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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Maconha embala aula

Maconha embala aula de ioga na Califórnia

Este é o terceiro ano em que Liz McDonald dá um curso aos sábados intitulado "420 Remedy Yoga". O estúdio dela, "Brazilian Yoga", fica em Atwater Crossing, um centro boêmio próximo de Glendale, Califórnia. Como cortesia para seus alunos de Glendale, alguns dos quais podem estar perambulando em estado de graça, McDonald começa sua aula às 16h25.

O número 420 é código para "fumar maconha". O termo se originou em Marin County, no início dos anos 1970, quando um grupo de estudantes de ginásio se reunia às 16h20 para começar a fumar seus baseados.

Naquela época, anos depois de Richard Alpert ter mudado seu nome para Ram Dass, os experimentos com drogas andavam de mãos dadas com a busca pelo ser/consciência/alegria, busca essa que é também um dos fundamentos da ioga e da meditação.

Num sábado recente, McDonald iniciou sua aula devagar. Os alunos se deitaram no chão, ao som de jazz relaxante com toques indianos, enquanto ela os incentivava a imaginar que suas esteiras eram tapetes mágicos particulares.

Eles passaram algum tempo se alongando preguiçosamente, alguns deles olhando para as lanternas brancas penduradas das vigas, como se estivessem apreciando pela primeira vez as qualidades etéreas do papel de arroz.

McDonald foi andando entre os alunos, ajustando as posturas deles com pressões suaves. Seu cachorrinho Prince a acompanhava; de vez em quando ele imitava a dona, encostando seu focinho nos alunos.

Uma hora e meia mais tarde a aula terminou com a tradicional "postura do cadáver", em que os alunos ficam deitados de bruços, com as palmas para cima, e parecem unir-se ao chão debaixo deles.

Os praticantes de ioga que curtem deixar seus pensamentos voar longe e que vivem no Colorado e no Estado de Washington, cujos eleitores recentemente aprovaram a legalidade da maconha em doses pequenas para uso recreativo, podem começar a ver outras aulas como a de Liz McDonald. (A posse de maconha ainda é um delito federal, de modo que o período atual é de transição complexa.) (…)

A ioga e o consumo de ervas estão vinculados desde a antiguidade. Os sutras da ioga, escritos em sânscrito antes da era de Cristo, são vistos como o texto fundador da prática.

Os sutras citam as ervas como um dos cinco métodos que podem ser usados para erguer o véu da ignorância, ou seja, a barreira entre o consciente e o inconsciente. Mas William Sands expressou ceticismo, dizendo que as "ervas" em questão poderiam ser algo tão pouco polêmico quanto o cardamomo. "As pessoas que interpretam as 'ervas' dos sutras como sendo maconha estão buscando um argumento para justificar o que querem", disse ele.

Contudo, Mark Haskell Smith, romancista e autor do livro de não ficção "Heart of Dankness: Underground Botanists, Outlaw Farmers, and the Race for the Cannabis Cup", tem certeza que os sutras não fazem alusão ao cardamomo. Praticante de ioga há 20 anos, Smith disse que ocasionalmente fuma maconha quando faz ioga. Quando o faz, contou, "consigo mergulhar mais fundo nos ássanas", ou posturas.

"Parte do objetivo da ioga é relaxar o corpo", ele comentou. "E a maconha ajuda muitas pessoas a relaxar." Íntegra na fonte: Folha de S.Paulo.

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