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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

sábado, 15 de dezembro de 2012

Pesquisa que transforma células do cérebro

Nova pesquisa, divulgada no mês passado, na revista Cell Stem Cell, pode ajudar a tratar danos neurológicos e doenças neurodegenerativas como a de Parkinson e o Alzheimer. Desenvolvido por pesquisadores alemães, o estudo aponta um método de gerar novos neurônios humanos por meio de outros tipos de células.
O objetivo foi converter células presentes no cérebro, mas que não são nervosas, em neurônios, para reparar os danos do cérebro doente. O grande desafio dos cientistas foi encontrar células que pudessem ser convertidas em neurônios. Os pesquisadores analisaram amostras de células retiradas de 30 voluntários e puderam comprovar que é possível reprogramar células que têm, entre outras funções, a de manter a estrutura que protege o cérebro contra substâncias químicas presentes no sangue.
Essa estrutura, apesar de proteger, atrapalha a ação de medicamentos porque impede a sua passagem, criando uma barreira. Como, por exemplo, é o caso de medicamentos destinados a amenizar a depressão. Essas células são chamadas de pericitos e, quando transformadas em neurônios, têm a capacidade de produzir sinais elétricos e de se comunicar com outros neurônios, integrando-se ao sistema nervoso do corpo.
A conversão só foi possível acontecer devido a outras pesquisas já desenvolvidas, que identificaram a reprogramação de diferentes células a partir da ação de proteínas conhecidas como fatores de transcrição.
Apesar do avanço, os pesquisadores disseram que serão necessários outros testes, entretanto, o estudo já comprovou que é possível adotar a estratégia de reprogramação neuronal para a reparação de tecidos vivos. Para a doença de Parkinson essa pode ser uma alternativa viável no futuro, já que esses neurônios convertidos podem substituir os neurônios degenerados.
A doença de Parkinson é degenerativa e progressiva do sistema nervoso, com evolução lenta, costuma atingir pessoas entre os 50 e 79 anos. Entre os seus sintomas, os mais comuns são tremores, lentidão dos movimentos e rigidez. O tratamento é realizado com medicação e terapias alternativas, entretanto, a progressão da doença é inevitável.
Fonte; Internet

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