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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

sábado, 4 de junho de 2011

06/2011 - 20h01
Cientistas preveem tratamento eficaz para Alzheimer em 5 anos
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DA FRANCE PRESSE

Dentro de uns cinco anos haverá um tratamento eficaz para o Alzheimer, que devolveria as faculdades mentais às pessoas acometidas pela doença, afirmaram cientistas. O problema atinge um terço dos maiores de 85 anos no mundo.

"Penso que estamos quase prontos para fazê-lo [ter um tratamento eficaz], acho que em cinco ou seis anos existirá", disse o cientista japonês Kiminobu Sugaya, que participou no Panamá da "Conferência Internacional sobre Novas Descobertas do Cérebro".

Os cientistas correm contra o tempo para encontrar um tratamento para esta doença neurológica que leva à perda progressiva da memória e da linguagem, e para a qual não há cura por enquanto.

Há estudos muito avançados que demonstram que aumentando o número de células no cérebro de um paciente é possível deter o Alzheimer, explicou Sugaya, professor de neurociência da Universidade Central da Flórida, nos Estados Unidos.

Para isto, seriam necessárias células-tronco, tiradas da etapa pré-natal de uma pessoa, que teriam que ser transplantadas ao paciente caso ele tenha Alzheimer.

"Se você aumenta o número de células [no cérebro do paciente] é possível deter a doença", explicou Sugaya, que estuda o problema há quatro décadas.

O objetivo é que as células-tronco se transformem em neurônios saudáveis e substituam os doentes, algo que Sugaya disse ter testado com sucesso em ratos.

"O grande desafio na próxima etapa é ter remédios que detenham a doença e impeçam o acúmulo da toxina beta-amiloide no cérebro", disse Daniel Chain, presidente da empresa americana Intellect Neurosciences Inc., dedicada ao estudo do Alzheimer.

A beta-amiloide é uma proteína que se acumula no cérebro dos doentes de Alzheimer, criando uma espécie de emaranhado que dificulta a comunicação entre as células, explicou.

"Penso que dentro de cinco anos haverá remédios no mercado para reverter o Alzheimer", disse Chain, explicando que eles não só deteriam o avanço da doença, como também poderiam restaurar os danos no cérebro do paciente.

"Nenhum dos fármacos que estão disponíveis hoje no mercado são eficazes contra a doença", acrescentou o especialista americano.

Os medicamentos "são administrados [ao paciente] para melhorar sua vida diária, mas não estão fazendo nada no cérebro para retardar o avanço da doença", reforçou a cientista panamenha Gabrielle Britton.

"O maior desafio agora é poder identificar um biomarcador [uma proteína ou um gene] que nos permita dizer, 'esta pessoa vai ter Alzheimer', para lidar com a doença desde cedo", acrescentou Britton, pesquisadora do Centro de Neurociências do Panamá.

Os especialistas asseguram que o Alzheimer têm um componente genético em 10% dos casos.

Segundo afirmou Britton, metade dos maiores de 85 anos no mundo sofrem de algum tipo de demência, e a mais comum entre elas é o Alzheimer.

A doença deve seu nome ao psiquiatra e neurologista alemão Alois Alzheimer (1864-1915), que no começo do século 20 identificou seus sintomas e a degeneração que causa no cérebro.

Fonte:FOLHA.COM

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