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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Discinesias induzidas por levodopa em 176 pacientes com doença de Parkinson

Maria Sheila G. RochaI; Luiz Augusto F. AndradeII; Henrique B. FerrazIII; Vanderci BorgesI
IPós-graduanda em Neurologia. Setor de Investigação em Moléstias Extrapiramidais da Disciplina de Neurologia Clínica Escola Paulista de Medicina (EPM), Universidade Federal de São Paulo, São Paulo IIProfessor Livre Docente, Chefe do Setor. Setor de Investigação em Moléstias Extrapiramidais da Disciplina de Neurologia Clínica Escola Paulista de Medicina (EPM), Universidade Federal de São Paulo, São Paulo IIIDoutor em Neurologia, Médico do Setor de Investigação em Moléstias Extrapiramidais da Disciplina de Neurologia Clínica Escola Paulista de Medicina (EPM), Universidade Federal de São Paulo, São Paulo
RESUMO
A ocorrência de discinesias dificulta consideravelmente o manuseio terapêutico dos pacientes parkinsonianos tratados com levodopa. Estudamos as características clínicas das discinesias em 176 pacientes com diagnóstico de doença de Parkinson e tratados com levodopa. As discinesias ocorreram, em média, após 6,2 anos de duração da doença e após 4,2 anos de tratamento com levodopa. A maioria dos pacientes (90%) achava-se nos estágios II e III de Hoehn & Yahr por ocasião do início das discinesias. As discinesias mais frequentes foram as de "pico de dose" e "contínua". Movimento do tipo distônico ocorreu em 40% dos casos e predominou nas discinesias de "fim de dose" e "bifásica". Distonia matinal correspondeu a 35% dos casos de distonia. Movimentos coreiformes se manifestaram de forma generalizada em 43,2% dos casos. Movimentos distônicos predominaram nos membros inferiores. A discinesia, quando unilateral, ocorreu mais frequüentemente no hemicorpo mais comprometido pela doença de Parkinson. A discinesia orofacial, quando isolada, foi mais frequente nos pacientes mais idosos.

Palavras-chave: doença de Parkinson, discinesias, levodopa
SUMMARY
Dyskinesias are frequently observed in parkinsonian patients during levodopa treatment. The occurrence of these movement disorders usually makes the therapeutic management of the patients very difficult. The clinical characteristics of 176 patients with dyskinesias were retrospectively studied. Dyskinesias occurred, on average, after 6,2 years of duration of Parkinson's disease and after 4.2 years on treatment with levodopa. Patients were more likely to have dyskinesias during more advanced stages (measured by Hoehn and Yahr scale). Peak of dose and square wave were the types of dyskinesia more frequently described and were associated with choreic movements in most cases. Dystonia occurred in 40% of the cases and was predominant in end of dose and diphasic dyskinesias. Thirty-five percent of dystonia cases presented as "early morning dystonia". Chorea was the most frequent involuntary movement and mostly generalized. Dystonia was most commonly described in lower limbs. Orofacial dyskinesia, when occurred alone, was more frequently seen in old rather than young patients. When dyskinesia was unilateral it was more likely to occur in the side where Parkinson's disease was more severe.
Key words: Parkinson's disease, dyskinesias, levodopa

Scielo-brasil

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