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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Imagens mostram danos progressivos causados pelo mal de Parkinson

or James Gorman- The New York Times News Service/Syndicate

Imagens mostram danos progressivos causados pelo mal de Parkinson

Pela primeira vez, anunciaram pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), imagens do cérebro de pacientes revelaram os danos progressivos que o mal de Parkinson provoca em duas pequenas estruturas profundas do cérebro.

 

 


MSN
Pela primeira vez, anunciaram pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), imagens do cérebro de pacientes revelaram os danos progressivos que o mal de Parkinson provoca em duas pequenas estruturas profundas do cérebro.
A nova técnica confirma algumas ideias ligadas ao progresso global da doença no cérebro. Mas os efeitos do Parkinson variam entre os pacientes, segundo os pesquisadores, e no futuro, o refinamento das imagens pode ajudar os médicos a monitorarem como a doença está afetando pessoas diferentes, ajustando o tratamento de acordo com as especificidades de cada uma.
Os sintomas externos e o progresso do mal de Parkinson – tremores, rigidez, fraqueza – são bem conhecidos desde que James Parkinson os descreveu pela primeira vez em 1817. Mas de documentar o progresso da doença no cérebro tem sido mais difícil.
Algumas das estruturas afetadas pela doença são posicionadas em um local tão profundo no cérebro que, mesmo com os avanços da imagiologia cerebral, vê-las claramente era extremamente difícil. Uma importante hipótese recente sobre como a doença progride foi baseada nos exames do cérebro de pacientes que morreram.
Um grupo de cientistas do MIT e do Hospital Geral de Massachusetts, porém, acaba de anunciar que elaborou uma maneira de combinar quatro tipos diferentes de ressonância magnética para obter imagens nítidas dos danos causados a duas estruturas cerebrais de pessoas que vivem com Parkinson. Ao fazer isso, eles confirmaram parte da hipótese levantada recentemente, que diz que a doença atinge, em primeiro lugar, uma área envolvida no movimento, progredindo depois para uma parte superior do cérebro, mais relacionada à memória e à atenção.
Suzanne Corkin, professora emérita de neurociência comportamental do MIT e autora sênior do estudo publicado na Internet na segunda-feira pelo periódico Archives of Neurology, disse que esse desenvolvimento decorre da hipótese apresentada em 2003 por Heiko Braak, neurocientista alemão, com base em autópsias.
Contudo, segundo ela, por causa das limitações das imagens do cérebro, 'não havia como testar isso em pacientes vivos'.
Segundo David A. Ziegler, que era pesquisador do MIT quando a pesquisa foi feita e agora é pesquisador de pós-doutorado na Universidade da Califórnia, em São Francisco, o estudo, realizado com 29 pacientes que sofriam do mal de Parkinson e 27 pacientes saudáveis com aproximadamente a mesma idade, mostrou que a 'substantia nigra', do tamanho de um amendoim, perdia volume primeiro, e outra estrutura, chamada de prosencéfalo basal, envolvida na memória e atenção, era atingida mais tarde.
Glenda Halliday, neurocientista da Pesquisa em Neurociência da Austrália e da Universidade de Nova Gales do Sul, que não esteve envolvida no estudo, disse que o artigo confirma 'a progressão da degeneração em duas importantes regiões do cérebro afetadas em pessoas com Parkinson'.
Corkin, Ziegler e seus colegas desenvolveram uma maneira de usar quatro variedades diferentes de ressonância magnética – cada uma com configurações diferentes na mesma máquina – para chegar a quatro imagens diferentes, que poderiam ser usadas para formar uma imagem que mostrava estruturas profundas do cérebro, como a 'substantia nigra', muito conhecida por ser importante no desenvolvimento do mal de Parkinson.
A doença mata as células do cérebro, encolhendo as partes do cérebro que afeta, e o estudo comparativo mostrou que a redução no tamanho da 'substantia nigra' ocorre em pessoas que estão na fase inicial do mal de Parkinson, em comparação com o grupo de indivíduos saudáveis.
Não se verificou redução no tamanho do prosencéfalo basal em tais pacientes na fase inicial, em comparação com o grupo de indivíduos saudáveis, mas ela se mostrou evidente na fase posterior.
'Estamos trabalhando nesse projeto em nosso laboratório há anos', disse Corkin.
A etapa seguinte, já em curso, deve correlacionar danos causados a estruturas específicas do cérebro e a manifestação de sintomas.
O mal de Parkinson, segundo ela, é uma doença que apresenta os mesmos contornos gerais de desenvolvimento na maioria dos pacientes, mas com variações consideráveis. A demência pode se manifestar cedo ou mesmo não se manifestar. A técnica de ressonância magnética descrita no documento, segundo ela, deve ajudar a desvendar o que está acontecendo no cérebro em subgrupos de pacientes de Parkinson que apresentam sintomas diferentes, o que pode influenciar o tratamento.
Uma diferença importante entre as duas estruturas cerebrais é que os danos causados à 'substantia nigra' diminuem a produção do neurotransmissor dopamina, enquanto que a diminuição do prosencéfalo basal reduz a produção de uma substância diferente, a acetilcolina.
A pesquisa é apenas um passo, disse Ziegler.
Uma das 'grandes questões pendentes', disse ele, é se todos os pacientes, acabarão desenvolvendo demência.
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