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EU VOCÊ E JAMES, JUNTOS NO YOU TUB


Há um ano comecei a formatar um blog que, na verdade, nem eu sabia ao certo o que pretendia e nem como seria esse “filho”, já que existiam muitos blogs falando com propriedade sobre Parkinson. Resultado: coloquei em "stand by". Queria colocar as idéias no lugar e aguardar uma inspiração.

Por que o nome EU, VOCÊ E JAMES?

EU: podemos falar dos nossos sonhos, aspirações, de receitas, atualidades, alegrias e tristezas, e variedades diversas.
VOCÊ: é a principal razão da existência do blog. É quem vai ajudar na construção e divulgação do espaço que vai ser seu. O espaço é livre.
JAMES: Vixe... Esse aí não é fácil. Como já disse acima, existem muitos blogs que tratam do assunto com competência científica e isso é muito bom. A proposta é que seja uma abordagem bem suave, com humor, pois necessitamos muito de diversão e alegria. Não podemos nos envolver apenas com os aspectos fisiológicos do Parkinson. Vamos tratar do tema com leveza.

Com o Sr. James aprendi, além de outras coisas:
- Ter calma, já que os nervos são o principal fator de problemas para nós;
- Ter sempre um projeto de vida para se apaixonar: como dizia Chico Xavier, estar apaixonado por um projeto faz com que Deus nos dê mais tempo de vida;
- Me movimentar mais, lembrando do sábio Almir Sater na música Tocando em Frente: “Ando devagar porque já tive pressa...”.

E com minha amiga Dalva Molnar aprendi muitas coisas, inclusive que temos muito TA...LEN...TO.

Este blog está trocando de roupa- AGUARDE: EM BREVE NOSSO CLOSET ESTARÁ COMPLETO

segunda-feira, 13 de junho de 2011

SOBRINHO DE kENNEDY FALA SOBRE DESAFIO DO ACESSO À SAÚDE

Com um discurso que pregou - "tratar os outros como gostaríamos de ser tratados" - e "sempre cuidar daqueles que amamos" -, o ex-deputado do Congresso norte-americano, Patrick J. Kennedy, sobrinho do ex-presidente John F. Kennedy, falou sobre a importância da cobertura dos planos de saúde em doenças graves e crônicas, como a depressão e o mal de Parkinson, na 5ª edição da Conseguro. "O mundo está ficando cada vez menor, e as doenças não conhecem fronteiras", observou.
Patrick idealiza uma espécie de "nova aliança de progresso" para combater esses males que poderão afetar drasticamente a indústria de seguros no futuro: "Os custos necessários para cuidar destas doenças no âmbito dos planos de saúde nos levará a falência: pessoalmente, como família e financeiramente, como países", disse, lembrando do aumento da idade média da população. "O Brasil ainda é um país jovem, mas toda a população está vivendo mais; no entanto, os cérebros não estão envelhecendo tão bem quanto os corpos".

Também questionou o que fica mais caro: deixar um doente internado em uma instituição ou cuidar dele em casa, ao lado de sua família. Em sua opinião, há medidas de menor custo que podem ser adotadas com sucesso, como o uso de motorista particular para quem sofre do mal de Parkinson, por exemplo.[2]

O foco de sua idéia é "conscientizar o consumidor sobre o que ele realmente tem", evitando assim gastos desnecessários. "Há o custo e o valor. Atualmente, gastamos muito, mas não conseguimos nosso objetivo. Precisamos analisar o que estamos pagando para determinar o que queremos", completou.
MARCADORES: PLANOS DE SAÚDE

OBSERVAÇÃO:
SERIA INTERESSANTE SEGUIRMOS O EXEMPLO SUGERIDO PELO EX-DEPUTADO DO CONGRESSO NORTE-AMERICANO, PATRICK J. KENNEDY. SÓ QUE A REALIDADE DO NOSSO PAÍS É BEM DIFERENTE.
SE OS PAISES DESENVOLVIDOS AJUDASSEM OS PAISES MAIS POBRES, PODERIAMOS COPIAR O MODELO. COMO ISSO NÃO ACONTECE, FICAMOS AO DEUS DARÁ. MUITOS DOENTES AQUI NO BRASIL MAL TEM DINHEIRO PARA SE ALIMENTAR. COMPRAR REMÉDIOS? É UTOPIA. SE O GOVERNO FEDERAL NÃO DISPONIBILIZASSE OS MEDICAMENTOS, MORRERIAM.
ESSA É A MINHA OPINIÃO.

IRIS.

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