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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

terça-feira, 8 de maio de 2012

Sinais de Alzheimer podem aparecer 10 anos antes da doença ser diagnosticada

 
Um estudo descobriu que os cérebros podem começar a mostrar sinais de mal de Alzheimer cerca de uma década antes da condição ser reconhecida pelos médicos.
Varreduras do cérebro mostram uma retração no córtex cerebral de idosos que posteriormente desenvolveram a demência. Isso sugere um “indicador” para o mal de Alzheimer. Dessa forma, os médicos podem identificar os pacientes em maior risco de desenvolver a doença.
65 idosos, com cerca de 70 anos quando o estudo começou, participaram da pesquisa. Seus cérebros foram escaneados por ressonância magnética. Os pesquisadores também mediram o tamanho das regiões do cérebro implicadas no mal de Alzheimer.
Os participantes com as menores medidas eram três vezes mais propensos a desenvolver Alzheimer em 10 anos. Porém, como o estudo foi pequeno, mais pesquisas são necessárias antes de aplicar tal indicador à população em geral.
No início do estudo, os participantes eram cognitivamente normais e não tinham sintomas da doença. Eles foram seguidos por uma média de nove anos, submetidos a testes para avaliar as mudanças em suas capacidades mentais.
Ao final do estudo, 15 participantes desenvolveram deficiência mental ou demência, característica do mal de Alzheimer, condição que só é oficialmente diagnosticada por autópsia.
Estes participantes tenderam a apresentar retração em algumas partes do córtex cerebral envolvidas na doença. O córtex cerebral é a camada mais externa do cérebro, envolvida em pensar, lembrar e planejar, funções que são afetadas pelo mal de Alzheimer. Nos participantes que desenvolveram a demência associada ao Alzheimer, esta camada era mais fina.
Os participantes foram divididos em três grupos com base em suas medições de córtex cerebral. Entre aqueles com as menores medidas, 55% desenvolveram a demência associada ao Alzheimer, em comparação com 20% no grupo com medidas médias, e nenhum no grupo com maiores medidas.
Segundo os pesquisadores, esta medida é potencialmente um marcador de alterações precoces no cérebro associadas ao mal de Alzheimer, e poderia ajudar a prever quem está em risco, e até mesmo quanto tempo a pessoa teria até que a demência se desenvolvesse.
Se alguma terapia, droga ou tratamento for desenvolvido no futuro, aqueles que ainda estão sem sintomas, mas com grande risco, seriam os mais beneficiados.
Os cientistas lembram que o estudo procurou um padrão de encolhimento do cérebro através de um número de áreas cerebrais. Incluir um grande número de áreas do cérebro na análise pode aumentar a exatidão de tais testes para identificar precocemente a doença.
Quanto mais alterações em uma rede de áreas associadas com o mal de Alzheimer, maior confiança o médico terá de que o paciente realmente está sofrendo mudanças associadas com a condição.[LiveScience]

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