista descubra logo o que tantas pessoas no mundo esperam. Ficar feio, deformado, travando, sem coordenar seus movimentos é deplorável, é desumano embora eu penso que toda doença é ruim. Bom mesmo é você ter autonomia, ter o seu corpo por inteiro e não pelas metades ou quase nada e o pior é que a gente dá um comando  ao cérebro e tem momentos que o corpo não corresponde ou finge não entender kkkk. Essa briga é grande e demanda tempo, dinheiro, disputa, Enquanto isso, nós e os macacos estaremos aguardando o desfecho final.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Estudo lista games usados com sucesso no tratamento de doenças

Jogos podem ser educativos ou incentivar a atividade física.
Aplicação vai desde a alimentação até a recuperação de Parkinson.

19/09/2012 - Nos últimos anos, o uso de videogames em tratamentos médicos ganhou destaque, principalmente por causa dos novos tipos de controle, que exigem movimentação do corpo inteiro e incentivam a atividade física. No entanto, o controle tradicional, o joystick movido apenas com as mãos, também é usado em jogos de grande utilidade para a medicina.

Um artigo publicado nesta quarta-feira (19) pela revista especializada “Science Translational Medicine” lista uma série de jogos que têm resultados comprovados em tratamentos. A relação inclui games que ajudam crianças com doenças específicas e melhoram a alimentação, além dos que são usados para promover a atividade física. (...)

Entre os jogos “de exercício”, o artigo destaca o console Wii, da Nintendo. Seus games auxiliaram na recuperação da função motora depois de acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e melhoraram também o equilíbrio de pacientes com Parkinson.

Os autores destacam que, além de fornecer informações e ajudar nos exercícios, os videogames reduzem o estresse de pacientes que convivem com o medo da morte, dores fortes e constantes visitas ao médico.
“Um aspecto importante das tecnologias interativas que favorece seu sucesso futuro no tratamento de saúde é o fator ‘diversão’, porque, ao contrário de tomar remédios, jogar videogames terapêuticos pode trazer sorrisos, possivelmente aumentando a interação com outros tratamentos necessários para acelerar a cura”, diz o texto. Fonte: Globo G1.

Farmacêuticas unem forças para acelerar novos medicamentos



19 de setembro de 2012 | Dez empresas biofarmacêuticas dos Estados Unidos e da Europa anunciaram nesta quarta-feira que formarão uma organização sem fins lucrativos para acelerar o desenvolvimento de novos medicamentos.

Abbot Laboratories, AstraZeneca, Boehringer Ingelheim, Bristol-Myers Squibb, Eli Lilly, GlaxoSmithKline, Johnson & Johnson, Pfizer, Roche, Genentech e Sanofi lançaram a TransCelerate BioPharma.

Essa é a maior iniciativa deste tipo, disse o grupo. A TransCelerate será sediada na cidade norte-americana da Filadélfia. Cada companhia vai combinar recursos financeiros e de outros tipos para cumprir objetivos específicos e estabelecer diretrizes sobre o compartilhamento de informações e conhecimento.

"Há um consenso entre os chefes de pesquisa e desenvolvimento das maiores companhias farmacêuticas de que há uma necessidade crítica de aumentar o número de novos medicamentos inovadores, eliminando ineficiências que aumentam os custos de pesquisa e desenvolvimento do setor", disse o presidente-executivo em exercício da TransCelerate, Garry Neil, em comunicado. Fonte: O Estado de S.Paulo.

domingo, 16 de setembro de 2012

O veneno está na mesa (e o antídoto também

Há 3 anos, o Brasil é campeão mundial no uso de agrotóxicos. São 850 milhões de litros por ano, ⅕ do do que todo o planeta consome. Na ponta do lápis, significa que cada pessoa ingere 5 litros de veneno por ano. Por aqui, se usa agrotóxicos banidos há tempos em outros países. Estudos toxicológicos confirmam que o coquetel de agrotóxicos ingerido no consumo de frutas e verduras pode causar Mal de Parkinson e Alzheimer e outras doenças degenerativas. Puros ou associados, aumentam casos de câncer, aborto, doenças neurológicas, má formação fetal e mal estar constante entre agricultores, moradores rurais e consumidores.

O uso dos venenos se alastra no campo e nas zonas periurbanas, por terra, ar e água e o efeito dessa carga pesada contamina rios e solos, diminui a biodiversidade e definitivamente não aumenta a produtividade tampouco resolve o gigante problema da fome e da insegurança alimentar e nutricional, como alegam os fabricantes de veneno, pesquisadores financiados por estas empresas e técnicos agrícolas ultrapassados.

O lodo sujo da indústria química agroalimentar vem à tona à medida que a sociedade sofre, se organiza e bota a boca no mundo. Numa condenação histórica, a justiça da cidade de Córdoba, na Argentina, declarou delito penal as pulverizações com agrotóxicos em campos de soja acerca dos bairros povoados. E condenou duas das três pessoas que foram levadas aos tribunais. Há 12 anos, as famílias denunciam mortes e lesões em consequencia do uso de agrotóxicos. A luta em Córdoba começou pela determinação de uma das mães do bairro, Sofía Gatica, que em 1997 perdeu um bebê que havia nascido sem os rins. Ela demorou a juntar uma coisa com a outra, até que percebeu um número pouco usual de mulheres com lenços na cabeça e crianças com máscaras a caminhar pela região. Leia a notícia na íntegra.



Banir o uso indiscriminado e criminoso de veneno está em nossas mãos. E inventar soluções a esse sistema agroalimentar falido também. A agroecologia está aí para provar seu potencial de alimentar as pessoas mais pobres e proteger os recursos naturais. Relatório da ONU apresenta iniciativas agroecológicas em várias partes do mundo e afirma que, se replicadas, podem dobrar a produção de alimentos. Veja no vídeo quais são os mitos que você sempre ouviu sobre agroecologia mas ninguém teve coragem de negar.

Preocupados e indignados com o fato de o Brasil ter se tornado o campeão mundial absoluto no uso de agrotóxicos, representantes de movimentos sociais e ambientais, estudantis e pesquisadores na área da nutrição e saúde criaram a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida com o objetivo de sensibilizar a população para os riscos que os agrotóxicos representam e tomar medidas para frear seu uso no Brasil.

Estruturada em comitês estaduais e municipais, a campanha promove debates, seminários e encaminha propostas de políticas pública para reduzir o uso dos venonos nos alimentos e abrir espaço para a produção agroecológica. Recentemente, lançou um projeto para ampliar suas ações com a criação de material de divulgação, formação de agentes multiplicadores, cessões de cinema e debates, criação de hortas comunitárias orgânicas, produção de vídeo. O financiamento da campanha é feito em modelo colaborativo, onde cada pessoa escolhe o valor da contriução. Além de apoiar a causa, recebe em troca uma prenda. As cotas vão de 15 a 1200 reais e as recompensas são um prato cheio: adesivo da campanha, DVD com documentário sobre o tema, cesta de alimentos orgânicos, visita a sítios com direito a colheita na horta, materiais educativos, aulas de ioga, etc.

"A escolha dos produtos oferecidos foi feita pensando em valorizar parceiros que produzem com qualidade e enfrentam dificuldades de acesso ao mercado", explica Susana Prizendt, coordenadora da Campanha em SP. Quase 260 pessoas já apoiaram espontaneamente o projeto, querem fazer parte de algo maior e querem fazer da maneira mais direta possível.
Fonte: Habitat-Yahoo Notícias
Acessem o site. É uma campanha séria e bonita.
 
Olá  amigos, corredores pela cura,
A nova campanha Run for Parkinson's Brasil 2013 se aproxima, e com ela a possibilidade do novo, do diferente.
Nesse vasto território brasileiro, há inúmeras pessoas sem diagnóstico, sem medicação adequada, sem seus direitos de cidadão garantidos, sem o apoio da família, sem o acolhimento respeitoso da sociedade. E todos nós estamos sem a cura.
Quase duzentos anos da descrição da doença por James Parkinson e continuamos a fazer o mesmo caminho, querendo resultados diferentes. O medo do novo ainda impera e com isso, permitimos que nossos sonhos de cura adormeçam e se diluam nessa sociedade capitalista. Correr pela cura, antes de mais nada, é dever de cada brasileiro, europeu, asiático, americano...enfim de cada ser vivente e consciente desse planeta. Nossa voz não pode se calar diante da dificuldade de nos manifestarmos, nossos corações não podem deixar de pulsar perante a vida e o sonho da cura.
Vamos movimentar esse Brasil do Oiapoque ao Chuí, vamos movimentar as energias do universo, clamando em voz uníssona que queremos cura da doença no mundo. Juntos nos movemos e moveremos juntos, o universo.
Run for Parkinson 2013. Informações:
 
 
Janete Melo Franco-Belo Horizonte-MG
 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Investigadores del CIB identifican parte del mapa proteómico del bulbo olfatorio humano

Los investigadores del Centro de Investigación Biomédica de Navarra Enrique Santamaría y Joaquín Fernández-Irigoyen han identificado una porción del atlas proteómico del bulbo olfatorio humano, estructura cerebral que procesa la información olfativa.

13.09.2012 - Los investigadores del Centro de Investigación Biomédica de Navarra Enrique Santamaría y Joaquín Fernández-Irigoyen han identificado una porción del atlas proteómico del bulbo olfatorio humano, estructura cerebral que procesa la información olfativa.

Se trata del primer abordaje molecular de esta región y sienta las bases para poder identificar las proteínas que se alteran en enfermedades neurodegenerativas como el Alzheimer o el Parkinson, proyecto ya en marcha en el CIB, dependiente del Gobierno de Navarra. La investigación ha sido publicada en la revista 'Journal of Proteomics', puntera en esta área y dependiente de la Asociación Europea de Proteómica.

Los doctores Santamaría y Fernández-Irigoyen, de la Unidad de Proteómica del CIB, han identificado más de 1.500 proteínas presentes en el bulbo olfatorio humano, el 40% de ellas no descritas hasta la fecha por el consorcio internacional destinado a caracterizar las proteínas presentes en el cerebro (Human Brain Proteome Project).

Disfunción olfatoria
El bulbo olfatorio es una compleja estructura cerebral en la que transcurre el procesamiento de la información olfativa. En los últimos años, se ha observado que pacientes con enfermedades neurodegenerativas como Alzheimer y Parkinson, entre otras, sufren una disfunción olfatoria como uno de los primeros síntomas de la enfermedad. (segue...) Fonte: 20 Minutos.es.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Como evitar o formol na progressiva.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/heloisanegrao/1148743-como-evitar-o-formol-na-progressiva.shtml


A Dureza da Dor. Seja ela qual for...

Dor que rasga, dilacera a nossa alma e que, em palavras, jamais vamos definir, dimensionar a intensidade de cada um que sente. Seja ela física ou da alma.

  Hoje choro ao lembrar-me da minha mãe que estaria completando 95 anos e que a quase quatro partiu. Choro também pelos momentos felizes que passamos e se foram e não voltarão jamais...  E a dor aumenta e na minha parca sabedoria tento driblar minha alma num misto de sofrimento e ressuscitando minha alegria lá no fundo da razão, penso alto e acordo, peço forças a Deus, pois sei que hoje Ela brilha no Céu como uma estrela, iluminando todos nós aqui nessas plagas que habitamos e tem o nome de Terra.

Nota:

Não sou escritora, mas costumo desabafar colocando no papel minhas impressões e sentimentos de momentos e vivências. Isso me faz bem. Hoje fujo do meu estilo brincalhão, meio palhaça, pois assim sou. A tristeza não faz parte da minha vida. Ela se apresenta como flashes, pois cultivo a sabedoria de uma palavra mágica que chama ALEGRIA.
Minha mãe Amélia aos 90 anos ,recitando. Muito lindinha.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Registro de escolha de tratamento cresce em São Paulo


Um número pequeno, mas crescente, de brasileiros vem registrando suas preferências de tratamentos para a eventualidade de sofrerem uma doença grave e terminal.
O número de documentos desse tipo lavrados no 26º Tabelião de Notas, em São Paulo, subiu de 22 em 2002 para 406 em 2011. Neste ano, até o último dia 30, foram 208, diz o tabelião substituto Felipe Leonardo Rodrigues.
Esse aumento da procura se antecipou à nova regra publicada pelo Conselho Federal de Medicina, que dá respaldo aos médicos para acatarem os desejos dos pacientes que não quiserem receber tratamentos, como manutenção artificial da respiração, para prolongar a vida no caso de doença terminal.
Eliette Tranjan, 36, registrou seu documento há quase um mês. A advogada, de São Paulo, quis deixar nomeada de antemão a pessoa que deve tomar as decisões por ela caso fique incapacitada para isso.
UNIÃO ESTÁVEL
"Vivo em união estável, mas não sou casada. Ninguém poderia saber melhor as minhas vontades do que meu companheiro."
Eliette também deixou orientações para não ser mantida viva por meios artificiais de alimentação por mais de seis meses e registrou a opção por não doar seus órgãos.
Ela também já preparou documentos parecidos para seus clientes, mas diz que não é fácil abordar o tema. "Nem todo mundo está aberto para falar da morte. Acham que é um mau presságio."
Alguns dos chamados testamentos vitais vão além do que prevê a resolução do conselho de medicina.
Editoria de arte/folhapress
Elisabete Navega, 46, pediu aos seus pais, de 75 e 79 anos, que registrassem suas preferências de tratamento para evitar a repetição de um problema vivido pela família há cerca de um ano.
Com problemas cardíacos, o pai de Elisabete estava havia um mês internado em um hospital.
Insatisfeita com o tratamento, ela quis mudá-lo de instituição e teve dificuldade pela falta de um documento que provasse ser ela a responsável por tomar as decisões por ele.
Os documentos dos pais da advogada, também de São Paulo, estão prontos há dois meses e incluem até um pedido de que sejam transferidos para outro país onde a eutanásia seja permitida caso estejam com alguma doença que cause dores extremas sem possibilidade de cura.
"Em caso de parada cardíaca, por exemplo, ele concorda em ser ressuscitado, mas não quer ficar ligado a aparelhos se não tiver função cerebral, por exemplo."
Elisabete planeja fazer um documento para si em breve. "Não tenho herdeiros e não quero que meus irmãos decidam sobre meus tratamentos. Vou designar uma pessoa que não é da minha família. Para mim, isso é indispensável."
Ela também quer deixar uma lista de hospitais onde não gostaria de ser internada caso tenha algum problema, além de ordens para ser cremada se morrer.
De acordo com o médico Desiré Callegari, do Conselho Federal de Medicina, a resolução publicada agora não contempla todos esses casos. Eutanásia, por exemplo, continua sendo crime.
"O médico pode aplicar um analgésico se a pessoa tiver muita dor, mas não em uma dose suficiente para causar morte."
Para Callegari, a regra só oficializa a conduta corrente. "Não fizemos nada novo.
Fonte: Folha de São Paulo.
Terça-feira, setembro 04, 2012

"Los progresos en diagnóstico de enfermedades deben ir de la mano de nuevos tratamientos"

Las patologías relacionadas con movimientos involuntarios, generalmente asociadas a algún trastorno neurológico, son muchas. Y su epidemiología -la cantidad de pacientes que las padecen- está en pleno aumento.

"Los trastornos del movimiento y los temblores incontrolados son manifestaciones de muchas enfermedades neurológicas diferentes. Y son patologías cada vez más comunes. Por ejemplo, una afección cada vez más usual es el Parkinson, y se estima que hay un caso de este mal cada 1000 personas", explica el neurólogo Anthony Lang, máxima autoridad de la International Movement Disorder Society.

Pero este experto agregó otro detalle: "a medida que sube la edad de las personas, los casos se incrementan".

Las cifras estimadas para Argentina indican que la prevalencia es del 1,4% en la población mayor de 55 años, que se eleva hasta el 4,5 % en la población mayor de 85 años. A modo de ejemplo, se calcula que en un país como Argentina, hay unas 70 mil personas que sufren Parkinson.

Lang -que actualmente es investigador en el Toronto Western Research Institute- también destaca que las cifras globales de estas afeccione se están elevando.

DIAGNOSTICO SI, TRATAMIENTO NO
El especialista le comentó a Neomundo.com.ar que "un tema complejo con el que deben lidiar médicos e investigadores, es tratar de que los progresos en materia de diagnóstico temprano de las enfermedades -y sus posibles tratamientos- vayan de la mano.

"Tenemos que tratar de encontrar opciones efectivas para tratar al paciente; porque si solo logramos avanzar con la detección temprana, pero no tenemos recursos terapéuticos apropiados para tratar el problema, no le estamos brindando una ventaja al paciente".

En este momento hay muchas investigaciones que buscan detectar síntomas que puedan indicar que -en años venideros- se desarrollará un problema neurológico; pero no hay, todavía, una herramienta diagnóstica confiable en manos de los neurólogos clínicos.

Lang comenta que esta situación es similar a lo que muchos expertos en bioética se plantean acerca de si es positivo, o negativo, para el bienestar del paciente el poder hacer estudios genéticos a una persona, cuyos resultados indiquen posibles predisposiciones a que padezca ciertas patologías, para las cuales -por ahora- no hay curas ni tratamientos.

Y su opinión, polémica, es que no deberían hacerse este tipo de test en forma rutinaria, pese a que reconoce que es un fenómeno que está creciendo. Y hasta en forma extremadamente simplificada: hoy una persona puede tomarse una muestra de saliva y enviarla a analizar a un laboratorio que en pocas semanas le devolverá un informe por correo.

Lang no tiene problemas en ser categórico sobre esta posibilidad: "yo creo que esto genera muchos problemas". Y aunque reivindica el derecho a saber y elegir, considera que esos resultados deberían ser interpretados por un especialista junto al paciente.

LO QUE VIENE
Para este experto, en los próximos tiempos la medicina dedicada a la temática de los movimientos anormales verá progresos importantes en un campo particular: "es difícil predecirlo con certeza, pero creo que las grandes mejoras vendrán en nuevas opciones terapéuticas que lograrán que los actuales tratamientos -de los que disponemos- mejoren su efectividad en los pacientes".

Al mismo tiempo también es escéptico frente a otras opciones que hoy son miradas con mucha consideración en muchas especialidades, como el uso de células madre para el tratamiento de temáticas específicas como el Mal de Parkinson. (segue...) Fonte: El Vocero Hispano.