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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Classe de antioxidantes bloqueia desenvolvimento de Parkinson em ratos

Classe de antioxidantes chamada triterpenóides sintéticos é capaz de bloquear o desenvolvimento do mal de Parkinson em ratos que desenvolveram a doença há poucos dias. É o que aponta estudo liderado pelo neurocientista Bobby Thomas, da Georgia Health Sciences University, nos Estados Unidos. A equipe do pesquisador foi capaz de bloquear a morte das células produtoras de dopamina no cérebro, processo que ocorre no Parkinson. Para isso, os cientistas utilizaram drogas para reforçar o Nrf2, um antioxidante natural que combate inflamação. Estressores como traumatismo craniano, exposição à inseticida e o simples envelhecimento aumentam o estresse oxidativo e o corpo responde com inflamação. "Isso cria um ambiente no cérebro que não é propício para a função normal", explica Thomas. "Você pode ver os sinais de danos oxidativos no cérebro muito antes de os neurônios realmente se degenerarem no mal de Parkinson." O Nrf2, o principal regulador do estresse oxidativo e da inflamação é - inexplicavelmente - significativamente reduzido no início do Parkinson. Na verdade, a atividade do Nrf2 diminui normalmente com a idade. "Em pacientes com Parkinson você pode ver claramente uma sobrecarga significativa do estresse oxidativo, e é por isso que escolhemos este alvo terapêutico", diz Thomas. "Nós usamos drogas para ativar seletivamente o Nrf2." Os pesquisadores analisaram uma série de antioxidantes já em estudo para uma ampla gama de doenças como insuficiência renal, doenças cardíacas e diabetes, e identificaram o triterpenóides como o mais eficaz sobre o Nrf2. O co-autor do estudo Michael Sporn, da Dartmouth Medical School, modificou quimicamente os agentes para que eles pudessem permear a barreira de proteção sangue-cérebro. Tanto em neuroblastomas humanos quanto em células do cérebro de ratos os cientistas foram capazes de documentar um aumento do Nrf2 em resposta aos triterpenóides sintéticos. As células dopaminérgicas humanas não estão disponíveis para pesquisa, então os cientistas usaram células de neuroblastoma humano, que são células cancerígenas que têm algumas propriedades semelhantes aos neurônios. Resultados preliminares indicam que os triterpenóides sintéticos também aumentam a atividade do Nrf2 nos astrócitos, tipo de célula cerebral que nutre os neurônios e descarta parte do "seu lixo". As drogas não protegem as células cerebrais em animais, onde o gene Nrf2 foi eliminado, mais prova de que o Nrf2 é alvo das drogas. Os pesquisadores usaram a potente neurotoxina MPTP para imitar os danos causados pelo Parkinson às células do cérebro em questão de dias. Eles estão agora observando o impacto de triterpenóides sintéticos em um animal geneticamente programado para adquirir a doença de forma mais lenta, como os humanos. Colaboradores da Johns Hopkins School of Medicine também fornecerão células tronco pluripotentes induzidas, células-tronco adultas que podem ser estimuladas a formar neurônios dopaminérgicos, para testes adicionais da droga. Antioxidante bloqueia desenvolvimento de Parkinson A+ Foto: Phill Jones/Georgia Health Sciences University Dr. Bobby Thomas, autor do estudo Classe de antioxidantes chamada triterpenóides sintéticos é capaz de bloquear o desenvolvimento do mal de Parkinson em ratos que desenvolveram a doença há poucos dias. É o que aponta estudo liderado pelo neurocientista Bobby Thomas, da Georgia Health Sciences University, nos Estados Unidos. A equipe do pesquisador foi capaz de bloquear a morte das células produtoras de dopamina no cérebro, processo que ocorre no Parkinson. Para isso, os cientistas utilizaram drogas para reforçar o Nrf2, um antioxidante natural que combate inflamação. Estressores como traumatismo craniano, exposição à inseticida e o simples envelhecimento aumentam o estresse oxidativo e o corpo responde com inflamação. "Isso cria um ambiente no cérebro que não é propício para a função normal", explica Thomas. "Você pode ver os sinais de danos oxidativos no cérebro muito antes de os neurônios realmente se degenerarem no mal de Parkinson." O Nrf2, o principal regulador do estresse oxidativo e da inflamação é - inexplicavelmente - significativamente reduzido no início do Parkinson. Na verdade, a atividade do Nrf2 diminui normalmente com a idade. "Em pacientes com Parkinson você pode ver claramente uma sobrecarga significativa do estresse oxidativo, e é por isso que escolhemos este alvo terapêutico", diz Thomas. "Nós usamos drogas para ativar seletivamente o Nrf2." Os pesquisadores analisaram uma série de antioxidantes já em estudo para uma ampla gama de doenças como insuficiência renal, doenças cardíacas e diabetes, e identificaram o triterpenóides como o mais eficaz sobre o Nrf2. O co-autor do estudo Michael Sporn, da Dartmouth Medical School, modificou quimicamente os agentes para que eles pudessem permear a barreira de proteção sangue-cérebro. Tanto em neuroblastomas humanos quanto em células do cérebro de ratos os cientistas foram capazes de documentar um aumento do Nrf2 em resposta aos triterpenóides sintéticos. As células dopaminérgicas humanas não estão disponíveis para pesquisa, então os cientistas usaram células de neuroblastoma humano, que são células cancerígenas que têm algumas propriedades semelhantes aos neurônios. Resultados preliminares indicam que os triterpenóides sintéticos também aumentam a atividade do Nrf2 nos astrócitos, tipo de célula cerebral que nutre os neurônios e descarta parte do "seu lixo". As drogas não protegem as células cerebrais em animais, onde o gene Nrf2 foi eliminado, mais prova de que o Nrf2 é alvo das drogas. Os pesquisadores usaram a potente neurotoxina MPTP para imitar os danos causados pelo Parkinson às células do cérebro em questão de dias. Eles estão agora observando o impacto de triterpenóides sintéticos em um animal geneticamente programado para adquirir a doença de forma mais lenta, como os humanos. Colaboradores da Johns Hopkins School of Medicine também fornecerão células tronco pluripotentes induzidas, células-tronco adultas que podem ser estimuladas a formar neurônios dopaminérgicos, para testes adicionais da droga. Antioxidante bloqueia desenvolvimento de Parkinson Fonte: Isaude.net Veja agora em nossa home Fonte: Isaude.net Veja agora em nossa home Dr. Bobby Thomas, autor do estudo Classe de antioxidantes chamada triterpenóides sintéticos é capaz de bloquear o desenvolvimento do mal de Parkinson em ratos que desenvolveram a doença há poucos dias. É o que aponta estudo liderado pelo neurocientista Bobby Thomas, da Georgia Health Sciences University, nos Estados Unidos. A equipe do pesquisador foi capaz de bloquear a morte das células produtoras de dopamina no cérebro, processo que ocorre no Parkinson. Para isso, os cientistas utilizaram drogas para reforçar o Nrf2, um antioxidante natural que combate inflamação. Estressores como traumatismo craniano, exposição à inseticida e o simples envelhecimento aumentam o estresse oxidativo e o corpo responde com inflamação. "Isso cria um ambiente no cérebro que não é propício para a função normal", explica Thomas. "Você pode ver os sinais de danos oxidativos no cérebro muito antes de os neurônios realmente se degenerarem no mal de Parkinson." O Nrf2, o principal regulador do estresse oxidativo e da inflamação é - inexplicavelmente - significativamente reduzido no início do Parkinson. Na verdade, a atividade do Nrf2 diminui normalmente com a idade. "Em pacientes com Parkinson você pode ver claramente uma sobrecarga significativa do estresse oxidativo, e é por isso que escolhemos este alvo terapêutico", diz Thomas. "Nós usamos drogas para ativar seletivamente o Nrf2." Os pesquisadores analisaram uma série de antioxidantes já em estudo para uma ampla gama de doenças como insuficiência renal, doenças cardíacas e diabetes, e identificaram o triterpenóides como o mais eficaz sobre o Nrf2. O co-autor do estudo Michael Sporn, da Dartmouth Medical School, modificou quimicamente os agentes para que eles pudessem permear a barreira de proteção sangue-cérebro. Tanto em neuroblastomas humanos quanto em células do cérebro de ratos os cientistas foram capazes de documentar um aumento do Nrf2 em resposta aos triterpenóides sintéticos. As células dopaminérgicas humanas não estão disponíveis para pesquisa, então os cientistas usaram células de neuroblastoma humano, que são células cancerígenas que têm algumas propriedades semelhantes aos neurônios. Resultados preliminares indicam que os triterpenóides sintéticos também aumentam a atividade do Nrf2 nos astrócitos, tipo de célula cerebral que nutre os neurônios e descarta parte do "seu lixo". As drogas não protegem as células cerebrais em animais, onde o gene Nrf2 foi eliminado, mais prova de que o Nrf2 é alvo das drogas. Os pesquisadores usaram a potente neurotoxina MPTP para imitar os danos causados pelo Parkinson às células do cérebro em questão de dias. Eles estão agora observando o impacto de triterpenóides sintéticos em um animal geneticamente programado para adquirir a doença de forma mais lenta, como os humanos. Colaboradores da Johns Hopkins School of Medicine também fornecerão células tronco pluripotentes induzidas, células-tronco adultas que podem ser estimuladas a formar neurônios dopaminérgicos, para testes adicionais da droga.
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