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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Mudar a alimentação pode ser um caminho para regressão do Parkinson

Uma nova terapia desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), coordenados pelo professor Cícero Galli Coimbra, promete parar o avanço – e até regredir – a doença de Parkinson. A base do tratamento é a mudança na alimentação: retirar a carne vermelha (bovina e de porco) e repor a vitamina B2 (riboflavina). O mal de Parkinson afeta o sistema nervoso central e provoca, principalmente, tremores, rigidez nos músculos e dificuldades de movimentos. É possível, também, que a doença cause problemas na memória, depressão e alterações no sono.Os pesquisadores, estimulados pela busca de padrões de falta de vitaminas entre pacientes com Alzheimer e Parkinson, constataram que esses últimos possuíam baixas concentrações da vitamina B2. “Passamos a investigar a dieta para verificar se não havia ingestão deficiente de boas fontes de B2. As fontes alimentares de B2 encontradas eram boas, o que indica uma absorção deficiente”, diz Coimbra.

As respostas aos questionários sobre alimentação demonstraram, ainda, que os pacientes tinham uma predileção pela carne vermelha, ingerindo três vezes mais carne que o grupo utilizado como controle. “Revisando-se a literatura, verificamos que a carne vermelha libera, durante a digestão, a substância hemina, que possui propriedades tóxicas, porque penetra as membranas celulares carregando ferro para o interior das células, onde este eleva a produção de radicais livres. Para evitar tal efeito, a hemina é destruída, em sua maior parte, na própria célula intestinal (e o restante, no fígado), utilizando a vitamina B2. Tornou-se claro, então, que o indivíduo absorve a hemina, não tendo então a B2 para destruí-la. Assim, solicitamos a parada completa da ingestão de carne“. Coimbra acrescenta que o tratamento tradicional contra a doença, à base de medicamentos, deve ser concomitante à dieta proposta pelos pesquisadores.

Algumas correntes da medicina têm restrições sérias à ingestão de carne vermelha, mas Coimbra diz que a restrição do tratamento desenvolvido pela sua equipe “não é filosófica, apesar de que possa reforçar essas correntes, o que me parece adequado pelos benefícios à saúde”.

A cura para a doença vem sendo pesquisada em todo o mundo com as mais avançadas técnicas da medicina atual, como terapias genéticas e implantes cerebrais, mas o tratamento, segundo essa pesquisa, parece ser mais simples do que isso: é mais barato, não é invasivo e, principalmente, é eficaz e está ao alcance de todos. Para Coimbra, esse tratamento, pela primeira vez, está “combatendo a origem da doença, e não os seus efeitos”. Mas necessita de mudanças mais profundas no estilo de vida das pessoas, visto que a retirada de alguns alimentos do dia-a-dia é apenas um dos aspectos para uma vida mais saudável.

Para Luiz Meira, médico de família de Campinas, é preciso cuidar, também, da qualidade dos alimentos ingeridos e de procurar um equilíbrio na ingestão de proteínas, sais, gorduras e carboidratos. A diminuição da carne vermelha na dieta traz, para Meira, dois benefícios principais: diminuir o contato com a carne suína que, para ele, pode produzir a reações alérgicas profundas; e com substâncias presentes no manejo da carne bovina, como agrotóxicos das forragens, hormônios, antibióticos e quimioterápicos, que acabam passando ao alimento.

Privilegiar as sementes e frutos sem aditivos químicos ou modificações genéticas e diminuir as gorduras (animal e vegetal) são algumas das outras indicações de Meira. Além disso, precisamos de cuidados intensos para a não contaminação por metais pesados como, por exemplo, o alumínio liberado de panelas. Contra isso, Meira sugere a utilização de panelas de vidro no preparo dos alimentos. Mudanças que parecem simples e que tornam, rapidamente, a vida mais saudável.

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